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quinta-feira, 11 de junho de 2020

Com maior uso da internet durante pandemia, número de reclamações aumenta; especialistas apontam problemas mais comuns

Com mais tempo em casa durante a quarentena, tráfego na internet aumentou, bem como o número de reclamações — Foto: Claudio Schwarz/Unsplash

* * * Extraído do Portal G1 * * *

Especialistas afirmam que rede é sólida, mas problemas podem ser encontrados para acessar alguns serviços que estão com alta demanda ou para realizar tarefas do trabalho em casa.

Por Thiago Lavado, G1
 



O uso da internet no Brasil cresceu durante a quarentena: o aumento foi entre 40% e 50%, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), e a alta foi ainda maior para servidores internacionais.

Mas com o aumento do consumo também houve aumento de reclamações. As instabilidades aumentaram e a própria Anatel registrou um número maior de reclamações de usuários a partir da segunda quinzena de março — quando o isolamento passou a ser a regra para muita gente. Alta semelhante foi sentida no portal ReclameAqui, que agrega queixas de usuários na internet.


Em março, a Anatel registrou 67 mil reclamações relativas a banda larga, com concentração a partir da segunda quinzena. Em abril, o volume passou de 74 mil e em maio o número foi semelhante, com mais de 73 mil queixas. No ano passado, houve 50 mil reclamações em março, 48 mil em abril e 47 mil em maio.

O site ReclameAqui, que agrega queixas dos usuários, também viu o número de publicações contendo o termo “internet” crescer: de 12 mil em março para mais de 14 mil em abril.

Velocidade de download caiu, e usuários sentiram

Dados do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC) mostram a influência da pandemia de coronavírus na qualidade da internet no Brasil. Após o primeiro caso da doença, em março, o Brasil registrou velocidade de download abaixo da média e o tempo de resposta ficou acima da média — o que significa que as solicitações aos servidores ficaram mais demoradas.

A situação tem se normalizado, segundo as medições do NIC, mas foi sentida pelos usuários.
A advogada Clara Coutinho, por exemplo, teve que renovar a conexão de seu apartamento em São Paulo durante a quarentena.

Precisando trabalhar de casa, o sinal não era bom no quarto que transformou em escritório. “Eu passava a maior parte do meu tempo fora de casa. Quando usava a internet aqui era para coisas simples ou streaming na própria sala”, afirma.

Por causa disso, investiu: contratou um pacote com velocidade maior e instalou uma rede de distribuição WiFi, para melhorar a qualidade da recepção no novo escritório. “Com milhares de reuniões de vídeo com clientes, e sempre minha internet caindo ou cortando, resolvi aumentar a velocidade”.

Durante a pandemia, quarto virou escritório e precisou de adaptação, com um novo ponto de WiFi e pacote com maior velocidade. — Foto: Clara Coutinho


A rede toda pode parar de funcionar?

 

Especialistas dizem que não existe risco de colapso da rede no país e que a estrutura é sólida, e a própria Anatel firmou uma parceria com as operadoras e prestadoras de serviço para manter a conectividade durante a pandemia.

“As grandes prestadoras de telecomunicações providenciaram expansões de capacidade em suas redes para absorver a alta de demanda de tráfego. Os pequenos provedores e suas associações se empenharam em otimizar suas redes para esta situação”, disse a Anatel em nota.

Mas as mudanças causadas pelo isolamento — mais gente trabalhando em casa e maior uso da internet durante o tempo livre — mudaram o padrão de consumo no Brasil e, também, como muitos usuários percebem o acesso à rede.

"Houve uma migração abrupta do tráfego de dados dos escritórios para as casas das pessoas, o que pode ter provocado problemas pontuais, mas sem causar instabilidade às redes, que continuam operando normalmente", afirmou em nota o Sinditelebrasil, que representa as operadoras de telefonia e provedores de internet no país.
Para especialistas ouvidos pelo G1, podem existir vários culpados pelas reclamações dos usuários:

·         Rede com pouca banda ou equipamentos ruins;
·         Serviços com aumento da demanda e muitas pessoas utilizando;
·         Diferença de expectativa sobre a capacidade da rede doméstica com aumento do uso.

Serviço às vezes não é ideal

Dados da última pesquisa TIC Domicílios, que afere como e quantos brasileiros estão conectados à internet, mostraram mais uma queda no uso de computadores domésticos: 42% dos usuários usaram um computador como meio de acesso em 2019, uma queda ante o ano anterior. Em comparação, 99% dos usuários se conectaram pelo celular.

De acordo com Milton Kaoru Kashiwakura, Diretor de Projetos Especiais e de Desenvolvimento no NIC, o percentual de casas com desktop é baixo e as pessoas, na maioria dos casos, passaram os últimos anos acessando a internet nas residências apenas com celular. Agora, com a necessidade de novas atividades por causa da pandemia, o impacto de redes domésticas menos potentes pode estar sendo sentido.

“Algumas empresas estão deslocando equipamento das empresas para as residências. Para quem estava acostumado a usar apenas dispositivo móvel e agora está com notebook em casa, está enfrentando uma dificuldade maior”, explica.

A situação piora em bairros afastados e nas regiões do Brasil mais distantes dos grandes centros. Nesses lugares, há menor oferta de planos, menor concorrência entre provedores e às vezes faltam conexões mais parrudas, como por fibra ótica, o que pode explicar velocidades mais baixas e conexões mais instáveis.

“Não há justificativa para a falta de banda quando a última milha está bem resolvida. Nos grandes centros isso tá bem resolvido, existe competição. Se não atender bem, o usuário migra de provedor. Mas em grande parte do brasil só tem um provedor e o usuário fica sem opção”, explica Kashiwakura.
Sites podem ter sobrecarga

Os serviços on-line, sites e aplicativos, estão hospedados em algum servidor, que recebe as demandas de acesso dos usuários da internet. Quando um serviço recebe mais demanda do que tem capacidade de suportar, isso se traduz em problemas da conexão, como redução de qualidade no caso de vídeos e áudios, ou mesmo na queda do serviço. Alguns cyber-ataques até utilizam essa lógica para derrubar sites, por exemplo.

Foi justamente para evitar sobrecargas que os principais provedores de conteúdo do país, ainda no final de março, reduziram a qualidade do streaming de vídeo, para evitar sobrecarga nos serviços — já que o número de pessoas consumindo ao mesmo tempo aumentou.

“Alguns serviços que estão planejados para ter uma certa capacidade de processamento computacional podem ficar sobrecarregados”, explica Luiz Fernando Bittencourt, professor do Instituto de Computação da Unicamp e membro do IEEE, instituto que promove o avanço tecnológico.

Segundo ele, essa redução feita pelas empresas que fornecem conteúdo em vídeo aconteceu porque houve um dimensionamento para atender à demanda.

“Evita que a capacidade do servidor seja sobrecarregada por muitos usuários ao mesmo tempo”, disse Bittencourt.

Depois desse redimensionamento, o relatório do NIC apontou para taxas de download e de tempo de resposta mais próximas do que é medido normalmente pelo núcleo. A própria Anatel citou o caso como medida necessária para manter a qualidade da internet.

"Serviços e plataformas online, antes explorados com menor frequência, ganharam popularidade e força e, por consequência, tiveram que se adaptar e ampliar a sua infraestrutura para atender à demanda", disse o Sinditelebrasil.

A rede de casa não é a rede do trabalho

A contratação de serviço de internet não é necessariamente a mesma em casas e empresas.
Em grandes companhias, é comum a existência de uma rede interna e a contratação de um serviço dedicado, que deve manter velocidade constante e um padrão no fornecimento do serviço.

Já dentro de casa existem taxas mínimas de consumo, estabelecidas pela Anatel. As operadoras devem fornecer pelo menos 40% da velocidade. No mês, a média de velocidade não pode ser menor do que 80% do valor contratado.


Contratação do serviço residencial difere do que é feito em grandes empresas, e isso pode ser sentido pelo usuário — Foto: Mike Gieson/Freeimages.com


Para o designer Hugo Vinícius, que passou a ter problemas durante conferências e reuniões em vídeo, esse foi um dos fatores que desmotivou a contratação de um pacote melhor de internet.
Por causa da pandemia, ele foi para o interior de São Paulo e pensou em aumentar a velocidade da conexão, mas abandonou a ideia. "Desisti simplesmente porque tenho certeza que isso vai me gerar algum problema no futuro, com cobrança indevida ou taxas abusivas".

Além da diferença no tipo de serviço contratado, redes corporativas internas permitem o compartilhamento de conteúdo sem necessidade de trafegar pela internet. Em casa, essa prerrogativa não existe: todos os dados passam pela rede pública e competem com outros usuários da residência ou do mesmo prédio, que também podem estar trabalhando ou estudando naquele momento.

“Tem uma sensação de aumento de tráfego pelo trabalho em casa. Diversos serviços que eram presenciais, passaram a ser remotos” afirma José Eduardo de Freitas, diretor de conectividade, mídia e IP na CenturyLink, empresa especializada tecnologia de telecomunicações.

De acordo com ele, a empresa viu o tráfego crescer mais de 60% nas primeiras semanas de home office e muitas empresas começaram a contratar mais banda e aprimorar suas estruturas de rede, para suportar o aumento no número de conexões remotas.

“Algumas empresas não tinham o conceito de home office e tiveram que criar uma estrutura para isso”, afirma. “Esse prazo de adaptação afeta a percepção do usuário [sobre a internet]”.

sábado, 13 de maio de 2017

Após ataque de ransomware, Microsoft atualiza o Windows XP



* * * Extraído do Portal G1 * * *

Sábado, 13/05/2017, às 16:09, 
A Microsoft decidiu liberar uma atualização de segurança para o Windows XP para que usuários do sistema lançado em 2001 possam se proteger da brecha de segurança usada pelo vírus de resgate WannaCry. O WannaCry atacou computadores em mais de 70 países e conseguiu um êxito "sem precedentes" entre os vírus de resgate graças ao uso de uma brecha de segurança grave no Windows.

A falha de segurança existe no SMBv1, a primeira versão de um protocolo de comunicação criado para compartilhar arquivos e impressoras em redes de empresas. O protocolo foi desenvolvido em 1983 e adotado pela Microsoft após adaptações em 1990. Por esse motivo, a brecha usada pelo vírus é capaz de atacar mesmo algumas versões antigas do Windows, como o XP.

A Microsoft deixou de publicar atualizações do Windows XP em abril de 2014. Desde então, apenas organizações com contratos especiais de suporte junto à Microsoft recebem atualizações para corrigir falhas no sistema operacional. Os demais usuários ficam vulneráveis a uma série de ataques possibilitados pelas vulnerabilidades.

"Ver empresas e indivíduos afetados por ciberataques, como o que foi relatado hoje, foi doloroso", escreveu Phillip Misner, gerente do grupo de segurança da Microsoft, em um blog da companhia. "Nós decidimos tomar a excepcional medida de fornecer uma atualização de segurança para que todos os clientes protejam as plataformas Windows que só recebem suporte personalizado, inclusive o Windows XP, o Windows 8 e o Windows Server 2003", afirmou a empresa.

"Tomamos essa decisão com base em uma avaliação da situação, mantendo em mente o princípio de proteger o ecossistema geral dos nossos clientes", justificou o executivo.

Por "proteção do ecossistema", Misner se refere ao fato de que computadores com versões antigas do Windows, quando contaminados por virus, também atacam ou prejudicam sistemas com versões mais novas.

A atualização para todas as versões do Windows pode ser baixada pelo catálogo do Microsoft Update (aqui). 

O Windows XP agora é seguro?
Apesar do lançamento desta atualização extraordinária para o Windows XP, o sistema ainda possui uma série de outras vulnerabilidades não corrigidas. É necessário migrar para uma versão mais recente do Wnidows ou de outro sistema operacional para não ficar sujeito a ataques que explorem brechas no sistema como o WannaCry.

Windows 10 possui falha, mas não foi atacado


O Windows 10 também possui a brecha utilizada pelo vírus WannaCry. Segundo a Microsoft, porém, o código usado pelo vírus não é capaz de atacar o Windows 10, apenas computadores com Windows 7 e Server 2008.

O vírus so funciona no Windows 10 se for executado de outra maneira, como pelo download de um anexo ou link recebido por e-mail.

Mesmo assim, a Microsoft recomenda que usuários de versões mais novas do Windows desativem o SMBv1. O Windows 10 é capaz de usar as versões mais novas do protocolo (SMBv2 e SMBv3), ambas mais seguras do que a versão original.

Para desativar o protocolo no Windows 10, acesse a tela "Ativar ou desativar recursos do Windows" (esta tela pode ser acessada pelo menu inicial ou pelo Painel de Controle, em Programas e Recursos). Na janela que aparece, desative o "Suporte para compartilhamento de arquivos SMB 1.0". 

Alguns recursos podem deixar de funcionar quando o SMB 1.0 for desativado, especialmente o compartilhamento de arquivos com dispositivos não Windows (como servidores de arquivo em roteadores). Caso a ausência do recurso cause problemas, ele pode ser reativado.

Diferente do Windows XP, que só recebeu uma atualização nesta sexta-feira (12), o Windows 10 e o Windows 7 receberam a atualização no dia 14 de março.
 

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com


Tags: G1, Internet, Invasão, Hacker, Microsoft, Programa, Segurança, Windows

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Kassab volta atrás e diz que não haverá mudanças no modelo de banda larga

"Não haverá mudanças no modelo atual de planos", desmentiu o ministro


* * * Extraído do Portal UOL * * *

Do UOL, em São Paulo
13/01/201715h49 Atualizada 13/01/201716h16

O ministro da Tecnologia, Gilberto Kassab, desmentiu nesta sexta-feira (13), por nota, que o governo iria permitir que as operadoras de internet banda larga fixa passassem, neste ano, a impor limites de dados para assinantes.
"O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, esclarece que não haverá mudanças no modelo atual de planos de banda larga fixa, reiterando seu compromisso em atender o interesse da população e do consumidor", diz a íntegra da nota enviada pela assessoria de comunicação do ministério.
A nova declaração veio após Kassab afirmar, em entrevista ao portal "Poder 360" publicada na quinta-feira (12), que permitiria às operadoras estabelecerem os limites de dados nos contratos de internet fixa. "A nossa meta é no segundo semestre", disse.
"O nosso objetivo é beneficiar o usuário. O ministério trabalha para que o usuário seja beneficiado com melhores serviços. Esperamos que esse serviço seja o mais elástico possível, mas que tenha um ponto de equilíbrio, pois as empresas têm os seus limites", continuou o ministro, que não explicou quais seriam os "benefícios" ao usuário.https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001892;ord=1484331606835
Na manhã desta sexta-feira (13), o presidente da Anatel, Juarez Quadros, afirmou que o ministro teria "se equivocado" na entrevista sobre a limitação de dados.
"Conversei com o ministro Kassab e ele reconheceu que cometeu um equívoco. A Anatel mantém a ação cautelar [emitida em abril para impedir que as operadoras bloqueiem o serviço após superar o limite da franquia de dados] e não há hoje intenção ou política de governo que indique o contrário", disse Quadros.
Ele reforçou o que havia dito em uma audiência pública em dezembro na Comissão de Transparência e Governança Pública do Senado: "A cautelar está em vigor e não penso em tratar dessa questão tão cedo".
Consulta em andamento
Apesar dos desmentidos, continua em vigor uma consulta pública da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para "colher subsídios técnicos" para fundamentar a decisão da agência sobre o tema. Além disso, personalidades do meio acadêmico estão sendo convidadas pela entidade para dar seus argumentos. O prazo da consulta pública se encerrará em 30 de abril.

Tags: Anatel, Atualidades, Banda Larga, Consumidor, Internet, Notícia, Tecnologia, UOL

Governo confirma que limitará dados na banda larga fixa neste ano



* * * Extraído do Portal UOL * * *

Do UOL, em São Paulo
13/01/201708h35 Atualizada 13/01/201709h25

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, confirmou, em entrevista ao portal "Poder 360", que o Governo Federal vai limitar os dados para assinantes de banda larga fixa neste ano. "A nossa meta é no segundo semestre", disse.
"O nosso objetivo é beneficiar o usuário. O ministério trabalha para que o usuário seja beneficiado com melhores serviços. Esperamos que esse serviço seja o mais elástico possível, mas que tenha um ponto de equilíbrio, pois as empresas têm os seus limites", continuou o ministro, que não explicou quais seriam os "benefícios" ao usuário.
Em entrevista ao UOL em outubro, o presidente da Anatel, Juarez Quadros, havia se esquivado de emitir posição favorável ou contrária à limitação: "Tenho que ver primeiro o que ocorre no mundo para poder ter um balizamento. Quais são as disposições? Quais os ritos de mercado? Qual é a demanda do consumidor? Qual é a velocidade que ele precisa?"
Ele havia lembrado, na época, que nos EUA há operadoras que realizavam a limitação --mas como as velocidades e qualidade de conexão eram satisfatórias, "os consumidores são atendidos por uma condição normal"--, enquanto em alguns países, como na Alemanha, a limitação é proibida.
Entenda
Em abril do ano passado, a operadora Vivo havia decidido cortar a internet fixa depois que o usuário atingisse o limite de dados. Isso ocorreria para novos clientes, pelo menos a princípio.
Na época, as outras operadoras afirmavam que não iriam cortar o acesso, mesmo que alguns planos atualmente em vigor já estabeleçam franquias de dados nos contratos dos planos. O que acontecia até então era redução de velocidade em alguns casos.
Dias depois do anúncio da Vivo, a Anatel publicou no Diário Oficial da União norma que impedia as operadoras de reduzirem, cortarem ou cobrarem tarifas excedentes de consumidores que esgotarem as franquias, sem que houvesse ferramentas que ajudem os clientes a ter informações sobre seus planos.
No entanto, em meio à discussão, o então presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), João Rezende, disse que a regulamentação da agência permite que as operadoras de internet fixa adotem um limite para o consumo. Por enquanto, é isso o que está valendo.


Tags: Anatel, Atualidades, Banda Larga, Consumidor, Internet, Notícia, Tecnologia, UOL

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Receita Federal lança serviço que permite atualizar dados do CPF pela internet


* * * Extraído do Site da Receita Federal * * *


A Receita Federal (RFB) disponibilizará na próxima segunda-feira, 16 de janeiro, serviço gratuito de atualização de dados cadastrais no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) em seu sítio na Internet. O novo serviço ficará disponível 24h por dia, inclusive nos feriados e finais de semana.
O serviço poderá ser utilizado por brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil, independentemente da idade. A RFB estima em cerca de 191 milhões os potenciais usuários desse serviço.
Para atualizar quaisquer dados cadastrais de seu CPF, tais como nome, endereço e telefone, o contribuinte deverá preencher formulário eletrônico, disponível no endereço receita.fazenda.gov.br.
O atual serviço presencial de alteração de CPF continuará sendo disponibilizado em unidades de atendimento dos Correios, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Nesse caso, há cobrança de tarifa de serviço no valor de até R$ 7,00.
Novos modelos de Comprovantes CPF com QR Code
A RFB disponibilizará também, em 16/01/2017, novos modelos de Comprovantes de Inscrição e de Situação Cadastral no CPF.
O contribuinte poderá emitir o comprovante por meio do sítio da Receita Federal. A RFB estima em cerca de 192,4 milhões os potenciais usuários desse serviço.
Vantagens do CPF Com QR CODE:
1) Simplificação do processo de verificação da autenticidade do comprovante – Atualmente, a Receita Federal disponibiliza serviço de Confirmação da Autenticidade do Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral em seu sítio na Internet. Ocorre que, na prática, ele é pouco utilizado, pelos seguintes motivos: a) exige que os dados do documento (NI CPF, Código de Controle, data da Emissão e Hora da Emissão) sejam informados na íntegra para validação; b) os contribuintes utilizam cada vez mais a Internet por meio de dispositivos móveis.
=> Com o QR CODE, a confirmação da autenticidade dos comprovantes CPF será mais ágil, simples e garantirá segurança para quem consulta.
2) Melhoria no ambiente de negócios – Em bancos, empresas públicas e privadas, a confirmação da autenticidade do documento CPF apresentado é uma obrigatoriedade prevista no art. 4º da IN RFB 1.548/2015. Todavia, o volume de operações diárias, às vezes, inviabiliza esse procedimento. Com a implementação do QR CODE no CPF, o processo de confirmação poderá ser realizado em todos os atos negociais em que o documento for apresentado.
3) Redução do risco de fraude – Os dados dos comprovantes CPF com o QR CODE serão validados em tempo real com as informações constantes na base de dados da Receita Federal.
A Receita Federal ressalta que os cartões CPFs, bem como os comprovantes CPFs emitidos de acordo com a legislação vigente à época, permanecem válidos.
Tags: Atualidades, CPF, Documentos, Internet, Receita Federal, Tecnologia

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

De iPhone a Android: saiba em que aparelhos o WhatsApp deixa de funcionar


* * * Extraído do Portal UOL * * *

Do UOL, em São Paulo
02/12/201616h07 Atualizada 03/01/201710h45
Se você tem um celular muito antigo, provavelmente não vai poder utilizar mais o WhatsApp. Desde o começo de 2017, o aplicativo de mensagens deixou de funcionar nos celulares que rodam Android 2.1 ou 2.2, Windows Phone 7 e iPhone 3GS/iOS6.
E a partir de 30 de junho, o WhatsApp deixará de ser viável no Blackberry OS e Blackberry 10, Nokia S40 e Nokia Symbian S60. 
"Enquanto olhamos para os próximos anos, queremos focar nossos esforços em plataformas mobile que a vasta maioria dos nossos usuários utiliza", disse a empresa em nota. "Estas plataformas foram muito importantes na nossa história, mas já não têm a capacidade necessária para expandir as funções do nosso aplicativo no futuro."
Se as pessoas afetadas quiserem continuar usando o app para se comunicar precisarão comprar um modelo mais atualizado.
http://t.dynad.net/pc/?dc=5550001892;ord=1483451731469https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001577;ord=1483451734886
Por outro lado, é possível que o aplicativo tenha mais melhorias quantitativas nos próximos anos com as mudanças.
O WhatsApp lembrou que quando surgiu, em 2009, "cerca de 70% dos smartphones vendidos tinham sistemas operacionais do BlackBerry e da Nokia", mas hoje os sistemas oferecidos por Google, Apple e Microsoft representam 99,5% das vendas do setor.
A maioria dos sistemas operacionais que vai perder o WhatsApp já não é instalada em novos telefones nem atualizada pelas suas companhias.Se você tem um celular bastante antigo, provavelmente não vai poder utilizar mais o WhatsApp. O aplicativo de mensagens deixará de funcionar nos sistemas operacionais de celulares em 2017.

Tags: Atualidades, Internet, Tecnologia, Telefonia, UOL, WhatsApp

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Vitória tem internet móvel mais rápida e São Paulo ganha na fixa, diz site


* * * Extraído do Portal UOL * * *

Fabio Andrighetto
20/12/201606h00

O site Minha Conexão disponibiliza uma avaliação online de velocidade para internet fixa e móvel em todo o Brasil. Munido dos dados de milhões de testes, o site divulga um relatório trimestral com os provedores mais rápidos. No último resultado, São Paulo (SP) lidera na internet fixa, 24 Mbps (Megabits por segundo) em média, e Vitória (ES) na móvel, com média de 15,8 Mbps.

Com velocidades aproximadas, a cidade de São Paulo mantém uma disputa acirrada com São Caetano do Sul (SP) - 22,3 Mbps. No penúltimo relatório de internet fixa, o município da Grande São Paulo estava à frente, deixando a capital paulista em segundo lugar e Osasco (SP) em terceiro.

Vitória tirou de São Paulo (12 Mbps) o título de capital mais rápida em telefonia móvel que ostentou por meses. Florianópolis (SC) caiu de segundo para sexto lugar, com 10 Mbps de velocidade em média.
http://t.dynad.net/pc/?dc=5550001892;ord=1482256422256https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001580;ord=1482256430096


Além dos "velocímetros" de cada cidade,  o site Minha Conexão apresenta um ranking dos dez provedores mais rápidos do Brasil e um mapa interativo no qual o consumidor pode encontrar e comparar serviços.

Com os resultados, também é possível acompanhar quais são os melhores de sua região. O exame pode ser realizado por qualquer um gratuitamente e ajuda a saber se você está recebendo o serviço pelo qual paga.

O site conserva registros de seus testes que ajudam em um comparativo pessoal. Se você testar semanalmente, de preferência no mesmo dia da semana e no mesmo horário --toda quarta-feira, às 17h, por exemplo--, terá um balanço detalhado da variação de sua conexão.

Existe um número mínimo de testes que devem ser realizados para que uma operadora apareça no resultado (no mínimo, 0,3% das amostras). Por isso, nem todas surgem nos relatórios trimestrais.

Os responsáveis pelo site alegam que podem desclassificar provedores se tentativas de manipulação forem detectadas. O último relatório trimestral divulgado pelo site usou mais de 18 milhões de testes feitos por usuários.

Ranking da banda larga fixa por capital: 
§  1° - São Paulo - SP: 24Mbps
§  2° - Curitiba - PR: 18.8Mbps
§  3° - Porto Alegre - RS: 15.6Mbps
§  4° - Belo Horizonte - MG: 15.5Mbps
§  5° - Natal - RN: 15.5Mbps
§  6° - Rio De Janeiro - RJ: 15.2Mbps
§  7° - Florianópolis - SC: 13.7Mbps
§  8° - Vitória - ES: 13.2Mbps
§  9° - Brasília - DF: 12.9Mbps
§  10° - Goiânia - GO: 12.9Mbps
§  11° - Fortaleza - CE: 12.3Mbps
§  12° - Aracajú - SE: 12.2Mbps
§  13° - Salvador - BA: 12.2Mbps
§  14° - Maceió - AL: 11.6Mbps
§  15° - Recife - PE: 11.5Mbps
§  16° - João Pessoa - PB: 10.8Mbps
§  17° - Belém - PA: 10.7Mbps
§  18° - Campo Grande - MS: 10.5Mbps
§  19° - Manaus - AM: 9.7Mbps
§  20° - Cuiabá - MT: 8.9Mbps
§  21° - São Luís Do Maranhão - MA: 6.4Mbps
§  22° - Palmas - TO: 5.7Mbps
§  23° - Macapá - AP: 4.9Mbps
§  24° - Teresina - PI: 4.6Mbps
§  25° - Porto Velho - RO: 4.4Mbps
§  26° - Rio Branco - AC: 4.3Mbps
§  27° - Boa Vista - RR: 3.4Mbps

Ranking da banda larga fixa por operadora: 
§  1° - Copel: 26.4Mbps
§  2° - Live Tim: 23.8Mbps
§  3° - Net Virtua: 18.8Mbps
§  4° - Gvt: 15.6Mbps
§  5° - Vivo: 12.5Mbps
§  6° - Ctbc: 10.2Mbps
§  7° - Claro: 6.8Mbps
§  8° - Mastercabo: 5.9Mbps
§  9° - Velox: 5.7Mbps
§  10° - Sky: 2.6Mbps
Ranking da banda larga móvel por capital: 
§  1° - Vitória - ES: 15.8Mbps
§  2° - São Paulo - SP: 12Mbps
§  3° - Belo Horizonte - MG: 11Mbps
§  4° - Rio De Janeiro - RJ: 10.8Mbps
§  5° - Curitiba - PR: 10.3Mbps
§  6° - Florianópolis - SC: 10Mbps
§  7° - Campo Grande - MS: 9.4Mbps
§  8° - Goiânia - GO: 9Mbps
§  9° - Natal - RN: 8.3Mbps
§  10° - Porto Alegre - RS: 8.3Mbps
§  11° - Brasília - DF: 8.1Mbps
§  12° - Aracajú - SE: 7.6Mbps
§  13° - Recife - PE: 7.5Mbps
§  14° - Salvador - BA: 7.5Mbps
§  15° - Teresina - PI: 6.9Mbps
§  16° - Rio Branco - AC: 6.8Mbps
§  17° - Maceió - AL: 6.6Mbps
§  18° - João Pessoa - PB: 6.5Mbps
§  19° - Porto Velho - RO: 6.2Mbps
§  20° - Boa Vista - RR: 6Mbps
§  21° - Manaus - AM: 6Mbps
§  22° - Cuiabá - MT: 5.8Mbps
§  23° - Palmas - TO: 5.8Mbps
§  24° - Fortaleza - CE: 5.6Mbps
§  25° - São Luís Do Maranhão - MA: 5.5Mbps
§  26° - Belém - PA: 5.2Mbps
§  27° - Macapá - AP: 5.2Mbps

Ranking da banda larga móvel por operadora: 
§  1° - Vivo: 10.6 Mbps
§  2° - Claro: 9.8 Mbps
§  3° - Tim: 8.8 Mbps
§  4° - Oi: 8.5 Mbps
§  5° - Ctbc: 5.2 Mbps
§  6° - Nextel: 4.8 Mbps


Tags: Banda larga, Claro, Copel, CTBC, GVT, Internet, Live TIM, Mastercabo, Net, SKY, Tecnologia, UOL, Velox, Vivo