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segunda-feira, 8 de junho de 2020

Vera Fischer é dispensada da Globo após 43 anos



***FOTO DE ARQUIVO*** RIO DE JANEIRO, RJ, 20.06.2018 - A atriz Vera Fischer em sua casa, no Rio de Janeiro. (Foto: Marlene Bergamo/Folhapress)

* * * Extraído do Portal Yahoo * * *

Folhapress anteontem

Vera Fischer, 68, é a terceira veterana a ser dispensada pela Globo nesta semana. A saída da atriz ocorre após José de Abreu e Miguel Falabella deixaram a emissora carioca.
Seu último papel na Globo foi na novela "Espelho da Vida" (2018-2019), quando interpretou Gertrudes Trindade. O nome da atriz também já circulava na lista de escalão da próxima novela das seis da emissora, "Além da Ilusão", prevista para estrear depois de "Nos Tempos do Imperador", que foi adiada devido à pandemia do novo coronavírus.
Em nota, a Globo confirmou a demissão da atriz e afirmou que "tem tomado uma série de iniciativas para preparar a empresa para os desafios do futuro". "Temos evoluído nos nossos modelos de gestão, de criação, de produção, de desenvolvimento de negócios e também de gestão de talentos", diz comunicado enviado à reportagem.
"Assim, em sintonia com as transformações pelas quais passa nosso mercado, a Globo vem adotando novas dinâmicas de parceria com seus talentos. Vera Fischer, assim como outros talentos, tem abertas as portas da empresa para atuar em futuros projetos em nossas múltiplas plataformas", continuou.
Sobre a escalão da atriz para a trama "Além da Ilusão", a Globo disse que a pré-produção da novela ainda parada devido à pandemia e, por isso, a escalação ainda não foi definida. O F5 entrou em contato com a assessoria da atriz, mas não obteve retorno até a publicação deste texto.
Carreira
Em 2019, Vera Fischer completou 50 anos do título de Miss Brasil 1969. Aos 17 anos, ela foi coroada pela baiana Martha Vasconcellos, vencedora do Miss Universo. "Não que eu me considerasse bonita, mas eu queria vencer. Aí eu fui com tudo! Ganhei o Miss Blumenau, depois vieram o Miss Santa Catarina e o Miss Brasil. Desfilei sem olhar para o júri, de nariz para cima. Queria ganhar, pois só assim o meu pai me deixaria sair de casa", disse a atriz, em entrevista para a coluna De Faixa a Coroa.
Famosa por suas personagens nas novelas da Globo, a atriz Vera Fischer estreou nos folhetins em 1977, como a Diana Queiroz de "Espelho Mágico". Na trama, Diana era uma ex-miss Brasil e atriz de pornochanchada que tentava mudar os rumos de sua carreira.
Entre os papéis mais marcantes de Vera na TV estão Jocasta, de "Mandala" (1987), Eduarda, da minissérie "Riacho Doce" (1990), e Helena, de "Laços de Família" (2000).
Recentemente, ela diz que gostaria de tocar um programa focado em saúde e bem-estar. "Eu tenho um projeto sobre bem-estar, saúde, ginástica. Sou uma pessoa física. Queria muito fazer um programa sobre isso. Se não for na Globo, vai ser um programa no YouTube."

Tags: Brasil, Entretenimento, Notícias, Novelas, Vera Fischer, Tv Globo, Yahoo

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Nelson Xavier morre aos 75 anos em Uberlândia


* * * Extraído do Portal G1 * * *

Ator morreu após complicações de uma doença pulmonar. Ele ficou conhecido por novelas como 'Irmãos coragem', além de peças e filmes como 'Chico Xavier'.



O ator Nelson Xavier morreu, aos 75 anos, na madrugada desta quarta-feira, 10, em Uberlândia, Minas Gerais. Tereza Villela Xavier, filha do ator, usou sua página no Facebook para falar da perda do pai.
"Lamento informar a quem possa interessar que meu pai, Nelson Xavier, faleceu esta noite em Uberlândia. Seu corpo será transferido, celebrado e cremado no Rio de Janeiro em cemitério ainda não determinado. Agradeço desde já as mensagens de apoio. Ele virou um planeta! Estrela ele já era. Fez tudo que quis, do jeito que quis e da sua melhor maneira possível, sempre", escreveu ela.

Em 2014, durante o Festival de Gramado, Nelson Xavier contou que fez tratamento contra o câncer de próstata em 2004 e que estava livre da doença. Foi lá também que recebeu o prêmio de melhor ator com "A despedida", um de seus últimos trabalhos.
Nelson Xavier já vinha sendo tratado em uma clínica de geriatria na cidade, prestadora de serviço do Hospital Santa Genoveva. Segundo informações do hospital ao G1, ele deu entrada nesta terça-feira, 9, às 10h57 e, em seguida, transferido para um quarto particular.

 A morte, por volta das 0h45, ocorreu após o agravamento de uma doença pulmonar.
"O ator faleceu próximo a amigos e familiares. Estava com o semblante sereno", disse o o médico geriatra Tiago Ferolla. O corpo foi encaminhado para uma funerária do município e deve ser levado no início da tarde para o Rio de Janeiro.

Perfil

Nelson Agostini Xavier nasceu em São Paulo, em 30 de agosto de 1941. Chegou a cursar Direito, mas a paixão pelo cinema mudo o estimulou a mudar de profissão. Nos anos 1950, entrou para a Escola de Artes Dramáticas da Universidade de São Paulo e também para o Teatro de Arena – um dos mais importantes grupos de artes cênicas daquela época.
Atuou, então, em suas primeiras peças, entre elas "Eles não usam black-tie" (1958), de Gianfrancesco Guarnieri, "Chapetuba Futebol Clube" (1959), de Oduvaldo Vianna Filho, "Gente como a gente" (1959), de Roberto Freire, e "Julgamento em Novo Sol" (1962), de Augusto Boal.
Nelson era tímido e chegou a acreditar que não tinha vocação para as artes dramáticas, queria trabalhar atrás das câmeras. “Eu tive muita dificuldade em começar a fazer televisão. As máquinas eram enormes, eu tinha pavor, até tremia”, contou ao site Memória Globo. Nessa época, também foi jornalista. Com o diretor Eduardo Coutinho, trabalhou como revisor na revista "Visão", onde passou a colaborar também como crítico de cinema e teatro.

Cinema e TV

Após o golpe militar de 1964, que intensificou a censura ao teatro político, o ator passou a estar mais presente no cinema. Até o fim dos anos 70, fez mais de 20 filmes, entre eles "O ABC do amor" (1967), de Eduardo Coutinho, Rodolfo Kuhn e Helvio Soto, "É Simonal" (1970) e "A culpa" (1972), de Domingos de Oliveira; "Dona Flor e seus dois maridos" (1976), de Bruno Barreto, e "A queda" (1978), de Ruy Guerra, que lhe rendeu um Urso de Prata no Festival de Berlim.
Sua primeira participação na TV foi como o personagem Zorba, na novela "Sangue e areia" (1967), de Janete Clair. Seis anos depois, conseguiu seu primeiro grande papel, em "João da Silva" (1973). Mas foi em 1982 que viveu um de seus principais protagonistas, na primeira minissérie da Globo, "Lampião e Maria Bonita", dirigida por Paulo Afonso Grisolli e baseada nos últimos seis meses de vida de Virgulino Ferreira da Silva.
Na Bahia, gravou a minissérie "O pagador de promessas" (1988), dirigida por Tizuka Yamasaki, com autoria de Dias Gomes. Na trama, interpretou o gigolô Bonitão, que tentava seduzir a mocinha Rosa (Denise Milfont). Nelson também fez novelas, entre elas "Pedra sobre pedra" (1992), "Irmãos coragem" (1995), "Senhora do destino" (2004) e "Babilônia" (2015).
Em 2010, Nelson interpretou Chico Xavier nos cinemas. Na época, o ator afirmou que havia vivido ali seu melhor papel. "Finalmente fiz o meu maior papel. Fui invadido por uma onda de amor tão forte, tão intensa, que levava às lágrimas

”,contou Nelson Xavier, que no longa viveu o líder espírita dos 59 aos 65 anos. “Nenhum dos personagens que fiz mudou minha vida. O Chico fez uma revolução”.


Tags: Ator, Cinema, Dramaturgia, Luto, Novelas, Teatro, Televisão

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Morre o ator John Herbert aos 81 anos


O ator John Herbert morreu no começo da tarde desta quarta-feira (26), vítima de um enfisema pulmonar. Ele tinha 81 anos e estava internado no Hospital do Coração desde o dia 5 de janeiro, após ser diagnosticado com insuficiência respiratória.

Herbert foi casado com Claudia Librach, com quem tinha dois filhos. Mas seu relacionamento mais famoso foi com a também atriz Eva Wilma, entre as décadas de 50 e 70, com quem atuou em Alô Doçura. Inclusive, seu papel na série o projetou ao estrelato.

Ele atuou em mais de 30 novelas da TV Globo, como Que Rei Sou Eu e Sinhá Moça. Sua última aparição foi em Três Irmãs, de 2008. Um de seus famosos personagens foi Nabuco, na série Malhação, entre 1995 e 1996. Ele chegou a voltar ao programa em 2005, mas como outro personagem.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

São Silvestre tem poucas estrelas estrangeiras e premiação modesta


Mariana Lajolo e Paulo Cobos
Da Folhapress
Em São Paulo

Em Londres, o bilionário grupo Virgin pagou cerca de R$ 50 milhões para colocar, a partir de 2010, seu nome na maratona local, batizada antes por 14 anos com a marca de uma margarina. Na São Silvestre, a mais tradicional prova do atletismo brasileiro, os quatro principais patrocinadores nem têm suas marcas estampadas no site oficial do evento.

Esses dois exemplos, mesmo levando em conta a realidade econômica dos dois países, ajudam a explicar por que a corrida paulista tem hoje poucas estrelas, premiação modesta e resultados decepcionantes. O recorde masculino perdura desde 1995, e o feminino, desde 1993.

A mais badalada corrida do país não embarcou na onda do milionário marketing que tomou conta das provas de rua do atletismo nos últimos anos.

Das cinco principais maratonas do mundo (Berlim, Boston, Chicago, Londres e Nova York), quatro são batizadas com o nome de empresas. Boston, a exceção, coloca, no entanto, a marca de um patrocinador no seu logotipo oficial. Todas elas contam com pelo menos o dobro de patrocinadores da São Silvestre e montaram ousados projetos para se tornarem mais conhecidas.

Em Nova York, por exemplo, até o trabalho para conseguir uma vaga para disputar a corrida é um grande chamariz. Os interessados participam de uma espécie de loteria para serem um dos quase 40 mil corredores -na São Silvestre, a inscrição é por ordem de chegada.

A Maratona de Londres tem um famoso projeto para angariar fundos destinados a instituições de caridade que levantou mais de R$ 1 bilhão desde 1981, quando começou.

Com mais dinheiro, as corridas de rua do mundo podem pagar prêmios polpudos, atraindo a elite do esporte.

Em Boston, quem vencer a corrida e ainda quebrar o recorde mundial da maratona pode faturar mais de R$ 350 mil. Na São Silvestre, o vencedor leva R$ 28 mil. Em cinco anos, a premiação total destinada aos atletas aumentou somente 28% na prova paulistana.

Procurada pela reportagem, a organização da São Silvestre preferiu não comentar os investimentos feitos na prova. Thadeus Kassabian, diretor da Yescom, empresa que administra a corrida, disse que não falaria sobre questões financeiras.

Ele afirma que o número de patrocinadores da edição de 2010 da São Silvestre é o mesmo do ano passado e que o interesse das empresas pelas corridas da rua vem aumentando.
A prova do dia 31 tem em 2009 menos patrocínios do que outras corridas brasileiras, como a Maratona de São Paulo.

Hoje, a disputa, que ainda é gerenciada pela Fundação Casper Líbero, é bancada em boa parte pela Rede Globo. A emissora tem uma política de não associar times ou eventos esportivos a patrocinadores. Faz isso, por exemplo, no vôlei. Inscrição paga pelos atletas é boa fonte de faturamento
Com política nada agressiva de marketing, a São Silvestre, cuja edição de 2009 começa às 16h47 de quinta-feira (a elite das mulheres começa a correr 17 minutos antes), tem o valor das inscrições como uma das duas principais fontes de faturamento. Os amadores pagaram uma taxa que variou, de acordo com quando ela foi paga, de R$ 75 a R$ 90. Assim, na pior das hipóteses, a organização, com os 20 mil inscritos, vai arrecadar R$ 1,5 milhão. Na Maratona de Nova York, a inscrição custa, no mínimo, o equivalente a mais de R$ 250.

Advogados da Globo não liberam novela de Aguinaldo Silva

VITOR MORENO
colaboração para a Folha Online

A próxima novela de Aguinaldo Silva, que tem o título provisório de "Marido de Aluguel", ainda não conseguiu ser aprovada pelo departamento jurídico da Globo.

A informação foi postada pelo autor de "Senhora do Destino" e "Cinquentinha" em seu blog nesta semana e confirmada ontem pela Central Globo de Comunicação.

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A novela está sendo analisada pelos advogados da emissora porque eles acreditam que pode haver "problemas em relação à autoria, que precisam ser sanados", segundo o autor.

No blog, Aguinaldo conta que quinze pessoas, que participaram de uma oficina de roteiros ministrada por ele, colaboraram com o projeto.

"Embora todas [as pessoas] tenham assinado documento renunciando aos direitos sobre ele [o roteiro], é preciso que haja certeza -estabelecida juridicamente- de que isso não será contestado", explica.


Zé Paulo Cardeal/TV Globo
Aguinaldo Silva, de "Senhora do Destino" e "Cinquentinha"; última novela do autor ainda não foi liberada pelos advogados da Globo
Aguinaldo Silva, de "Senhora do Destino" e "Cinquentinha"; última novela do autor ainda não foi liberada

Aguinaldo diz que, caso o acerto não ocorra, a novela não deve ir ao ar.

"Sou muito pragmático quando a essa possibilidade. Para mim, sinopse é igual a orgasmo, a gente perde um, mas daqui a cinco minutos tem outro", diz.

Ele diz ainda que, caso a sinopse não se transforme em novela, deixará de dar aulas de roteiro.

"A ideia original foi minha, e eu não posso, pelo menos uma vez por ano, inventar uma história original e depois dá-la como perdida... ainda mais de graça", escreveu.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Morre a atriz Mara Manzan aos 57 anos


* * * Fonte: Portal Terra * * *

Morreu nesta sexta-feira (13) a atriz Mara Manzan. Ela tinha 57 anos e estava internada desde o último sábado (7) no Hospital Rio's D'Or, no Rio de Janeiro, por conta de complicações no tratamento de um câncer no pulmão. Segundo o hospital, a atriz morreu às 8h15m.

Mara já havia sido internada no início de outubro no Hospital São Vicente, na Gávea, também no Rio de Janeiro, com pneumonia. A atriz lutava desde 2008 contra um câncer de pulmão que chegou a obrigá-la a se manter afastada das gravações da novela Caminho das Índias no início de 2009.

Nascida em São Paulo no dia 28 de maio de 1952, Mara Virgínia Manzan iniciou sua carreira artística aos 17 anos, ao assistir a uma peça no Teatro Oficina. Apaixonada pelo teatro, tornou-se uma espécie de faz-tudo nos bastidores até ter a oportunidade de substituir uma das atrizes.

Durante a carreira, Mara protagonizou cenas inusitadas. Trabalhou como animadora de Carnaval em Juazeiro do Norte, no Ceará, invadiu uma edição da corrida de São Silvestre para mostrar suas habilidades na pirofagia e chegou a cuspir fogo para a cantora Madonna durante uma das passagens da popstar pelo Brasil.

Apesar de ter começado a carreira ainda adolescente, tornou-se conhecida do grande público ao interpretar a personagem Odete na novela O Clone, na qual fez sucesso com o bordão "Cada mergulho é um flash!".

Mara dava vida à personagem Amara na novela global Duas Caras, em 2008, quando descobriu um nódulo em seu pulmão e foi diagnostica com câncer. Ela fumou durante 40 anos. Em 1998, Mara lutou contra um outro câncer, o de útero. Seu último papel na TV foi como Ashima, uma indiana que vivia no Brasil na novela Caminho das Índias.

No dia 5 de outubro, Mara escreveu em seu blog pela última vez. No post, a atriz escreveu: "Estou novamente num momento muito feliz da minha vida, graças a Deus estou me sentindo cada dia melhor, cheia de vontade de trabalhar, hoje eu li uma frase do querido Neguinho da Beija-Flor que vale pra todos nós: 'Só da gente ter direito à vida é o suficiente pra viver sorrindo'. Hoje eu posso dizer que valorizo muito mais a vida, quero morrer bem velhinha, se possível ver meus netos grandes, quem sabe ser uma biza (sic) bem animada, sempre trabalhando e trazendo alegria no coração pros meus queridos fãs que estiveram todo o tempo do meu lado me dando força, me ajudando sempre a confiar." Trajetória na televisão:

2008 - Caminho das Índias
2007 - Duas Caras
2006 - Cobras & Lagartos
2005 - América
2004 - Senhora do Destino
2004 - Da Cor do Pecado
2003 - Kubanacan
2001 - O Clone
1999 - Terra Nostra
1998 - Você Decide
1999 - Ô Coitado
1998 - Pecado Capital
1998 - Hilda Furacão
1996 - Salsa e Merengue
1994 - A Viagem

Trajetória no Cinema

2003 - Herman
2000 - De Cara Limpa
1997 - Mundo VIP
1982 - Bonecas da Noite

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Morre, aos 75 anos, a atriz Dirce Migliaccio


Da Redação




São Paulo - Morreu hoje no Rio de Janeiro, aos 75 anos, a atriz Dirce Migliaccio. Segundo a secretaria municipal da Saúde, ela estava internada com quadro de pneumonia e infecção urinária desde o último dia 8, quando deu entrada na enfermaria do Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Dez dias depois, ela foi transferida para o Hospital Municipal Álvaro Ramos, em Jacarepaguá, onde faleceu.

Em abril deste ano, Dirce também precisou ser hospitalizada após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). A atriz ficou mais conhecida por ter interpretado a Emília do Sítio do Pica-Pau Amarelo, em 1977, e uma das irmãs cajazeiras da telenovela "O Bem-Amado", de Dias Gomes. Ela é irmã do também ator Flávio Migliaccio, que acaba de interpretar Karan Ananda em "Caminho das Índias".

(com informações da Agência Estado)


quinta-feira, 3 de setembro de 2009

"Caminho das Índias": Saiba tudo o que vai acontecer no último capítulo da novela

A coluna "Retratos da Vida", do jornal Extra, publicou, nesta quinta-feira (03), detalhes do capítulo final de "Caminho das Índias", da Rede Globo, que vai ao ar no dia 11 de setembro. Embora mudanças possam ocorrer até lá, todos os personagens já têm seu fim definido, com exceção de Opash (Tony Ramos). Confira:

Maya e Raj

A principal pergunta dos fãs da trama, provavelmente, é se o casal vai ficar junto. Sim, Maya (Juliana Paes) e Raj (Rodrigo Lombardi) darão ao público o típico final feliz. A cena promete ser a mais emocionante do último capítulo.

Dado como morto, após um acidente de trem, Raj procura por Pandit (José de Abreu), que se assusta. Ele pergunta o que houve com Maya e, ao ouvir que a mulher está nos becos de Varanasi, vai atrás dela.

Raj e Maya se avistarão de longe e, emocionados, correm um em direção ao outro. "Nós construímos um amor, agora eu sei", finaliza o empresário.

Bahuan

O personagem de Márcio Garcia, inicialmente apontado como verdadeiro amor de Maya, aparece pouco no último capítulo. Ele e Shivani (Thaila Ayala) se casam.

Maya e Raj verão o cortejo de longe. Ela fica um pouco constrangida, mas o marido dirá: "Que sejam felizes como nós somos".

Rede Globo/Divulgação

Bahuan não terá Maya

Surya

A verdade sobre a gravidez da cunhada de Maya, vivida por Cleo Pires, não será revelada. Surya compra o bebê, mas descobrirá que "deu à luz" uma menina. "Estou perdida, vou voltar a ser criada da casa", dispara.

Yvone

Diferentemente do que já foi dito, a vilã não morre no final. Yvone (Letícia Sabatella) será presa e, com o deslize de um carcereiro, vai fugir. Ela sabe que algumas presas terão o direito de sair para visitar as mães e diz ao carcereiro que gostaria de abraçar a sua. Com pena, o funcionário dá cobertura para ela, que supostamente ficaria 2h fora da cadeia, com a "mãe". Obviamente, Yvone não volta - e se dá bem.

Rede Globo/Divulgação

Yvone: a vilã que se dá bem no final

Raul

Algo que Raul (Alexandre Borges) nunca terá é o perdão definitivo da família. Ele entregará o dinheiro que tem a Silvia (Débora Bloch), para que ela invista no futuro de Júlia (Vitória Frate). Depois, seguirá para o interior, onde ninguém o conhece, e só voltará ao Rio em função do processo.

Silvia dará um irmão à problemática filha. Ela descobre que está grávida de Murilo (Caco Ciocler).

Norminha e Abel

Todo mundo já sabe que os dois vão se reconciliar - com um detalhe: Norminha (Dira Paes) voltará a dar o tal leitinho para o marido. Abel (Anderson Müller), no entanto, dormirá com um sorriso na cara, enquanto a mulher volta para a pegação.

Rede Globo/Divulgação

Norminha volta a dar o leitinho a Abel, mas ele acha bom

Tarso e Tônia

O esquizofrênico vai deixar a mãe, Melissa (Christiane Torloni), orgulhosa. Escondida, ela assiste a uma apresentação do filho na clínica. O rapaz canta "Maluco Beleza", de Raul Seixas, e é surpreendido por Tônia (Marjorie Estiano), que o beija apaixonadamente. Os dois vão se casar na Gafieira Estudantina, com direito a show de Maria Bethânia.

Rede Globo/Divulgação

Tarso e Tônia: final feliz

Camila e Ravi

O casal, interpretado por Ísis Valverde e Caio Blat, descobrirá que será pai de gêmeos, para felicidade absoluta da família.

Rede Globo/Divulgação

Camila será mãe de gêmeos

Zeca

O inconsequente filho de César (Antônio Calloni) e Ilana (Ana Beatriz Nogueira), pagará pelo atropelamento de Duda (Tânia Kalill), que perde o bebê. Réu primário, Zeca (Duda Nagle) cumprirá a pena em liberdade e prestará serviços no Projeto Viva Cazuza.

Outra notícia vai abalar a família. Na TV, o jornal anuncia que alguns jovens entraram na Justiça contra um banco de sêmen, exigindo o direito de saber quem são seus pais. Cerca de 20 deles aparecerão na entrada na porta do prédio com cartazes que trazem: "Papai".

Inês

A neta de Cadore (Elias Gleiser) vai ganhar a presidência da empresa, depois de dizer a Ramiro (Humberto Martins) que fez um relatório completo e importante. Inês (Maria Maya) é, então, apontada por Cadore como a pessoa perfeita para comandar os negócios.

Videomensagem

Maya e Raj devem ficar juntos? Surya será desmacarada? Ivone vai escapar de todos os seus crimes? Grave um vídeo contando o final que você gostaria de ver na novela!


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