No Brasil, o Dia do Trabalho é comemorado em 1º
de maio. É uma data importante que celebra as conquistas dos trabalhadores ao
redor do mundo e também serve como um lembrete das lutas históricas por
melhores condições de trabalho, jornadas mais justas e direitos trabalhistas.
No Brasil, o feriado é marcado por manifestações, eventos e também é um momento
para reflexão sobre os desafios enfrentados pelos trabalhadores atualmente.
Dia do Trabalho no mundo.
O Dia do Trabalho é comemorado em diferentes datas ao redor do
mundo, embora 1º de maio seja a data mais comum em muitos países. A origem
dessa data remonta ao final do século XIX, quando movimentos trabalhistas
exigiam melhores condições de trabalho, como jornadas mais curtas, salários
dignos e condições mais seguras.
Nos Estados Unidos e no Canadá, o Dia do Trabalho é
celebrado na primeira segunda-feira de setembro. Já em países como Reino Unido,
Austrália e Nova Zelândia, é comum comemorar o Dia do Trabalho na primeira
segunda-feira de maio.
Em alguns países, o
Dia do Trabalho é associado a diferentes tradições e eventos históricos, mas
todos compartilham o objetivo de reconhecer e homenagear as contribuições dos
trabalhadores para a sociedade e para a economia.
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Imagem de apresentação feita pela diretora de
Administração do Banco Central, Carolina de Assis Barros, sobre a nova cédula
de R$ 200 — Foto: Reprodução / Banco Central
* * * Extraído do Portal G1 * * *
Nova cédula foi aprovada pelo Conselho Monetário
Nacional, e terá como personagem o lobo-guará. Previsão é que entre em
circulação no final de agosto.
Por Alexandro
Martello, G1 — Brasília
O Banco Central informou nesta quarta-feira (29)
que o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou o lançamento da cédula de R$
200, que terá como personagem o lobo-guará.
De acordo com a instituição, a nova cédula deverá
entrar em circulação no final de agosto, e a previsão é que sejam impressas 450
milhões de cédulas de R$ 200 em 2020.
Até a última atualização desta reportagem, o Banco
Central ainda não tinha divulgado a imagem da nova cédula. Atualmente, há seis
tipos de cédulas em circulação: R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100.
A diretora de Administração do Banco Central
afirmou que a instituição está atenta à demanda da população por mais meio
circulante. "Se ela [a demanda] existe, a gente precisa atender. A gente
não sabe por quanto tempo essa demanda adicional por dinheiro vai durar",
declarou.
Segundo ela, em momentos de incerteza, como
atualmente, durante a pandemia de coronavírus, as pessoas tendem a fazer saques
e acumular dinheiro. "Isso não é um fenômeno do nosso país, e isso gerou
um aumento expressivo de demanda nas casas impressoras", declarou.
De acordo com a diretora, o Conselho Monetário
Nacional autorizou nesta quarta-feira (29) o valor de R$ 113,4 milhões para
impressão de 45 milhões de cédulas de R$ 200 e 170 mihões de cédulas de R$ 100.
De acordo com Carolina Barros, o Banco Central fez
uma pesquisa em 2001 e selecionou para as cédulas uma lista de imagens de
animais ameaçados de extinção.
"Como nas demais cédulas, tem elementos de
segurança robustos e capazes de proteger de falsificação. Quanto maior o valor,
maior é a preocupação", afirmou a diretora.
De acordo com a área
econômica, a crise do novo coronavírus foi um dos motivos para o aumento da
procura. A pandemia levou as pessoas a "entesourarem" recursos em
casa, ou seja, manter reserva em cédulas.
Outro motivo apontado é a necessidade de fazer
frente ao pagamento do auxílio emergencial – estimado em mais de R$ 160 bilhões
considerando as cinco parcelas aprovadas. Boa parte dos beneficiários,
sobretudo os de menor renda, preferiu sacar o benefício em espécie.
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Notícias
Movimentação na região do Brás, no centro de São Paulo (SP), nesta
quarta-feira (10), no primeiro dia de reabertura do comércio de rua. — Foto:
Mineto/Futura Press/Estadão Conteúdo
* *
* Extraído do Portal G1 * * *
Prefeitura
autorizou que estabelecimentos da capital paulista operem a partir desta
quarta, entre 11h e 15h. Protocolo também prevê normas de higiene e testagem de
funcionários.
Por
G1 SP — São Paulo
10/06/2020 11h22 Atualizado há
28 minutos
O comércio
de rua em São Paulo reabriu às 11h desta quarta-feira (10), após mais de dois
meses fechado por conta das medidas de isolamento social impostas para conter o
avanço do coronavírus na cidade.
A retomada
faz parte do plano de flexibilizações anunciado pelo governo do estado e
prefeitura no final de maio.
Nesta
terça-feira (9), o prefeito Bruno Covas autorizou a reabertura das lojas de rua
e das imobiliárias da capital paulista com horário de funcionamento reduzido.
Os
estabelecimentos poderão funcionar pelo período de 4 horas por dia, sempre
entre 11h e 15h. Além disso, terão de seguir as normas de higiene recomendadas
pelas autoridades de saúde para evitar o risco de contágio e de propagação do
vírus.
Segundo
Covas (PSDB), o acordo com os representantes dos shoppings centers deve ser assinado nesta
quarta-feira, para que os estabelecimentos voltem a funcionar na quinta.
Para dar
conta da demanda de movimentação de passageiros na cidade neste primeiro dia de
reabertura do comércio, a SPTrans prometeu colocar nas ruas 92% da frota de ônibus da cidade em operação,
com 11.800 coletivos circulando pela capital
·Comércio de rua e
imobiliárias poderão abrir
a partir desta quarta (10) pelo período de 4h e fora do
horário de pico;
·Shoppings poderão reabrir a partir de quinta (11) e terão que
escolher entre duas opções de funcionamento 6h às 10h ou das
16h às 20h, com público limitado a 20%;
·Todos os
estabelecimentos deverão seguir regras de higiene e segurança.
Além de
cuidados com saúde, como distanciamento social e uso de álcool gel, as lojas
vão ter um limite de horário de funcionamento de quatro horas. O comerciante
poderá escolher o horário de abertura, desde que seja fora do horário de pico.
Os shoppings vão reabrir a partir de quinta também com
limite de funcionamento. Ou abrem de 6h às 10h ou das 16h às 20h. O horário da
manhã é uma reivindicação dos shoppings populares. Os shoppings maiores devem
funcionar no segundo horário.
Haverá limite
também de pessoas. Nenhum deles poderá receber mais do que 20% da capacidade de
público.
O protocolo
assinado também determina que os estabelecimentos permitam que os funcionários
com filhos pequenos sejam mantidos em trabalho remoto, ou que busquem formas
alternativas de manter os empregos.
A
Associação Brasileira de Shoppings não gostou do período restrito de
funcionamento. "Nós entendemos que esse período de reabertura deve ser
feito com cautela, com todos os cuidados, mas nosso entendimento é que talvez
um período um pouco maior, fosse mais adequado para fazer com que o fluxo fosse
mais adequado no shopping", afirmou o presidente da entidade, Glauco
Humai.
O governo
de São Paulo considera que as restrições são necessárias para que os municípios
não retrocedam de fase e tenha que fechar as atividades não essenciais outra
vez.
"A
fase laranja é uma fase de controle, a retomada prevê evitar consumo local, por
isso que são setores que envolvem e permitem minimizar o contato. O isolamento
social ainda é a principal recomendação para a população. Isso é fundamental
para que essa retomada seja bem sucedida e em municípios que isso não
acontecer, a gente vai eventualmente precisar retroceder nas fases e temos os
mecanismos para que isso aconteça", afirmou a secretária de
Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen.
Flexibilização da quarentena
Os setores
fazem parte de uma lista de cinco que foram autorizados a funcionar, com
restrições, na fase 2-Laranja da quarentena, que está em vigor em algumas
regiões do estado, incluindo a capital, desde 1° de junho.
Nessas
propostas, os setores informam como vão retomar o funcionamento garantindo a
segurança de funcionários e clientes.
Pelo plano
apresentado pelo governo de São Paulo, as regiões do estado são classificadas
da seguinte forma:
·Alerta máximo
(vermelho)
·Controle (laranja)
·Flexibilização
(amarelo)
·Abertura parcial
(verde)
·Normal controlado
(azul)
De
acordo com a fase cada região pode liberar a abertura de diferentes setores da
economia fechados pela quarentena.
A classificação de cada região leva em consideração uma série de
critérios, entre eles, taxa de ocupação de UTIs e total de leitos a cada 100
mil habitantes.
De acordo com o governo, uma região só pode passar a um maior
relaxamento após 14 dias. A reavaliação só ocorrerá em período menor caso haja
informações relevantes que exijam, excepcionalmente, uma revisão.
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Covid-19, Economia, G1, Notícias, Pandemia, São Paulo, Saúde
* * * Extraído do Portal Yahoo * * * Yahoo Finançasqua, 5 de dez 15:32 BRST
As regras de pagamento para o seguro-desemprego vão mudar em breve. A
novidade passa a valer em junho do ano que vem (Uriel Punk/Futura Press)
As regras de pagamento para o seguro-desemprego vão mudar em breve. Uma
resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador
(Codefat) indica que o pagamento do benefício passará a acontecer em conta
corrente ou conta simplificada do trabalhador. A novidade passa a valer em
junho do ano que vem.
Entenda
Atualmente, o seguro-desemprego pode ser sacado somente nas lotéricas ou
agências da Caixa Econômica Federal, mesmo nos casos de trabalhadores que não
possuem conta no banco. Com a mudança, os saques deixarão de acontecer nesses
locais. Será preciso ter uma conta no banco para sacar o benefício.
Seguro-desemprego
O benefício é direito de trabalhadores demitidos sem justa causa e com
carteira assinada. O tempo de pagamento pode ser de três a cinco meses e varia
de acordo com a média salarial, podendo chegar a até R$ 1.677,74. De janeiro a
outubro deste ano, 5,3 milhões de pessoas tiveram acesso a R$ 23,3 bilhões.
Tags: Brasil, Economia,
Trabalho, Seguro desemprego, Yahoo
O anúncio de que os trabalhadores poderão sacar o dinheiro decontas inativas do FGTS(Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)
chamou a atenção de muita gente. Não só de quem tem direito ao saque, mas
também de hackers e criminosos, que podem querer se aproveitar disso
para aplicar golpes.
Na
semana passada, por exemplo, circulou pela internet um e-mail com um falso calendário de
saque do FGTS. Ao clicar no arquivo anexado, o usuário tinha seus dados
pessoais roubados.
Desconfie
sempre
Para
não cair em golpes como este, especialistas ouvidos peloUOLrecomendam:desconfie sempre.
Desconfie de e-mails, SMS e mensagens em aplicativos de conversa (como
WhatsApp) que venham com arquivos em anexo ou links, ou peçam para
informar dados pessoais. O mesmo vale se receber telefonemas de alguém
pedindo informações suas para consultar o saldo do FGTS.
Na ânsia de saber se vão poder
sacar o dinheiro, as pessoas diminuem o cuidado e ficam mais vulneráveis. É
justamente aí que os golpes acontecem", afirma Sonia Amaro,
supervisora institucional da Proteste, órgão de defesa do consumidor.
Busque os canais oficiais
A melhor
solução, segundo Amaro, é buscar informações somente nos
canais oficiais fornecidos pela Caixa, como o telefone 0800 726 2017 e o site criado para orientar sobre
o saque das contas inativas, que é www.caixa.gov.br/contasinativas.
"No caso da internet, é
melhor digitar o endereço completo em vez de utilizar sites de busca, que podem
redirecionar o trabalhador para uma página falsa", diz a supervisora da
Proteste.
A Caixa
ressalta que todas as informações sobre o FGTS estão disponíveis em seu site e
nos perfis oficiais do banco no Twitter: @imprensaCAIXA e @CAIXA. Sobre o golpe do calendário falso na semana
passada, a Caixa informou que em hipótese alguma solicita a atualização de
dados de seus clientes por e-mail.
Cuidado nas redes sociais
As redes sociais e os
aplicativos de mensagem também podem ser usados para aplicar golpes, de acordo
com Marcelo Lau, coordenador dos cursos de MBA em gestão de cibersegurança
da Fiap (Faculdade de Informática e Administração Paulista). O Facebook e
o WhatsApp oferecem maior risco por terem um grande número de usuários,
segundo o especialista.
No caso do Facebook, mensagens
privadas ou links --patrocinados ou não-- podem redirecionar o usuário
para páginas falsas que roubam dados pessoais, diz Lau. No WhatsApp, mensagens
compartilhadas entre grupos e usuários podem conter programas que invadem o
celular.
"Muitos usuários dessas
plataformas têm o hábito de compartilhar mensagens e links acreditando ser
verdade --o que nem sempre é", declara Lau. "Por isso não se deve
clicar em links ou executar anexos recebidos, ainda que a pessoa que enviou
seja conhecida. O melhor é buscar informação nos canais oficiais."
Agências
da Caixa: basta ir a uma agência da Caixa
levando documento com foto, carteira de trabalho e o número do PIS/Pasep ou
NIT.
Site
da Caixa: também dá para consultar pelo
site da Caixa: www.contasinativas.caixa.gov.br.
Informe seu CPF ou seu número PIS/Pasep ou NIS.
Telefone: O
trabalhador pode ligar para 0800 726 2017.
Aplicativo: baixe o aplicativo oficial do FGTS grátis
para Android (na Google Play), iOs (na App Store) e Windows (na Windows
Store). Também será preciso criar um usuário e senha e informar o número
do PIS/Pasep ou NIT.
Tags: Atualidades, Brasil, Dinheiro, Economia,
FGTS, UOL
Em dezembro, o salário mínimo
ideal para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 3.856,23.
O valor é 4,38 vezes o salário em vigor no mês passado, de R$ 880. A
estimativa é do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos)
e foi divulgada nesta quarta-feira (4).
O departamento divulga
mensalmente uma estimativa de quanto deveria ser o salário mínimo para atender
as necessidades básicas do trabalhador e de sua família, como estabelecido na
Constituição: moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene,
transporte e Previdência Social.
Esse valor é calculado com base
na cesta básica mais cara entre as 27 capitais. Em dezembro, o maior valor
foi registrado em Porto Alegre (R$ 459,02).
A diferença
entre o salário mínimo real e o necessário caiu de novembro para dezembro. No
mês anterior, o ideal era que ele fosse de R$ 3.940,41(4,48
vezes o salário mínimo).
O aumento de 6,48% sobre os R$
880 de mínimo em 2016 foi feito com base na inflação, segundo o INPC (Índice
Nacional de Preços ao Consumidor).
Segundo o Dieese, 2017 é o
primeiro ano em que o salário mínimo não teve aumento real (acima da inflação)
desde 2003, início da série registrada pelo departamento.
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Os bancos agora são obrigados a
trocar, imediatamente, moeda ou cédulas falsas sacadas em caixa ou terminais de
autoatendimento. A nova regra, regulamentada pelo Banco Central (BC), foi
publicada na edição desta terça-feira (21) do Diário Oficial da União.
Essa medida foi definida pelo
Conselho Monetário Nacional em maio, mas ainda precisava de regulamentação.
Anteriormente, os bancos costumavam substituir as cédulas, mas o prazo de troca
dependia da relação da instituição com o cliente.
No site do
BC (http://zip.net/bhtnjb -
link encurtado e seguro), há 12 perguntas e respostas sobre a troca de dinheiro
falso.
Quando o dinheiro com suspeita
de ser falso for sacado em um banco, o cliente deve procurar qualquer agência
para fazer a troca. No caso de aposentados ou beneficiários do Bolsa Família,
que não têm conta em banco, a troca do dinheiro falso também é obrigatória.
Basta procurar qualquer agência do banco onde o dinheiro foi sacado.
Registro de saques
O BC lembra que não é preciso
retirar extrato da conta para pedir a troca, porque os bancos têm registros dos
saques. Caso receba o dinheiro falso em outras circunstâncias, como no
comércio, o cidadão deve procurar qualquer agência bancária e entregar a cédula
ou moeda. O banco anotará dados como nome, endereço e Cadastro de Pessoa Física
- CPF. Se ficar comprovado que a cédula é legítima, o cidadão será ressarcido
pelo banco.
Caso fique comprovado que a
cédula é falsa, não haverá reembolso, explicou o BC.
O dinheiro recolhido pelos
bancos é enviado ao BC para fazer a análise se é falso ou legítimo. As
instituições financeiras terão prazo de 180 dias para se adequar aos prazos
para envio do dinheiro ao BC. De acordo com a regulamentação, os bancos terão
até 30 dias para enviar o dinheiro com suspeita de ser falso, em municípios
onde o BC tem representação. O prazo de 45 dias foi estabelecido para as demais
localidades do país.
O BC tem, no máximo, 20 dias
para fazer essa análise. Para acompanhar a análise das cédulas, o cidadão pode
acessar a página do Banco Central: .
Os bancos também devem informar
sobre o andamento da análise, quando solicitados. Se a análise do BC apontar
que o dinheiro é legítimo, o banco terá prazo de 24 horas para depositar o
valor correspondente devido na conta corrente do cliente, após receber o
crédito do valor. No caso de não correntistas, o prazo da instituição
financeira para comunicar a disponibilidade do valor é de três dias úteis.
Receba notícias do UOL Economia pelo WhatsApp
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à agenda do seu telefone: +55 (11) 97258-8073 (não esqueça do "+55").
Depois, envie uma mensagem para este número por WhatsApp, escrevendo só: grana10.