Vera Fischer, 68, é a terceira veterana
a ser dispensada pela Globo nesta semana. A saída da atriz ocorre após José de
Abreu e Miguel Falabella deixaram a emissora carioca.
Seu último papel na Globo foi na novela
"Espelho da Vida" (2018-2019), quando interpretou Gertrudes Trindade.
O nome da atriz também já circulava na lista de escalão da próxima novela das
seis da emissora, "Além da Ilusão", prevista para estrear depois de
"Nos Tempos do Imperador", que foi adiada devido à pandemia do novo
coronavírus.
Em
nota, a Globo confirmou a demissão da atriz e afirmou que "tem tomado uma
série de iniciativas para preparar a empresa para os desafios do futuro".
"Temos evoluído nos nossos modelos de gestão, de criação, de produção, de
desenvolvimento de negócios e também de gestão de talentos", diz
comunicado enviado à reportagem.
"Assim,
em sintonia com as transformações pelas quais passa nosso mercado, a Globo vem
adotando novas dinâmicas de parceria com seus talentos. Vera Fischer, assim
como outros talentos, tem abertas as portas da empresa para atuar em futuros
projetos em nossas múltiplas plataformas", continuou.
Sobre
a escalão da atriz para a trama "Além da Ilusão", a Globo disse que a
pré-produção da novela ainda parada devido à pandemia e, por isso, a escalação
ainda não foi definida. O F5 entrou em contato com a assessoria da atriz, mas
não obteve retorno até a publicação deste texto.
Carreira
Em
2019, Vera Fischer completou 50 anos do título de Miss Brasil 1969. Aos 17
anos, ela foi coroada pela baiana Martha Vasconcellos, vencedora do Miss
Universo. "Não que eu me considerasse bonita, mas eu queria vencer. Aí eu
fui com tudo! Ganhei o Miss Blumenau, depois vieram o Miss Santa Catarina e o
Miss Brasil. Desfilei sem olhar para o júri, de nariz para cima. Queria ganhar,
pois só assim o meu pai me deixaria sair de casa", disse a atriz, em
entrevista para a coluna De Faixa a Coroa.
Famosa
por suas personagens nas novelas da Globo, a atriz Vera Fischer estreou nos
folhetins em 1977, como a Diana Queiroz de "Espelho Mágico". Na
trama, Diana era uma ex-miss Brasil e atriz de pornochanchada que tentava mudar
os rumos de sua carreira.
Entre
os papéis mais marcantes de Vera na TV estão Jocasta, de "Mandala"
(1987), Eduarda, da minissérie "Riacho Doce" (1990), e Helena, de
"Laços de Família" (2000).
Recentemente,
ela diz que gostaria de tocar um programa focado em saúde e bem-estar. "Eu
tenho um projeto sobre bem-estar, saúde, ginástica. Sou uma pessoa física.
Queria muito fazer um programa sobre isso. Se não for na Globo, vai ser um
programa no YouTube."
Tags: Brasil, Entretenimento, Notícias,
Novelas, Vera Fischer, Tv Globo, Yahoo
Jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL vão coletar nas
secretarias de Saúde, e divulgar em conjunto, números sobre mortes e
contaminados, em razão das limitações impostas pelo Ministério da Saúde.
Por G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL
Em resposta à
decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a
pandemia de Covid-19, os veículos G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de
S.Paulo e UOL decidiram formar uma parceria e trabalhar de forma colaborativa
para buscar as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.
Em uma iniciativa inédita, equipes de todos os
veículos vão dividir tarefas e compartilhar as informações obtidas para que os
brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados
pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado
positivo para o novo coronavírus. O balanço diário será fechado às 20h.
O governo federal, por meio do Ministério da Saúde,
deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes recentes de
autoridades e do próprio presidente colocam em dúvida a disponibilidade dos
dados e sua precisão.
Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na
publicação de seu balanço da pandemia reduziram a quantidade e a qualidade dos
dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro
Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as
22h. Isso dificulta ou inviabiliza a publicação dos dados em telejornais e
veículos impressos. “Acabou
matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro,
em tom de deboche, ao comentar a mudança.
A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O
portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi
retirado do ar na noite da última quinta-feira (4). Quando retornou, depois de
mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos
“novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram
os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo.
Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de
tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que
alimentavam outras iniciativas de divulgação.
Entre os itens que
deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação
e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por
semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana
epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana
epidemiológica.
Neste domingo (7), o governo anunciou que voltaria a
informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes,
divulgados no intervalo de poucas horas.
Em razão dessas omissões, a parceria entre os
veículos de comunicação vai coletar os números diretamente nas secretarias
estaduais de Saúde. Cada órgão de imprensa divulgará o resultado desse
acompanhamento em seus respectivos canais. O grupo vai chamar a atenção do
público se não houver transparência e regularidade na divulgação dos dados
pelos estados.
"A missão do jornalismo é informar. Em que pese
a disputa natural entre veículos, o momento de pandemia exige um esforço para
que os brasileiros tenham o número mais correto de infectados e óbitos”, afirma
Ali Kamel, diretor-geral de Jornalismo da Globo (TV Globo, GloboNews e G1). “Face à postura do Ministério da Saúde, a
união dos veículos de imprensa tem esse objetivo: dar aos brasileiros um número
fiel."
"Numa sociedade organizada como a brasileira, é
praticamente impossível omitir ou desfigurar dados tão fundamentais quanto o
impacto de uma pandemia. Com essa iniciativa conjunta de levantamento de dados
com os estados, deixamos claro que a imprensa não permitirá que nossos leitores
fiquem sem saber a extensão da Covid-19 “, afirma Sérgio Dávila, diretor de
Redação da Folha.
“Neste momento crucial, deixamos nossa concorrência
de lado por um bem comum: levar à sociedade o dado mais preciso possível sobre
a pandemia. Essas informações orientam as pessoas e as políticas públicas. Sem
elas, o país mergulha em um voo cego. O jornalismo cumprirá seu papel”, afirma
Alan Gripp, diretor de Redação de O Globo.
“É nossa responsabilidade cotidiana transmitir
informações confiáveis para a sociedade. E, agora, no momento mais agudo da
pandemia, precisamos assegurar à população o acesso a dados corretos o mais
rápido possível, custe o que custar”, diz Murilo Garavello, diretor de Conteúdo
do UOL.
“É triste ter que produzir esse levantamento para
substituir uma omissão das autoridades federais. Transparência e honestidade
deveriam ser valores inabaláveis na gestão dessa pandemia. Vamos continuar
cumprindo nossa missão, que é informar a sociedade”, afirma João Caminoto, diretor
de Jornalismo do Grupo Estado.
"O jornalismo tem a missão de levar à população
os números mais precisos sobre a pandemia. É fundamental conhecer a real
extensão dos fatos. Esses dados são decisivos para que as pessoas saibam como
agir nesse momento tão difícil", destaca Humberto Tziolas, diretor de
Redação do Extra.
Tags: Brasil, Covid-19, Governo, G1, Mundo, Notícias, Pandemia, Saúde
Mudança de horário foi revogada
pelo governo em abril deste ano e não vai mais acontecer neste final de semana.
Mas celulares podem fazer atualização do relógio automaticamente.
Por G1
18/10/2019
15h08 Atualizado há
14 minutos
Os
aparelhos que não fizerem a mudança já foram atualizados pelos fabricantes, ou
então estão seguindo regras enviadas pelas operadoras de telefonia. — Foto:
Divulgação/Google
O Google publicou
um anúncio oficial em seu blog,nesta sexta-feira (18), recomendando que usuários
de Android no Brasil alterem as configurações automáticas de data e hora.
Segundo a empresa,
isso deve ser feito para não correr o risco de perder a hora no domingo, caso
os telefones atualizem para o horário de verão, que não está mais em vigor no
país.
O horário de verão
do brasileiro deveria acontecer entre este sábado (19) e domingo (20), com os
relógios sendo adiantados em 1 hora, mas foi revogado presidente
Jair Bolsonaro, em um decreto assinado em abril.
Para fazer a
alteração siga estes passos:
·Entre no menu de configurações;
·Entre na opção "Sistema" (segundo o
Google, dependendo do aparelho este passo pode ser pulado);
·Escolha as opções de "Data e Hora";
·Desativa as funções “Data e hora automáticas” e
“Fuso horário automático”.
Essas configurações
podem ser mantidas até o dia 16 de fevereiro, quando o horário de verão
chegaria ao fim, se ainda estivesse em vigor.
"Na prática,
isso significa que alguns celulares possivelmente não tenham a informação
necessária para evitar que o relógio dos aparelhos seja alterado
automaticamente", afirmou a empresa.
Segundo o Google, a
mudança no horário de verão brasileiro impacta o banco de dados da Autoridade
para Atribuição de Números de Internet (IANA), responsável por passar as
informações para os smartphones.
Os aparelhos que não
fizerem mudanças no horário, segundo o Google, já foram atualizados pelos
fabricantes, ou então estão seguindo regras enviadas pelas redes das operadoras
de telefonia.
Horário
de verão
No Brasil, o horário
de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então
Presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase seis meses,
vigorando de 3 de outubro de 1931 a 31 de março de 1932.
No verão seguinte, a
medida foi novamente adotada, mas, depois, começou a ser em períodos não
consecutivos. Primeiro, entre 1949 e 1953, depois, de 1963 a 1968, voltando em
1985 até abril de 2019, quando foi revogado por decreto.
O período de
vigência do horário de verão era variável, mas, em média, durava 120 dias.
No mundo, o horário
diferenciado é adotado em 70 países — e atinge cerca de um quarto da população
mundial.
O horário de verão é
adotado em países como Canadá, Austrália, Groenlândia, México, Nova Zelândia,
Chile, Paraguai e Uruguai. Rússia, China e Japão, por exemplo, não implementam
esta medida.
Tags: Atualidades, Brasil, G1, Horário
de verão, Notícias
Terapia utilizada em homem
de 64 anos com linfoma em fase terminal, deve ser reproduzida em mais quatro
pacientes até o primeiro semestre do ano que vem. Pesquisa da USP-Fapesp criou
método 100% brasileiro para aplicar técnica norte-americana CART-Cell, que
ainda não tem data para ser disponibilizada na rede pública de saúde.
Por Fabio Manzano, G1
18/10/2019
06h00 Atualizado há
3 horas
O tratamento que levou à remissão de um linfoma em fase terminal
no mineiro Vamberto Luiz de Castro deverá ser aplicado em mais quatro pacientes
até julho de 2020, afirma um dos pesquisadores do grupo responsável pela
criação de técnica de terapia
genética pioneira no país.
"Minha
expectativa é que até o primeiro semestre de 2020 vamos ter realizado pelo
menos mais 4 tratamentos compassivos", disse ao G1 o
hematologista Eduardo M. Rego, que é pesquisador do Centro de Terapia Celular
(CTC-Fapesp-USP), entidade que concentrou as pesquisas.
Eduardo M. Rego, que também é professor da Faculdade de Medicina
da USP e coordena o setor de hematologia do grupo Oncologia D’OR, explica que
os próximos passos para esta descoberta incluem ainda a realização de um estudo
clínico, que deve durar dois anos e ter um grupo maior de pacientes – ele não
define prazos, nem número de atendidos.
A
expectativa é que, junto com o acompanhamento de Vamberto, os resultados que
virão a ser obtidos com os próximos quatro pacientes também sirvam para guiar
os os rumos do projeto.
"No
estudo clínico é onde poderemos testar a eficácia e a segurança do tratamento.
Tem que garantir que ele é eficaz e seguro, a partir daí podemos pleitear que
essa estratégia seja incorporada ao SUS, mas aí vai entrar uma discussão de
orçamento, que a gente não controla.", ressaltou Rego.
Se as etapas
de estudos e pesquisas continuarem a se manter promissoras, o coordenador do
CTC Dimas Tadeu Covas, avalia que o tratamento pode ser adotado em larga escala
com adaptações nos laboratórios de produção.
“Os
investimentos necessários para ampliação da capacidade produtiva são de pequena
monta, da ordem de R$ 10 milhões”, afirma Covas.
Próximos
passos
O primeiro paciente a estar “virtualmente” curado de um linfoma a
partir desta técnica ainda segue em tratamento, com medicações e sessões de
fisioterapia para reabilitação após 40 dias em que ficou internado. O mineiro
Vamberto receberá o diagnóstico final de cura após cinco anos de acompanhamento
da equipe médica.
O linfoma é
um câncer que afeta as células do sistema linfático, que é uma parte importante
do sistema imunológico, ou seja, o sistema de defesa do nosso organismo que
ajuda a combater infecções. No linfoma, essas células passam a se proliferar de
forma descontrolada.
Nos próximos
meses, os pesquisadores esperam poder realizar mais quatro tratamentos no CTC.
De acordo com o hematologista Eduardo M. Rego, todos serão feitos até o fim do
primeiro semestre de 2020. Este passo será realizado apenas em formato compassivo,
com pacientes que não tenham mais nenhuma opção de tratamento.
Após estes
pacientes, o grupo pretende abrir um protocolo de pesquisa clínica que atenderá
mais pacientes em um prazo de dois anos. Depois deste período é que
apresentarão os resultados do estudo para a Anvisa, que irá decidir se o
tratamento poderá ou não ser liberado no país em escala.
Manchas pretas no exame são
tumores. O primeiro foi realizado há um mês, quando o paciente chegou ao
hospital. Nesta semana, o resultado do exame mostra que a maioria das manchas
desapareceu, e as que restam sinalizam a evolução da terapia. — Foto: Reprodução/Fantástico
100
% brasileira
Renato Luiz Cunha, outro dos responsáveis pelo estudo, explicou ao G1 que a
terapia genética consegue modificar células de defesa do corpo para atuarem em
combate às que causam o câncer.
"As
células vão crescer no organismo do paciente e vão combater o tumor",
disse Cunha. "E desenvolvemos uma tecnologia 100% brasileira, de um
tratamento que nos EUA custa mais de R$ 1 milhão. Esperamos que ela possa ser,
no futuro, acessível a todos os pacientes do SUS."
O tratamento
ainda não está liberado na rede pública ou privada de saúde, por isso, Cunha
explicou que, para que o estudo pudesse ter atendido a um paciente no hospital
universitário, seu encaminhamento foi aprovado por uma comissão de ética.
Um porta-voz
do Ministério da Saúde disse ao G1 que a
pasta não comenta sobre pesquisas em andamento, mas explicou que antes de ser
disponibilizado na rede SUS, o tratamento precisa passar "por uma série de
comissões" que avaliam os riscos e a segurança dos pacientes e tem que ser
aprovado pela Anvisa.
Tratamento
complexo
Dimas Tadeu Covas, que coordena o Centro de Terapia Celular do HC
de Ribeirão, disse ao G1 que o procedimento
poderá ser reproduzido em outros centros de excelência do país, mas não dá
datas. Isso porque, segundo ele, depende de laboratórios controlados com
infraestrutura adequada.
"Devido
à complexidade do tratamento, ele também só pode ser feito em unidades
hospitalares com experiência em transplante de medula óssea", disse o
pesquisador. "Isso porque, durante o processo, a imunidade é comprometida.
O paciente tem que ficar isolado, não pode ficar exposto. Não são todos os
hospitais que podem fazer esse tipo de tratamento. Além disso a terapia tem
efeitos colaterais."
A resposta
imune progressiva pode causar febres altas, náuseas e dores musculares. Os
pesquisadores não eliminam o risco de morte, e reconhecem que a forte baixa no
sistema imunológico traz um potencial fatal para alguns pacientes.
Terapia
genética
A estratégia da CART-Cell consiste em habilitar células de defesa
do corpo (linfócitos T) com receptores capazes de reconhecer o tumor. O ataque
é contínuo e específico e, na maioria das vezes, basta uma única dose.
Idai também matou mais de 120 pessoas na passagem por Moçambique e Malaui.
Por France Presse
16/03/2019 18h10 Atualizado há
21 horas
Ao menos 31 pessoas morreram e
dezenas estão desaparecidas no leste do Zimbábue, após a passagem do ciclone
Idai, que também afetou o vizinho Moçambique, anunciou neste sábado (16) o
ministério da Informação.
A maioria das mortes ocorreu na cidade de Chimanimani, indicou o
ministério da Informação.
Milhares de pessoas foram afetadas, foram registrados cortes no
abastecimento elétrico e as principais pontes foram inundadas na região de
Manicaland, fronteiriça com Moçambique, segundo um deputado zimbabuano.
"Ao menos 25 casas foram arrastadas por uma enxurrada de lama
na cidade de Ngangu, na região de Chimanimani. Tinha gente dentro, estão entre
os desaparecidos", declarou à AFP Joshua Sacco, deputado do distrito de
Chimanimani (leste).
A passagem do ciclone Idai por Moçambique na sexta-feira deixou pelo menos 19
mortos e isolou a cidade de Beira (centro) do restante do país, ao deixá-la sem
eletricidade, linha telefônica e aeroporto.
As autoridades de Maputo tinham ativado o alerta vermelho para a
região no começo da semana, na previsão da chegada de Idai e haviam evacuado a
população mais vulnerável.
O centro de Moçambique registra desde o começo de março fortes
chuvas e inundações que, antes da passagem de Idai, deixaram pelo menos 66 mortos
e 150 mil afetados, segundo as autoridades locais.
Estas chuvas violentas também atingiram o sul do vizinho Malaui,
onde deixaram 56 mortos, cerca de um milhão de afetados e mais de 80 mil
deslocados, segundo o último balanço oficial.
Moçambique e Malaui, dois dos países
mais pobres do mundo, estão submetidos há anos a longos períodos de seca que se
alternam a episódios de chuvas devastadoras.