sexta-feira, 26 de maio de 2017

Sisu do meio do ano é aberto para consulta de 51 mil vagas; inscrições começam segunda-feira


Prazo vai ate 1º de junho; sistema reúne vagas para o ensino superior e seleciona candidatos a partir do desempenho no Enem.


* * * Extraído do Portal G1 * * *

O Ministério da Educação liberou, na manhã desta sexta-feira (26), a consulta às vagas oferecidas no segundo semestre de 2017 pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Nesta edição, o Sisu reúne 51.913 vagas de graduação em 1.462 cursos de 63 instituições públicas de ensino superior. As inscrições começam na próxima segunda-feira (29) e vão até o dia 1º de junho.

Para ter acesso às vagas, é necessário entrar no site do Sisu (http://sisu.mec.gov.br), e clicar no botão 'pesquisar vagas'. É possível fazer buscas por curso, instituição ou município. Podem participar os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no ano passado e não tenham zerado na redação.

Os estudantes podem escolher até duas opções de cursos. O sistema seleciona os aprovados segundo a nota do Enem, considerando os pesos específicos de cada vaga.
No primeiro semestre de 2017, foram oferecidas 328.397 vagas de graduação em 131 universidades federais, institutos federais de educação, ciência e tecnologia e instituições estaduais.

Calendário do Sisu 2017.2

·                   Inscrições: 29 de maio a 1º de junho
·                   Chamada regular: 5 de junho
·                   Prazo para entrar na lista de espera: 5 de junho a 19 de junho
·                   Matrícula da chamada regular: 9 de junho a 13 de junho
·                   Convocação dos candidatos da lista de espera: a partir de 26 de junho


Tags: Educação, G1, Mec, Notícias, Sisu

terça-feira, 16 de maio de 2017

Risco de infarto aumenta após gripe ou pneumonia, diz estudo

Gripe, pneumonia e outras infecções respiratórias aumenta o risco de infarto, segundo estudo (Foto: CDC/ Amanda Mills)


* * * Extraído do Portal G1 * * *

Infecções respiratórias podem desencadear ataque cardíaco. Risco se mantém elevado durante um mês após infecção.


O risco de ter um infarto aumenta sensivelmente nos dias após uma gripe, bronquite ou pneumonia, revela um estudo australiano publicado nesta segunda-feira pelo americano "Internal Medicine Journal".

"Nossos resultados confirmam o que sugeriam estudos precedentes: que uma infeção respiratória pode desencadear um ataque cardíaco", explica o professor Geoffrey Tofler, principal autor do estudo e cardiologista da Universidade de Sydney e do Royal North Shore Hospital.

"Os dados mostram que este risco não aumenta necessariamente logo após o surgimento dos sintomas da infecção, mas sim nos primeiros sete dias, e se mantém elevado durante um mês, apesar de uma redução paulatina".

A pesquisa analisou 578 pacientes que sofreram um infarto como consequência do bloqueio de uma artéria coronária.

Os autores determinaram que 17% apresentaram sintomas de infecção respiratória durante os sete dias prévios à crise cardíaca e 21%, durante os 31 dias prévios.

"A frequência dos ataques cardíacos é mais alta no inverno", destacou o doutor Thomas Buckley, professor da Escola de Enfermagem da Universidade de Sydney, outro autor do estudo.

Segundo os pesquisadores, as infecções respiratórias tendem a aumentar a formação de coágulos no sangue, assim como a inflamação e as toxinas que danificam os vasos sanguíneos, o que explicaria o forte aumento do risco cardiovascular.


Tags: Coração, G1, Infarto, Prevenção, Saúde

domingo, 14 de maio de 2017

Mulher que deu à luz 25 filhos fala sobre orgulho de ser mãe: 'batalhei muito'


* * * Extraído do Portal G1 * * *

Maria Rita Francisca de Sousa tinha 13 anos quando deu à luz pela primeira vez e foram gêmeos. Ela batalhou muito e fazia trabalhos pesados na roça para sustentar todos os filhos.


Que o sentimento de ser mãe é um dos maiores exemplos de amor, ninguém duvida. Isso é o que prova Maria Rita Francisca de Sousa, de 57 anos que também é exemplo de força e perserverança. Moradora de uma comunidade quilombola em Araguatins, a mulher deu à luz 25 filhos, todos em partos naturais. Ela conta que foram inúmeros os desafios enfrentados durante a criação e sempre teve orgulho de ser mãe. Atualmente ela tem 11 filhos vivos e mais de 40 netos e bisnetos.

A mulher enfrentou a fome e muitas outras dificuldades durante a criação dos filhos. O trabalho pesado desde muito nova a fez ter problemas de saúde. Ela precisou trabalhar com plantação de arroz e muitos outros serviços da lavoura. "Eram muitos e eu tive que me virar para criar todos eles. Roçava, produzia sabão e carvão, quebrava coco, fazia azeite, tudo isso para o sustento deles. Eu batalhei muito, mas valeu a pena", conta.

A mulher lembra que os desafios começaram antes mesmo de ter filhos. Na infância ela fazia trabalhos pesados para ajudar a mãe a criar os irmãos mais novos. "Ia para a roça com ela todos os dias".

Rita diz que o primeiro parto foi aos 13 anos, quando teve gêmeos. Com o primeiro companheiro ela ainda teve mais 14 crianças. Após a separação mais nove filhos nasceram. "Era um filho atrás do outro. Eu contava na hora do almoço e de dormir". O último parto foi aos 40 anos.

A estudante Luzineide de Sousa, de 17 anos, é a filha mais nova de Rita. Para ela, a mãe é um exemplo de dedicação. "Tenho muito orgulho e muita gratidão por ela ser essa guerreira. Mesmo tendo tido muito trabalho na nossa criação, ela conseguiu."

Uma das filhas, Beatriz Francisco de Sousa, de 27 anos, diz que reconhece os sacrifícios feitos pela mãe. "Falar dela é falar de luta. Tudo que ela fez foi para não deixar faltar nada para nenhum de nós. Hoje nós damos todo o carinho que ela precisa e tentamos retribuir esse amor de alguma forma. É uma alegria muito grande ter ela conosco", disse.


Hoje, apesar da tristeza de não ter todos os filhos vivos, ela diz que os que estão presentes retribuem o amor dado por ela anos atrás. Ela mora com o companheiro, uma filha e um neto, que cria desde o seu nascimento. "Os que estão perto de mim, cuidam muito bem. Me levam no hospital, me dão remédios. Eu sou muito grata".






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