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terça-feira, 19 de maio de 2026

Escalação da Seleção Brasileira para Copa 2026




 * * * Extraído da Internet (IA) * * *

 

O técnico Carlo Ancelotti já divulgou a convocação oficial com os 26 jogadores que representam a Seleção Brasileira na Copa do Mundo. A lista principal conta com grandes estrelas, como Neymar, Vini Jr., Rodrygo, e Alisson.

Como a escalação varia de acordo com o adversário, as principais formações utilizadas por Ancelotti costumam seguir a base descrita abaixo.

 

Provável Formação Titular

·         Goleiro: Alisson (Liverpool)

 

·         Defensores: Danilo (Flamengo / Juventus), Marquinhos (PSG), Gabriel Magalhães (Arsenal), e Douglas Santos (Zenit).

 

·         Meio-campistas: Casemiro (Manchester United), Bruno Guimarães (Newcastle), e Lucas Paquetá (Flamengo).

 

·         Atacantes: Raphinha (Barcelona), Neymar (Santos), e Vini Jr. (Real Madrid).

 

 

Lista Completa de Convocados (26 Jogadores)

Goleiros:

·         Alisson (Liverpool)

·         Ederson (Fenerbahçe)

·         Bento (Al-Nassr)

 

Laterais e Zagueiros:

·         Danilo (Flamengo)

·         Wesley (Roma)

·         Douglas Santos (Zenit)

·         Alexandre

·         Marquinhos (PSG)

·         Gabriel Magalhães (Arsenal)

·         Bremer (Juventus)

·         Léo Pereira (Flamengo)

·         Ibañez (Al-Ahli)

 

Meio-campistas:

·         Casemiro (Manchester United)

·         Bruno Guimarães (Newcastle)

·         Lucas Paquetá (Flamengo)

·         Fabinho

·         Danilo

 

Atacantes:

 

·         Vini Jr. (Real Madrid)

·         Neymar (Santos)

·         Raphinha (Barcelona)

·         Endrick (Lyon)

·         Gabriel Martinelli (Arsenal)

·         Mateus Cunha (Manchester United)

·         Luiz Henrique (Zenit)

·         Igor Thiago (Brentford)

·         Rayan (Bournemouth)

 

Tags: Atualidades, Brasil, Copa do Mundo 2026, Fifa, Futebol, Notícias, Seleção Brasileira

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Cachorro 'mais velho do mundo' morre aos 30 anos na França

Lazere viveu por 30 anos, segundo documentos franceses — Foto: Reprodução/Instagram


* * * Extraído do Portal G1 * * *

Lazere nasceu em 4 de dezembro de 1995, segundo registros de documentos franceses. Guinness não se manifestou sobre possível recorde.

Por France Presse

15/05/2026 15h42  Atualizado há 4 horas

 

Um spaniel francês chamado Lazere, considerado "o cachorro mais velho do mundo", morreu aos 30 anos, informou sua responsável nesta sexta-feira (15).

A AFP entrou em contato com os organizadores do Guinness World Records para apurar se Lazare havia alcançado o recorde antes de morrer na quinta-feira (14), mas não obteve uma resposta imediata.

Lazare, um "spaniel toy" com orelhas erguidas em forma de borboleta, nasceu em 4 de dezembro de 1995, segundo a funcionária de um abrigo de cães Anne-Sophie Moyon.

O cachorro passou grande parte da vida com a mesma tutora, até que ela morreu. Então, ele foi levado para um abrigo de animais. Ophelie Boudol, de 29 anos, encantou-se pelo cachorro um ano mais velho que ela e o adotou.

Boudol havia planejado, inicialmente, encontrar um animal de estimação para sua mãe, disse à AFP. No entanto, em vez disso, decidiu inserir Lazare à família. O animal morreu apenas algumas semanas depois.

"Era nosso pequeno bebê”

Com 30 anos e cinco meses, Lazare usava fraldas, já não podia ouvir, enxergar e dormia quase todo o dia. No entanto, Boudol disse que ele tinha uma presença encantadoramente vívida.

"Ele realmente tem uma personalidade muito cativante", disse à AFP enquanto o embalava em sua casa na localidade de Villy-le-Pelloux, sudoeste da França, no início desta semana.

Quando Moyon descobriu a idade de Lazare, ela e seus colegas de abrigo acreditaram que "poderia ser o cachorro mais velho do mundo".

Depois de verificar sua data de nascimento em dois registros, preencheram a documentação para inscrevê-lo para um possível recorde, como uma espécie de brincadeira, acrescentou ela.

Um mastim português chamado Bobi foi considerado o cão mais velho quando morreu em 2023, supostamente aos 31 anos, segundo o site do Guinness World Records. Porém, uma revisão em 2024 determinou que não havia provas suficientes sobre a idade dele.

Tags: Atualidades, Cachorro, Dog, G1, Mundo, Notícias, Pet
 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Casos de mpox sobem e Brasil chega a 88 registros; maioria está em SP


 

Sobem os casos de mpox no Brasil — Foto: Reprodução


* * * Extraído do Portal G1 * * *

O Brasil já registrou 88 casos confirmados de mpox em 2026, segundo dados atualizados pelo Ministério da Saúde. Outros dois casos estão em investigação. O número praticamente dobrou em poucos dias: em 20 de fevereiro, eram 48 casos confirmados no país.

Apesar do aumento recente, não há registro de mortes neste ano. De acordo com a pasta, a maioria dos pacientes apresenta quadros leves ou moderados da doença.

Em 2025, foram confirmados 1.079 casos e duas mortes no Brasil. No mesmo período do ano passado, o país tinha 215 casos registrados. 

A maior parte das infecções em 2026 foi registrada em São Paulo, com 62 confirmações. Os demais casos estão distribuídos em:

·         15 no Rio de Janeiro

·         4 em Rondônia

·         3 em Minas Gerais

·         2 no Rio Grande do Sul

·         1 no Distrito Federal

·         1 no Paraná

O Ministério da Saúde informou que segue monitorando a situação e atuando em conjunto com as vigilâncias epidemiológicas estaduais.

O que é mpox

A mpox é uma doença viral causada pelo vírus monkeypox, da mesma família da varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com lesões de pele, fluidos corporais, gotículas respiratórias ou objetos contaminados.

Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, ínguas e lesões na pele, que podem surgir no rosto, mãos, pés, genitais e outras partes do corpo.

Na maioria dos casos, a doença evolui de forma leve e autolimitada, mas pessoas com imunidade comprometida podem ter maior risco de complicações.

 

Tags: Atualidades, Epidemia, Final dos tempos, G1, Ministério da Saúde, Mpox, Notícias, Saúde

quinta-feira, 17 de julho de 2025

Empresa que ressuscita animais extintos anuncia projeto para trazer de volta ave gigante de mais de três metros de altura; entenda

 


Uma representação da maior espécie de moa, a moa gigante da Ilha Sul, que já chegou a atingir 3,6 metros de altura — Foto: (Cortesia da Colossal Biosciences via AP)

* * * Extraído do Portal G1 * * *

Link para a matéria original: https://g1.globo.com/ciencia/noticia/2025/07/11/empresa-que-ressuscita-animais-extintos-anuncia-projeto-para-trazer-de-volta-ave-gigante-de-mais-de-tres-metros-de-altura-entenda.ghtml 

Ave extinta há 600 anos pode voltar à vida com uso de edição genética. Empresa diz ter trazido de volta o lobo terrível e já criou camundongos com pelos de mamute.

 

Por Redação g1

 

A Colossal Biosciences, empresa que busca trazer de volta animais extintos há milhares de anos, anunciou um novo projeto de desextinção: a moa giganteA ave, considerada uma das maiores que já habitaram a Terra, está extinta há quase 600 anos.

Com mais de três metros de altura, a moa gigante é a ave mais alta que se tem registro. Por milhares de anos, o herbívoro sem asas viveu na Nova Zelândia, se alimentando de árvores e arbustos, até ser extinta com a chegada dos humanos.

Nesta semana, a Colossal anunciou que seu novo projeto pretende trazer o animal de volta. Para isso, a empresa recebeu um financiamento de mais de US$ 15 milhões — o equivalente a quase R$ 83 milhões.

O investimento veio de Peter Jackson, diretor da saga "O Senhor dos Anéis", que é colecionador de ossos de moa e apaixonado pela história da espécie.

 

O cineasta Peter Jackson, à esquerda, e o CEO da Colossal, Ben Lamm, seguram ossos da coleção de moas extintas de Jackson em Wellington. — Foto: Cortesia da Colossal Biosciences via AP

 

Como eles pretendem fazer isso?

No projeto, os cientistas vão analisar fósseis da ave gigante para coletar DNA. Na sequência, pretendem editar os genes de seus parentes vivos mais próximos, como a ema.

As aves geneticamente modificadas serão incubadas e, depois, soltas em "locais de renaturalização" fechados, segundo a empresa.

 

A Colossal, com sede no Texas, afirma que pretende ressuscitar a espécie extinta em um prazo de cinco a dez anos, em parceria com o Centro de Pesquisa Ngāi Tahu da Universidade de Canterbury, na Nova Zelândia.

A ideia divide opiniões

Apesar do apoio local e cultural, a comunidade científica está dividida. O ecologista Stuart Pimm, da Universidade Duke, que não está envolvido no projeto, alerta para riscos ecológicos e logísticos.

“É possível devolver uma espécie à natureza depois de exterminá-la?”, questiona. “Acho extremamente improvável que consigam fazer isso de forma significativa. Este será um animal extremamente perigoso.”

Além dos desafios técnicos, há críticas éticas. Especialistas temem que projetos de “desextinção” tirem o foco da conservação de espécies atualmente ameaçadas. A Nova Zelândia, por exemplo, ainda enfrenta perda de biodiversidade causada por espécies invasoras e destruição de habitats.

Ainda assim, o projeto das moas tem despertado interesse popular e acadêmico no país. O arqueólogo maori Kyle Davis afirmou que o trabalho com Jackson e a Colossal “revigorou o interesse em examinar nossas próprias tradições e mitologia”. Em um dos sítios arqueológicos visitados pela equipe, em Pyramid Valley, há registros de arte rupestre retratando moas antes da extinção, ocorrida há cerca de 600 anos devido à caça excessiva.

Desextinção do lobo-terrível? Empresa diz ter dado vida a espécie extinta há 10 mil anos

Animais de volta à Terra após a extinção

Esse não é o primeiro anúncio da Colossal. Em abril deste ano, a empresa revelou a primeira desextinção de uma espécie: o lobo-terrível (dire wolf, em inglês).

Para trazê-lo de volta, a Colossal afirma ter usado edições genéticas derivadas do genoma do animal, reconstruído a partir de DNA antigo encontrado em fósseis com idades entre 11,5 mil e 72 mil anos.

Batizados de Rômulo e Remo, os dois primeiros filhotes nasceram em 1º de outubro de 2024. Já Khaleesi, o terceiro, nasceu em 31 de janeiro de 2025. As imagens só foram divulgadas em abril. (Veja a imagem acima)

Antes disso, em março, a empresa anunciou outro feito: a criação de um camundongo-lanoso. Os roedores foram modificados geneticamente com pelos semelhantes aos dos mamutes-lanosos, espécie extinta há cerca de quatro mil anos. (Veja a imagem abaixo)

Camundongo geneticamente modificado — Foto: Colossal Biosciences

Tags: Atualidades, Ciência, Colossal, Educação, G1, História, Informação

quinta-feira, 11 de abril de 2024

Banco Central lança moeda em comemoração aos 200 anos da 1ª Constituição do Brasil

 

Moeda comemorativa aos 200 anos da Constituição de 1824 lançada pelo Banco Central nesta quinta — Foto: Raphael Ribeiro/BCB

* * * Extraído do Portal G1 * * *

Destinadas a colecionadores, as moedas de prata terão valor de face de R$ 5 e serão vendidas por R$ 440. Tiragem inicial será de três mil unidades.

Por Kevin Lima, g1 — Brasília 11/04/2024 

 Link da reportagem abaixo: 

https://globoplay.globo.com/v/12510790/

Veja detalhes da moeda lançada em comemoração aos 200 anos da primeira Constituição do Brasi

O Banco Central lançou nesta quinta-feira (11) uma moeda em comemoração aos 200 anos da primeira Constituição do Brasil. A peça será produzida em prata e terá cravada em sua face o valor de R$ 5.

A tiragem inicial será de três mil unidades, segundo comunicado do BC. O número poderá subir para até 10 mil peças. 

Destinados a colecionadores, os itens comemorativos serão produzidos pela Casa da Moeda. Cada unidade custará R$ 440.

A venda, que deverá começar ainda nesta quinta, será feita exclusivamente pelo site Clube da Medalha.

A moeda foi apresentada em um evento no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, com a presença de representantes do BC, da Casa da Moeda e da Câmara. 

Em uma de suas faces, a peça tem gravada a ilustração do livro manuscrito da primeira Constituição do país, outorgada pelo imperador D. Pedro I. Também estão cravadas as seguintes legendas: “Primeira Constituição”, “Poder Legislativo”, “200 Anos” e “1824-2024”.

Na outra face, a moeda tem a representação do Palácio do Congresso Nacional, em Brasília. Ao fundo, ilustrações de dois círculos fazem referência aos plenários da Câmara e do Senado. Estão gravadas, ainda, as seguintes legendas: “BRASIL”, “2024” e “5 REAIS”.

Constituição imposta por Dom Pedro I

O diretor de Administração do Banco Central, Rodrigo Alves Teixeira, afirmou que o lançamento da peça é uma contribuição da autoridade monetária para que a lembrança da primeira Constituição se "torne perene na memória da nação brasileira".

"O Banco Central está lançando hoje uma moeda comemorativa, homenageando, ao mesmo tempo, as duas câmaras do Poder Legislativo e o texto legal que os deu origem. Presente e passado se encontram nessa moeda, que, de um lado, mostra o Palácio do Congresso Nacional, símbolo do Poder Legislativo; e, de outro, o livro aberto da primeira Constituição, com a pena, como foi escrito 200 anos atrás", declarou.

Homenageada pelo BC, a primeira Constituição brasileira foi outorgada — isto é, imposta — por D. Pedro I, em 25 de março de 1824, menos de dois anos após a proclamação da Independência do Brasil. Ficou em vigor por 65 anos, sendo a mais longeva do Brasil até hoje.

O primeiro texto constitucional brasileiro estabeleceu no Brasil uma monarquia constitucional hereditária. Também instituiu, pela primeira vez, o Poder Legislativo bicameral, prevendo a existência da Câmara dos Deputados e do Senado, e mais três Poderes (Executivo, Judiciário e Legislativo).

A Constituição de 1824 ainda criou o Supremo Tribunal de Justiça que, atualmente, é o Supremo Tribunal Federal (STF).

Além da homenagem aos 200 anos da primeira Constituição, o Banco Central já lançou diversas moedas comemorativas ao longo da história. Em 2022, disponibilizou, por exemplo, duas peças para comemorar o Bicentenário da Independência do Brasil.

 

Em uma das faces, peça tem gravada a ilustração do livro manuscrito da primeira Constituição do país — Foto: Raphael Ribeiro/BCB

Tags: Atualidades, Banco Central, Brasil, Constituição, G1, Notícias

sábado, 18 de março de 2023

CPF será número único de identificação do cidadão, determina lei sancionada

 


Da Agência Senado | 12/01/2023, 13h29

Fonte: Agência Senado

 

* * *  Extraído do Portal Senado * * *

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na quarta-feira (11) a Lei 14.534, de 2023, determinando que o número do Cadastro da Pessoa Física (CPF) seja adotado como único número do registro geral (RG) no Brasil. A nova identificação só passará a valer integralmente, no entanto, após adequações feitas por órgãos públicos.

Quando o PL 1.422/2019, que originou a lei, foi aprovado no Senado, em setembro, o relator, senador Esperidião Amin (PP-SC), afirmou que a medida favorece os cidadãos, especialmente os mais pobres.

— O objetivo é determinar um único número ao cidadão para que possa ter acesso a seus prontuários no SUS, aos sistemas de assistência e Previdência Social, tais como o Bolsa Família, o BPC [Benefício de Prestação Continuada] e os registros no INSS. Também às informações fiscais e tributárias e ao exercício de obrigações políticas, como o alistamento eleitoral e o voto. A numeração do CPF será protagonista, e os indivíduos não mais terão que se recordar ou valer-se de diferentes números para que os diversos órgãos públicos, bases de dados e cadastros os identifiquem. A ideia é mais do que saudável, é necessária, é econômica. Um número único capaz de interligar todas as dimensões do relacionamento do indivíduo com o Estado e com todas as suas manifestações — explicou Amin.

O senador Marcelo Castro (MDB-PI) também manifestou-se favorável.

— É a coisa mais simples, mais lógica, mais racional que se pode fazer: cada cidadão com um número, um CPF para valer para todos os seus documentos.

Amin acrescentou que Santa Catarina adotou de forma pioneira o CPF como número de identificação ainda em 2021.

Como vai funcionar

Pela lei 14.534, o número de inscrição no CPF constará nos cadastros e documentos de órgãos públicos, no registro civil de pessoas naturais ou nos conselhos profissionais (como certidões de nascimento, de casamento ou de óbito); no Documento Nacional de Identificação (DNI); no Número de Identificação do Trabalhador (NIT); no registro do Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep); no Cartão Nacional de Saúde; no Título de Eleitor; na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS); na Carteira Nacional de Habilitação (CNH); no certificado militar; na carteira profissional; e em outros certificados de registro e números de inscrição existentes em bases de dados públicas federais, estaduais e municipais.

Os novos documentos emitidos ou reemitidos por órgãos públicos ou por conselhos profissionais terão como número de identificação o mesmo número do CPF. Quando uma pessoa requerer sua carteira de identidade, por exemplo, o órgão emissor terá que usar o mesmo número do CPF.

Pela lei, os cadastros, formulários, sistemas e outros instrumentos exigidos dos usuários para a prestação de serviços públicos devem ter um campo para o registro do CPF. O preenchimento será obrigatório e o suficiente para a identificação do cidadão, vedada a exigência de apresentar qualquer outro número. Ou seja, no acesso a serviços e informações, no exercício de direitos e obrigações ou na obtenção de benefícios perante órgãos federais, estaduais e municipais ou serviços públicos delegados, o cidadão terá que apresentar só o CPF ou outro documento com o número do CPF, dispensada a apresentação de qualquer outro documento.

A Lei 14.534 já está em vigor, mas o texto prevê um prazo de 12 meses para que os órgãos façam a adequação dos sistemas e processos de atendimento aos cidadãos. Já o prazo para que os órgãos façam as mudanças para que os sistemas se comuniquem a partir do CPF é de 24 meses.

Vetos

O Executivo vetou o prazo de 90 dias para que o Poder Executivo regulamente a lei. Para o governo, é inconstitucional o Poder Legislativo fixar prazos de regulamentação de leis ao Poder Executivo, pois entende que isso viola o princípio da separação dos Poderes.

Também foi vetado um artigo determinando que a Receita Federal deveria atualizar semestralmente sua base de dados com os resultados obtidos de batimentos eletrônicos realizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), visando evitar a concessão em duplicidade de CPF para uma mesma pessoa. O governo lembrou que a Receita já tem um convênio com o TSE desde 2010, em que recebe os dados mensalmente, e também possui acesso on-line à base do TSE. Em contrapartida, a Receita também disponibiliza acesso on-line à base CPF ao TSE. Sendo assim, o prazo de seis meses para o TSE encaminhar dados do cadastro eleitoral à Receita seria um retrocesso ineficaz.

Os vetos do governo serão agora analisados pelo Parlamento, em data a ser definida, e poderão ser derrubados.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Tags: Atualidades, Brasil, CPF, Documentação, Documentos, Notícias, Novo CPF, Receita Federal, Senado Federal