O técnico Carlo Ancelotti já divulgou a
convocação oficial com os 26 jogadores que representam a Seleção Brasileira na
Copa do Mundo. A lista principal conta com grandes estrelas, como Neymar,
Vini Jr., Rodrygo, e Alisson.
Como a escalação varia de acordo com o
adversário, as principais formações utilizadas por Ancelotti costumam seguir a
base descrita abaixo.
Provável
Formação Titular
·Goleiro:Alisson (Liverpool)
·Defensores: Danilo (Flamengo /
Juventus), Marquinhos (PSG), Gabriel Magalhães (Arsenal), e Douglas Santos
(Zenit).
·Meio-campistas: Casemiro (Manchester
United), Bruno Guimarães (Newcastle), e Lucas Paquetá (Flamengo).
·Atacantes: Raphinha (Barcelona),
Neymar (Santos), e Vini Jr. (Real Madrid).
Lista
Completa de Convocados (26 Jogadores)
Goleiros:
·Alisson (Liverpool)
·Ederson (Fenerbahçe)
·Bento (Al-Nassr)
Laterais
e Zagueiros:
·Danilo (Flamengo)
·Wesley (Roma)
·Douglas Santos (Zenit)
·Alexandre
·Marquinhos (PSG)
·Gabriel Magalhães (Arsenal)
·Bremer (Juventus)
·Léo Pereira (Flamengo)
·Ibañez (Al-Ahli)
Meio-campistas:
·Casemiro (Manchester United)
·Bruno Guimarães (Newcastle)
·Lucas Paquetá (Flamengo)
·Fabinho
·Danilo
Atacantes:
·Vini Jr. (Real Madrid)
·Neymar (Santos)
·Raphinha (Barcelona)
·Endrick (Lyon)
·Gabriel Martinelli (Arsenal)
·Mateus Cunha (Manchester United)
·Luiz Henrique (Zenit)
·Igor Thiago (Brentford)
·Rayan (Bournemouth)
Tags: Atualidades, Brasil, Copa do Mundo 2026, Fifa, Futebol, Notícias, Seleção
Brasileira
Lazere
viveu por 30 anos, segundo documentos franceses — Foto: Reprodução/Instagram
* * * Extraído do Portal G1 *
* *
Lazere nasceu em
4 de dezembro de 1995, segundo registros de documentos franceses. Guinness não
se manifestou sobre possível recorde.
Por France
Presse
15/05/2026 15h42 Atualizado há 4
horas
Um spaniel francês chamado Lazere,
considerado "o cachorro mais velho do mundo", morreu aos 30 anos,
informou sua responsável nesta sexta-feira (15).
A
AFP entrou em contato com os organizadores do Guinness World Records para
apurar se Lazare havia alcançado o recorde antes de morrer na quinta-feira
(14), mas não obteve uma resposta imediata.
Lazare,
um "spaniel toy" com orelhas erguidas em forma de borboleta, nasceu
em 4 de dezembro de 1995, segundo a funcionária de um abrigo de cães
Anne-Sophie Moyon.
O
cachorro passou grande parte da vida com a mesma tutora, até que ela morreu.
Então, ele foi levado para um abrigo de animais. Ophelie Boudol, de 29 anos,
encantou-se pelo cachorro um ano mais velho que ela e o adotou.
Boudol
havia planejado, inicialmente, encontrar um animal de estimação para sua mãe,
disse à AFP. No entanto, em vez disso, decidiu inserir Lazare à família. O
animal morreu apenas algumas semanas depois.
"Era
nosso pequeno bebê”
Com
30 anos e cinco meses, Lazare usava fraldas, já não podia ouvir, enxergar e
dormia quase todo o dia. No entanto, Boudol disse que ele tinha uma presença
encantadoramente vívida.
"Ele
realmente tem uma personalidade muito cativante", disse à AFP enquanto o
embalava em sua casa na localidade de Villy-le-Pelloux, sudoeste da França, no início
desta semana.
Quando
Moyon descobriu a idade de Lazare, ela e seus colegas de abrigo acreditaram que
"poderia ser o cachorro mais velho do mundo".
Depois
de verificar sua data de nascimento em dois registros, preencheram a
documentação para inscrevê-lo para um possível recorde, como uma espécie de
brincadeira, acrescentou ela.
Um
mastim português chamado Bobi foi considerado o cão mais velho quando morreu em
2023, supostamente aos 31 anos, segundo o site do Guinness World Records.
Porém, uma revisão em 2024 determinou que não havia provas
suficientes sobre a idade dele.
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Notícias, Pet
Sobem os casos de mpox no Brasil — Foto: Reprodução
* * * Extraído do Portal G1 * * *
O
Brasil já registrou 88 casos confirmados de mpox em 2026, segundo dados
atualizados pelo Ministério da Saúde. Outros dois casos estão em
investigação. O número praticamente dobrou em poucos dias:
em 20 de fevereiro, eram 48 casos confirmados no país.
Apesar
do aumento recente, não há registro de mortes neste ano. De acordo com a pasta,
a maioria dos pacientes apresenta quadros leves ou moderados da doença.
Em
2025, foram confirmados 1.079 casos e duas mortes no Brasil. No mesmo período
do ano passado, o país tinha 215 casos registrados.
A maior parte das infecções em 2026 foi registrada em
São Paulo, com 62 confirmações. Os demais casos estão distribuídos em:
·15 no Rio de Janeiro
·4 em Rondônia
·3 em Minas Gerais
·2 no Rio Grande do Sul
·1 no Distrito Federal
·1 no Paraná
O Ministério da Saúde
informou que segue monitorando a situação e atuando em conjunto com as
vigilâncias epidemiológicas estaduais.
O que é mpox
A mpox é uma doença viral
causada pelo vírus monkeypox, da mesma família da varíola. A transmissão ocorre
principalmente por contato próximo com lesões de pele, fluidos corporais,
gotículas respiratórias ou objetos contaminados.
Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, ínguas e
lesões na pele, que podem surgir no rosto, mãos, pés, genitais e outras partes
do corpo.
Na maioria dos casos, a doença evolui de forma leve e
autolimitada, mas pessoas com imunidade comprometida podem ter maior risco de
complicações.
Tags: Atualidades, Epidemia,
Final dos tempos, G1, Ministério da Saúde, Mpox, Notícias, Saúde
Uma representação da maior espécie de
moa, a moa gigante da Ilha Sul, que já chegou a atingir 3,6 metros de altura —
Foto: (Cortesia da Colossal Biosciences via AP)
Ave extinta há 600
anos pode voltar à vida com uso de edição genética. Empresa diz ter trazido de
volta o lobo terrível e já criou camundongos com pelos de mamute.
A
Colossal Biosciences, empresa que busca trazer de volta animais extintos há
milhares de anos, anunciou um novo projeto de desextinção: a moa gigante. A ave, considerada uma das
maiores que já habitaram a Terra, está extinta há quase 600 anos.
Com
mais de três metros de altura, a moa gigante é a ave mais alta que se tem
registro. Por milhares de anos, o herbívoro sem asas viveu na Nova Zelândia, se
alimentando de árvores e arbustos, até ser extinta com a chegada dos humanos.
Nesta
semana, a Colossal anunciou que seu novo projeto pretende trazer o animal de
volta. Para isso, a empresa recebeu um financiamento de mais de US$
15 milhões — o equivalente a quase R$ 83 milhões.
O
investimento veio de Peter Jackson, diretor da saga "O Senhor
dos Anéis", que é colecionador de ossos de moa e apaixonado
pela história da espécie.
O cineasta Peter Jackson, à esquerda, e
o CEO da Colossal, Ben Lamm, seguram ossos da coleção de moas extintas de
Jackson em Wellington. — Foto: Cortesia da Colossal Biosciences via AP
Como eles pretendem fazer isso?
No projeto, os cientistas vão analisar fósseis da ave
gigante para coletar DNA. Na sequência, pretendem editar os genes de seus
parentes vivos mais próximos, como a ema.
As aves geneticamente modificadas serão incubadas e,
depois, soltas em "locais de renaturalização" fechados, segundo a
empresa.
A Colossal, com sede no Texas, afirma que pretende ressuscitar a espécie
extinta em um prazo de cinco a dez anos, em parceria com o Centro de Pesquisa
Ngāi Tahu da Universidade de Canterbury, na Nova Zelândia.
A ideia divide opiniões
Apesar do apoio local e cultural, a comunidade científica
está dividida. O ecologista Stuart Pimm, da Universidade Duke, que não está
envolvido no projeto, alerta para riscos ecológicos e logísticos.
“É possível devolver uma espécie à natureza depois de exterminá-la?”,
questiona. “Acho extremamente improvável que consigam fazer isso de forma
significativa. Este será um animal extremamente perigoso.”
Além dos desafios técnicos, há críticas éticas. Especialistas temem que
projetos de “desextinção” tirem o foco da conservação de espécies atualmente
ameaçadas. A Nova Zelândia, por exemplo, ainda enfrenta
perda de biodiversidade causada por espécies invasoras e destruição de
habitats.
Ainda assim, o projeto das moas tem despertado interesse
popular e acadêmico no país. O arqueólogo maori Kyle Davis afirmou que o
trabalho com Jackson e a Colossal “revigorou o interesse em examinar nossas
próprias tradições e mitologia”. Em um dos sítios arqueológicos visitados pela
equipe, em Pyramid Valley, há registros de arte rupestre retratando moas antes
da extinção, ocorrida há cerca de 600 anos devido à caça excessiva.
Desextinção do lobo-terrível? Empresa diz ter dado vida a espécie
extinta há 10 mil anos
Animais de volta à Terra após a
extinção
Esse não é o primeiro anúncio da Colossal. Em abril deste
ano, a empresa revelou a primeira desextinção de uma espécie: o lobo-terrível
(dire wolf, em inglês).
Para trazê-lo de volta, a Colossal afirma ter usado
edições genéticas derivadas do genoma do animal, reconstruído a partir de DNA
antigo encontrado em fósseis com idades entre 11,5 mil e 72 mil anos.
Batizados de Rômulo e Remo, os dois primeiros filhotes
nasceram em 1º de outubro de 2024. Já Khaleesi, o terceiro, nasceu em 31 de
janeiro de 2025. As imagens só foram divulgadas em abril. (Veja a imagem acima)
Antes disso, em março, a empresa anunciou outro feito:
a criação de um camundongo-lanoso. Os roedores foram modificados geneticamente
com pelos semelhantes aos dos mamutes-lanosos, espécie extinta há cerca de
quatro mil anos. (Veja a imagem abaixo)
Veja detalhes da moeda lançada em
comemoração aos 200 anos da primeira Constituição do Brasi
O Banco Central lançou nesta quinta-feira (11) uma moeda em comemoração
aos 200 anos da primeira Constituição do Brasil. A peça será produzida em
prata e terá cravada em sua face o valor de R$ 5.
A
tiragem inicial será de três mil unidades, segundo comunicado do BC. O número poderá subir
para até 10 mil peças.
Destinados
a colecionadores, os itens comemorativos serão produzidos pela Casa da Moeda. Cada unidade custará R$ 440.
A
venda, que deverá começar ainda nesta quinta, será feita exclusivamente pelo
site Clube da Medalha.
A moeda foi apresentada em um evento no Salão Nobre da Câmara dos Deputados,
com a presença de representantes do BC, da Casa da Moeda e da Câmara.
Em uma de suas faces, a peça tem gravada a ilustração do livro
manuscrito da primeira Constituição do país, outorgada pelo imperador D. Pedro
I. Também estão cravadas as seguintes legendas: “Primeira Constituição”, “Poder
Legislativo”, “200 Anos” e “1824-2024”.
Na outra face, a moeda tem a representação do Palácio do Congresso Nacional,
em Brasília. Ao fundo, ilustrações de dois círculos fazem referência aos
plenários da Câmara e do Senado. Estão gravadas,
ainda, as seguintes legendas: “BRASIL”, “2024” e “5 REAIS”.
Constituição imposta por Dom Pedro I
O diretor de Administração do Banco Central, Rodrigo Alves Teixeira,
afirmou que o lançamento da peça é uma contribuição da autoridade monetária
para que a lembrança da primeira Constituição se "torne perene na memória
da nação brasileira".
"O Banco Central está lançando hoje uma moeda comemorativa,
homenageando, ao mesmo tempo, as duas câmaras do Poder Legislativo e o texto
legal que os deu origem. Presente e passado se encontram nessa moeda, que, de
um lado, mostra o Palácio do Congresso Nacional, símbolo do Poder Legislativo;
e, de outro, o livro aberto da primeira Constituição, com a pena, como foi
escrito 200 anos atrás",declarou.
Homenageada pelo BC, a primeira Constituição brasileira foi outorgada —
isto é, imposta — por D. Pedro I, em 25 de março de 1824, menos de dois anos
após a proclamação da Independência do Brasil. Ficou em vigor por 65 anos,
sendo a mais longeva do Brasil até hoje.
O primeiro texto constitucional brasileiro estabeleceu no Brasil uma
monarquia constitucional hereditária. Também instituiu, pela primeira vez, o
Poder Legislativo bicameral, prevendo a existência da Câmara dos Deputados e do
Senado, e mais três Poderes (Executivo, Judiciário e Legislativo).
A Constituição de 1824 ainda criou o Supremo Tribunal de Justiça que,
atualmente, é o Supremo Tribunal Federal (STF).
Além da homenagem aos 200 anos da
primeira Constituição, o Banco Central já lançou diversas moedas comemorativas
ao longo da história. Em 2022, disponibilizou, por exemplo, duas peças para
comemorar o Bicentenário da Independência do Brasil.
Em uma das faces, peça tem gravada a ilustração do
livro manuscrito da primeira Constituição do país — Foto: Raphael Ribeiro/BCB
Tags: Atualidades, Banco Central, Brasil, Constituição, G1,
Notícias
O presidente Luiz
Inácio Lula da Silva sancionou na quarta-feira (11) a Lei 14.534, de 2023,
determinando que o número do Cadastro da Pessoa Física (CPF) seja adotado
como único número do registro geral (RG) no Brasil. A nova identificação
só passará a valer integralmente, no entanto, após adequações feitas por órgãos
públicos.
Quando o PL 1.422/2019, que
originou a lei, foi aprovado no Senado, em
setembro, o relator, senador Esperidião Amin (PP-SC), afirmou que a
medida favorece os cidadãos, especialmente os mais pobres.
— O objetivo é
determinar um único número ao cidadão para que possa ter acesso a seus
prontuários no SUS, aos sistemas de assistência e Previdência Social, tais como
o Bolsa Família, o BPC [Benefício de Prestação Continuada] e os registros no
INSS. Também às informações fiscais e tributárias e ao exercício de obrigações
políticas, como o alistamento eleitoral e o voto. A numeração do CPF será
protagonista, e os indivíduos não mais terão que se recordar ou valer-se de
diferentes números para que os diversos órgãos públicos, bases de dados e
cadastros os identifiquem. A ideia é mais do que saudável, é necessária, é
econômica. Um número único capaz de interligar todas as dimensões do
relacionamento do indivíduo com o Estado e com todas as suas manifestações —
explicou Amin.
O senador Marcelo
Castro (MDB-PI) também manifestou-se favorável.
— É a coisa mais
simples, mais lógica, mais racional que se pode fazer: cada cidadão com um
número, um CPF para valer para todos os seus documentos.
Amin acrescentou
que Santa Catarina adotou de forma pioneira o CPF como número de identificação
ainda em 2021.
Como vai funcionar
Pela lei
14.534, o número de inscrição no CPF constará nos cadastros e documentos
de órgãos públicos, no registro civil de pessoas naturais ou nos conselhos
profissionais (como certidões de nascimento, de casamento ou de óbito); no
Documento Nacional de Identificação (DNI); no Número de Identificação do
Trabalhador (NIT); no registro do Programa de Integração Social (PIS) ou no
Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep); no Cartão
Nacional de Saúde; no Título de Eleitor; na Carteira de Trabalho e Previdência
Social (CTPS); na Carteira Nacional de Habilitação (CNH); no certificado
militar; na carteira profissional; e em outros certificados de registro e
números de inscrição existentes em bases de dados públicas federais,
estaduais e municipais.
Os novos documentos
emitidos ou reemitidos por órgãos públicos ou por conselhos profissionais terão
como número de identificação o mesmo número do CPF. Quando uma pessoa requerer
sua carteira de identidade, por exemplo, o órgão emissor terá que usar o mesmo
número do CPF.
Pela lei, os
cadastros, formulários, sistemas e outros instrumentos exigidos dos usuários
para a prestação de serviços públicos devem ter um campo para o registro do
CPF. O preenchimento será obrigatório e o suficiente para a identificação do
cidadão, vedada a exigência de apresentar qualquer outro número. Ou seja, no
acesso a serviços e informações, no exercício de direitos
e obrigações ou na obtenção de benefícios perante órgãos federais, estaduais
e municipais ou serviços públicos delegados, o cidadão terá que apresentar só o
CPF ou outro documento com o número do CPF, dispensada a apresentação de
qualquer outro documento.
A Lei 14.534 já
está em vigor, mas o texto prevê um prazo de 12 meses para que os órgãos façam
a adequação dos sistemas e processos de atendimento aos cidadãos. Já o prazo
para que os órgãos façam as mudanças para que os sistemas se comuniquem a
partir do CPF é de 24 meses.
Vetos
O Executivo vetou o
prazo de 90 dias para que o Poder Executivo regulamente a lei. Para o governo,
é inconstitucional o Poder Legislativo fixar prazos de regulamentação de leis
ao Poder Executivo, pois entende que isso viola o princípio da separação dos
Poderes.
Também foi vetado
um artigo determinando que a Receita Federal deveria atualizar semestralmente
sua base de dados com os resultados obtidos de batimentos eletrônicos
realizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), visando evitar a concessão
em duplicidade de CPF para uma mesma pessoa. O governo lembrou que a Receita já
tem um convênio com o TSE desde 2010, em que recebe os dados mensalmente, e
também possui acesso on-line à base do TSE. Em contrapartida, a Receita também
disponibiliza acesso on-line à base CPF ao TSE. Sendo assim, o prazo de seis
meses para o TSE encaminhar dados do cadastro eleitoral à Receita seria um
retrocesso ineficaz.
Os vetos do governo
serão agora analisados pelo Parlamento, em data a ser definida, e poderão ser
derrubados.
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
Tags: Atualidades, Brasil,
CPF, Documentação, Documentos, Notícias, Novo CPF, Receita Federal, Senado
Federal