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quarta-feira, 1 de maio de 2024

Dia do Trabalho - 1º de Maio


 Dia do Trabalho no Brasil.

No Brasil, o Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. É uma data importante que celebra as conquistas dos trabalhadores ao redor do mundo e também serve como um lembrete das lutas históricas por melhores condições de trabalho, jornadas mais justas e direitos trabalhistas. No Brasil, o feriado é marcado por manifestações, eventos e também é um momento para reflexão sobre os desafios enfrentados pelos trabalhadores atualmente.



Dia do Trabalho no mundo.

O Dia do Trabalho é comemorado em diferentes datas ao redor do mundo, embora 1º de maio seja a data mais comum em muitos países. A origem dessa data remonta ao final do século XIX, quando movimentos trabalhistas exigiam melhores condições de trabalho, como jornadas mais curtas, salários dignos e condições mais seguras.

Nos Estados Unidos e no Canadá, o Dia do Trabalho é celebrado na primeira segunda-feira de setembro. Já em países como Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia, é comum comemorar o Dia do Trabalho na primeira segunda-feira de maio.

Em alguns países, o Dia do Trabalho é associado a diferentes tradições e eventos históricos, mas todos compartilham o objetivo de reconhecer e homenagear as contribuições dos trabalhadores para a sociedade e para a economia.

Tags: Dignidade, Economia, Emprego, Responsabilidade Social, Trabalhador, Trabalho

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Salário mínimo em dezembro deveria ser de R$ 3.856,23, segundo Dieese


* * * Extraído do Portal UOL * * *
Do UOL, em São Paulo
04/01/201711h34

Em dezembro, o salário mínimo ideal para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 3.856,23. O valor é 4,38 vezes o salário em vigor no mês passado, de R$ 880. A estimativa é do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) e foi divulgada nesta quarta-feira (4). 
O departamento divulga mensalmente uma estimativa de quanto deveria ser o salário mínimo para atender as necessidades básicas do trabalhador e de sua família, como estabelecido na Constituição: moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e Previdência Social. 
Esse valor é calculado com base na cesta básica mais cara entre as 27 capitais. Em dezembro, o maior valor foi registrado em Porto Alegre (R$ 459,02).
A diferença entre o salário mínimo real e o necessário caiu de novembro para dezembro. No mês anterior, o ideal era que ele fosse de R$ 3.940,41 (4,48 vezes o salário mínimo).
Mínimo de R$ 937
http://t.dynad.net/pc/?dc=5550001892;ord=1483543624176https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001577;ord=1483543630074
Desde o dia 1º de janeiro entrou em vigor o novo salário mínimo, de R$ 937, que valerá durante 2017.
O aumento de 6,48% sobre os R$ 880 de mínimo em 2016 foi feito com base na inflação, segundo o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).
Segundo o Dieese, 2017 é o primeiro ano em que o salário mínimo não teve aumento real (acima da inflação) desde 2003, início da série registrada pelo departamento.

Tags: Brasil, Dinheiro, Economia, Salário mínimo, Trabalhador, UOL

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Trabalhadores poderão solicitar registro profissional pela internet


* * * Extraído do Portal UOL * * *
Da Agência Brasil

Os trabalhadores das 14 categorias que dependem de registro para exercer a profissão poderão solicitá-lo via internet, a partir da próxima segunda-feira (29). Atualmente, a concessão do registro, feita pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), só pode ser feita mediante a apresentação do profissional nas superintendências do trabalho, com a documentação exigida. Para retirar o registro, a superintendência estabelece um prazo, sem que o profissional possa acompanhar o processo.

O novo sistema vai estar disponível na segunda-feira para os seguintes Estados: Acre, Alagoas, Amazônia, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

Bahia, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul serão os próximos estados a ser incluídos no novo sistema. No Distrito Federal, onde foram feitos os testes para a informatização, os registros online já podem ser feitos desde novembro do ano passado.

Por meio do Sirpweb (Sistema Informatizado de Registro Profissional), o trabalhador tem de informar, via internet, dados pessoais e relativos ao registro pretendido. Em seguida, será gerado um número de solicitação, discriminando a documentação que deverá ser protocolada na superintendência do Trabalho mais próxima do requerente. A partir de então, todo processo poderá ser acompanhado pela internet.

O registro profissional é um cadastro obrigatório a todos os trabalhadores que exercem atividades regulamentadas por legislação própria, entre os quais publicitários, jornalistas, artistas, radialistas, secretários e sociólogos. 

Tags: Carteira de trabalho, CLT, Trabalhador, Notícias, UOL

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Comissão do Senado aprova troca de benefício de aposentado que ainda trabalha


* * * Extraído do Portal UOL * * *
DO VALOR
A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei que permite ao segurado da Previdência Social renunciar à aposentadoria a qualquer tempo, voltar a trabalhar, contribuir e solicitar o benefício novamente quando lhe for conveniente.

Atualmente, o aposentado que continua trabalhando com registro em carteira é obrigado a contribuir à Previdência, mas esse pagamento não é incorporado a seu benefício. Se fosse, a aposentadoria poderia aumentar, devido às mudanças no fator previdenciário (índice aplicado nas aposentadorias por tempo de contribuição que diminui o benefício de quem se aposenta cedo).
Um trabalhador que se aposentou com 35 anos de contribuição e 60 de idade em janeiro de 2010, com salário média salarial de R$ 1.000, por exemplo, recebeu uma aposentadoria de cerca de R$ 874. Considerando os reajustes, teria hoje um benefício de R$ 1.016.

Se deixasse para se aposentar hoje --com mais três anos de contribuição e de idade--, e se sua média salarial continuasse em R$ 1.000, o benefício seria de R$ 1.083. Maior que a média salarial porque, com mais tempo de contribuição, o fator previdenciário seria positivo.
Se o mesmo trabalhador tivesse reajustes salariais idênticos aos concedidos pelo INSS, sua média salarial seria de quase R$ 1.200. Caso pedisse hoje a aposentadoria, nessas condições --média salarial de R$ 1.200, 38 anos de contribuição e 63 de idade-- seu benefício seria de cerca de R$ R$ 1.300.

O projeto prevê que o aposentado que ainda trabalha tenha direito a um recálculo do benefício considerando as novas contribuições. No exemplo acima, a aposentadoria subiria de R$ 1.016 para R$ 1.300.

De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), o projeto tem como objetivo estender a todos os trabalhadores a possibilidade da chamada "desaposentadoria", já garantida aos servidores públicos. O texto prevê o benefício a todos os que contribuem para a Previdência Social, seja por tempo de contribuição, idade ou em regime especial.

O texto lembra que o valor da nova aposentadoria deve levar em conta os períodos de contribuição anteriores e posteriores à renúncia do benefício. A comissão aprovou o substitutivo do relator, senador Paulo Davim (PV-RN), que deixa claro que o segurado que pedir a troca de aposentadoria não precisará devolver ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) os valores recebidos enquanto estava aposentado.

"Isso nos parece inadmissível, eis que ele 'o aposentado' fez jus aos proventos decorrentes do benefício da aposentadoria", justifica Davim. Em seu relatório, o senador justifica a pertinência do projeto pelo alto número de pessoas que buscam a desaposentadoria, principalmente aqueles que optaram pela aposentadoria proporcional ou começaram a contribuir muito cedo.

"Milhares de ações nesse sentido tramitam nos Estados e muitas já chegaram ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), cujo entendimento tem sido favorável aos aposentados", observa.

Como o texto aprovado foi um substitutivo, ele precisa ser aprovado em votação suplementar pela comissão, o que deve ocorrer na próxima quarta-feira. Caso não haja recurso para levá-lo a plenário, o projeto segue diretamente para apreciação da Câmara, pois tramita em caráter terminativo na CAS.

Tags: Aposentadoria, INSS, Notícias, Previdência, Trabalhador, UOL