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sábado, 10 de junho de 2017

Morre Adam West, o eterno Batman da série de TV dos anos 60


        * * * Extraído do Portal MSN * * *
        Hoje é um dia triste para os fãs do Homem-Morcego. Adam West, intérprete de Batman/Bruce Wayne na         histórica série de TV exibida entre 1966 e 1968, faleceu aos 88 anos, vítima de leucemia.
"Nosso pai sempre se viu como o Cavaleiro Brilhante e buscava trazer um impacto positivo aos fãs. Ele era e sempre será nosso herói", diz o comunicado oficial da família sobre seu falecimento.
Por mais que tenha despontado no indicado ao Oscar O Moço da Filadélfia, foi na TV que West encontrou a fama. Seu Batman exibido nos anos 60 ficou marcado pelo tom bem-humorado e kitsch, com vilões exagerados e onomatopeias visuais ressaltando as batalhas enfrentadas pelo super-herói - isso sem falar de uma certa barriguinha no Homem-Morcego. Além das três temporadas, West ainda estrelou um longa-metragem sob o manto do herói: Batman, o Homem-Morcego.
Se por um lado o sucesso da série fez com que fosse sempre lembrado pelos fãs, por outro o prejudicou para que conseguisse papéis mais diversificados. A marca do Morcego estava associada demais à imagem de West, o que afastava convites para outras produções de renome.
Décadas mais tarde, West retornaria ao seu personagem mais famoso como dublador, em animações nostálgicas como Batman - O Retorno da Dupla Dinâmica e o ainda inédito Batman vs. Duas Caras. Além disto, teve participações especiais em séries de forte apelo com os quadrinhos, como The Big Bang Theory e Powerless.
Descanse em paz, Adam West. Os fãs agradecem todo o trabalho e dedicação na criação de um dos heróis mais memoráveis da cultura pop mundial.
Tags: Adan West, Batman, Cinema, Filmes, Luto, MSN

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Nelson Xavier morre aos 75 anos em Uberlândia


* * * Extraído do Portal G1 * * *

Ator morreu após complicações de uma doença pulmonar. Ele ficou conhecido por novelas como 'Irmãos coragem', além de peças e filmes como 'Chico Xavier'.



O ator Nelson Xavier morreu, aos 75 anos, na madrugada desta quarta-feira, 10, em Uberlândia, Minas Gerais. Tereza Villela Xavier, filha do ator, usou sua página no Facebook para falar da perda do pai.
"Lamento informar a quem possa interessar que meu pai, Nelson Xavier, faleceu esta noite em Uberlândia. Seu corpo será transferido, celebrado e cremado no Rio de Janeiro em cemitério ainda não determinado. Agradeço desde já as mensagens de apoio. Ele virou um planeta! Estrela ele já era. Fez tudo que quis, do jeito que quis e da sua melhor maneira possível, sempre", escreveu ela.

Em 2014, durante o Festival de Gramado, Nelson Xavier contou que fez tratamento contra o câncer de próstata em 2004 e que estava livre da doença. Foi lá também que recebeu o prêmio de melhor ator com "A despedida", um de seus últimos trabalhos.
Nelson Xavier já vinha sendo tratado em uma clínica de geriatria na cidade, prestadora de serviço do Hospital Santa Genoveva. Segundo informações do hospital ao G1, ele deu entrada nesta terça-feira, 9, às 10h57 e, em seguida, transferido para um quarto particular.

 A morte, por volta das 0h45, ocorreu após o agravamento de uma doença pulmonar.
"O ator faleceu próximo a amigos e familiares. Estava com o semblante sereno", disse o o médico geriatra Tiago Ferolla. O corpo foi encaminhado para uma funerária do município e deve ser levado no início da tarde para o Rio de Janeiro.

Perfil

Nelson Agostini Xavier nasceu em São Paulo, em 30 de agosto de 1941. Chegou a cursar Direito, mas a paixão pelo cinema mudo o estimulou a mudar de profissão. Nos anos 1950, entrou para a Escola de Artes Dramáticas da Universidade de São Paulo e também para o Teatro de Arena – um dos mais importantes grupos de artes cênicas daquela época.
Atuou, então, em suas primeiras peças, entre elas "Eles não usam black-tie" (1958), de Gianfrancesco Guarnieri, "Chapetuba Futebol Clube" (1959), de Oduvaldo Vianna Filho, "Gente como a gente" (1959), de Roberto Freire, e "Julgamento em Novo Sol" (1962), de Augusto Boal.
Nelson era tímido e chegou a acreditar que não tinha vocação para as artes dramáticas, queria trabalhar atrás das câmeras. “Eu tive muita dificuldade em começar a fazer televisão. As máquinas eram enormes, eu tinha pavor, até tremia”, contou ao site Memória Globo. Nessa época, também foi jornalista. Com o diretor Eduardo Coutinho, trabalhou como revisor na revista "Visão", onde passou a colaborar também como crítico de cinema e teatro.

Cinema e TV

Após o golpe militar de 1964, que intensificou a censura ao teatro político, o ator passou a estar mais presente no cinema. Até o fim dos anos 70, fez mais de 20 filmes, entre eles "O ABC do amor" (1967), de Eduardo Coutinho, Rodolfo Kuhn e Helvio Soto, "É Simonal" (1970) e "A culpa" (1972), de Domingos de Oliveira; "Dona Flor e seus dois maridos" (1976), de Bruno Barreto, e "A queda" (1978), de Ruy Guerra, que lhe rendeu um Urso de Prata no Festival de Berlim.
Sua primeira participação na TV foi como o personagem Zorba, na novela "Sangue e areia" (1967), de Janete Clair. Seis anos depois, conseguiu seu primeiro grande papel, em "João da Silva" (1973). Mas foi em 1982 que viveu um de seus principais protagonistas, na primeira minissérie da Globo, "Lampião e Maria Bonita", dirigida por Paulo Afonso Grisolli e baseada nos últimos seis meses de vida de Virgulino Ferreira da Silva.
Na Bahia, gravou a minissérie "O pagador de promessas" (1988), dirigida por Tizuka Yamasaki, com autoria de Dias Gomes. Na trama, interpretou o gigolô Bonitão, que tentava seduzir a mocinha Rosa (Denise Milfont). Nelson também fez novelas, entre elas "Pedra sobre pedra" (1992), "Irmãos coragem" (1995), "Senhora do destino" (2004) e "Babilônia" (2015).
Em 2010, Nelson interpretou Chico Xavier nos cinemas. Na época, o ator afirmou que havia vivido ali seu melhor papel. "Finalmente fiz o meu maior papel. Fui invadido por uma onda de amor tão forte, tão intensa, que levava às lágrimas

”,contou Nelson Xavier, que no longa viveu o líder espírita dos 59 aos 65 anos. “Nenhum dos personagens que fiz mudou minha vida. O Chico fez uma revolução”.


Tags: Ator, Cinema, Dramaturgia, Luto, Novelas, Teatro, Televisão

sábado, 14 de janeiro de 2017

Telmo de Avelar, dublador e tradutor de desenhos da Disney no Brasil, morre aos 93 anos



* * * Extraído o Portal Yahoo! * * *

Yahoo Vida e Estilo9 de janeiro de 2017

Morreu nesta segunda-feira, aos 93 anos, Telmo de Avelar, dublador e tradutor que ficou conhecido no meio por seus trabalhos com desenhos da Disney. Ele estava internado em um hospital na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, para tratar um câncer em estágio avançado.
Avelar, que nasceu em Curitiba e tinha como nome de batismo Telmo Perle Münch, emprestou sua voz para o personagem Pateta, nos anos 70 e 80. Além disso, foi diretor de dublagem e tradutor de séries como ‘Família Dinossauro’ e animações da Disney como ‘Aladdin’, ‘O Rei Leão’, ‘A Pequena Sereia’ e ‘A Bela e a Fera’, cujas músicas adaptadas por ele foram usadas em um musical da Broadway trazido para o Brasil.
Foi também o responsável pela versão nacional da música que os sete anões cantam no desenho da Branca de Neve: “Eu vou, eu vou, para casa agora eu vou”.
Avelar também fez participações especiais como ator nas novelas ‘Irmãos Coragem’, ‘Nina’ e Pai Herói’. Nos últimos anos, ele estava afastado dos estúdios de dublagem e vivia no Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro.

Tags: Cinema, Disney, Luto, Pateta, Telmo Avelar, TV ,Yahoo

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Ricky Harris, ator de "Todo Mundo Odeia o Chris", morre aos 54 anos




* * * Extraído do Portal Yahoo * * *

Yahoo Vida e Estilo

Conhecido por interpretar o personagem Malvo no amado seriado “Todo mundo odeia o Chris”, Ricky Harris morreu na segunda-feira (26), aos 54 anos vítima de um ataque cardíaco. Além de atuar, Ricky era rapper e também trabalhou com Snoop Dogg, que lamentou a morte do amigo nas redes sociais.
Entre outros trabalhos de Ricky estão participações nas séries ”CSI: NY”, “CSI: Miami” e “O povo contra OJ Simpson”, e nos filmes “Dope: um deslize perigoso” e “Fogo contra fogo”.


Tags: Cinema, Luto, Ricky Harris, Todo mundo odeia o Crís,TV

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Michael J. Fox completa 50 anos afastado do cinema e da TV

* * * Extraído do Portal UOL * * *

ANTONIO MARTÍN GUIRADO
DA EFE, EM LOS ANGELES

Michael J. Fox, o eterno adolescente da famosa trilogia "De Volta para o Futuro", completa 50 anos nesta quinta-feira, praticamente longe das câmeras do cinema e da televisão devido a sua luta contra o Mal de Parkinson, apesar de não hesitar em dar as caras esporadicamente em projetos do seu interesse.

Quem diria que Marty McFly virou cinquentão. Fox interpretou o personagem em três filmes dirigidos por Robert Zemeckis e virou um dos grandes ícones cinematográficos para toda uma geração, ao lado do seu fiel Doc, o delirante cientista vivido por Christopher Lloyd.

O primeiro "De Volta para o Futuro" estreou em 1985, recebeu quatro indicações ao Oscar (ganhou o de Edição de Som) e arrecadou cerca de US$ 400 milhões no mundo todo. No filme, o adolescente Marty (Fox), típico garoto americano dos anos 1980, viajava ao passado até 1955, onde tinha de garantir que seus pais se conhecessem e se apaixonassem.

Com a ajuda do Doc, o jovem usou uma máquina do tempo em forma de automóvel - o DeLorean -, alimentado por plutônio e cujo componente principal era um "condensador de fluxo".

O segundo e terceiro filmes da saga, com menos impacto na bilheteria, foram rodados de forma consecutiva e enviavam McFly de novo na máquina do tempo, primeiro até o ano 2015 (quando descobria que sua família está em crise) para depois retroceder até 1885 em uma aventura pelo Velho Oeste para evitar a morte de Doc.

O personagem transformou Fox em uma estrela de Hollywood. Uma fama em grande escala que chegou de forma inesperada, já que nas primeiras cinco semanas de filmagem, outro ator interpretava o papel principal: Eric Stolz.

Zemeckis e Steven Spielberg, produtor executivo do filme, chegaram à conclusão que o Stolz não era exatamente o que eles queriam, nem o tipo de humor do personagem, e decidiram começar tudo do zero, com outro ator, agora com o próprio Fox.

Tal iniciativa mudou a vida de Fox. Este canadense, baixinho para os padrões de Hollywood (1,64 metros), mudou para Los Angeles (Califórnia) depois de fazer algumas pontas em projetos de televisão no seu país, e após um tempo recebeu a oferta de interpretar Alex Keaton na série de comédia "Caras e Caretas", que recebeu três prêmios Emmy entre 1986 e 1989 e um Globo de Ouro.

Essa foi a porta de entrada que comprovou que o ator era capaz de estrelar "De Volta para o Futuro". Após o sucesso do filme, trabalhou em filmes como "O Garoto do Futuro" (1985), "Luz da Fama" (1987), dirigido por Paul Schrader, "O Segredo do Meu Sucesso" (1987) e "Pecados de Guerra" (1989), de Brian de Palma, com altos e baixos segundo crítica e público.

Depois chegaram as sequências da franquia de Zemeckis e posteriormente uma carreira marcada por uma série de comédias, como "Aprendiz de Feiticeiro" (1991), com James Woods, "Doc Hollywood" (1991), "Um Talento Muito Especial" (1993), "For Love or Money" (1993), "Meu Querido Presidente" (1995), "Os Espíritos" (1996), de Peter Jackson, e "Marte Ataca!" (1996), de Tim Burton.

Nessa época, Fox voltou a fazer as pazes com a televisão graças à série "Spin City", que conquistou outro Emmy no ano 2000 e três Globos de Ouro consecutivos de Melhor Ator de Comédia, mas logo sua vida também deu um giro radical.

Após ser diagnosticado com Parkinson em 1991, o ator decidiu se afastar das câmeras permanentemente. Em 1998, se submeteu a uma operação cirúrgica no cérebro para reduzir os tremores que sofria, e um ano depois anunciou oficialmente sua doença quando os sintomas eram evidentes.

Desde então, o público pôde desfrutar de sua voz nas versões originais de "Stuart Little" (1999) e das duas sequências, assim como de suas aparições especiais em séries como "Scrubs", "Boston Legal", "Rescue Me" e "The Good Wife".

Em 27 de maio, foi agraciado com a Ordem do Canadá, a máxima condecoração do país, em reconhecimento por sua luta contra o Parkinson, enquanto sua fundação Michael J. Fox, focada na pesquisa da doença, arrecadou US$ 225 milhões para pesquisar uma cura a esse mal.

Tags: Cinema, Notícias, UOL

quinta-feira, 17 de março de 2011

Morreu Michael Gough, o Alfred dos filmes antigos do Batman


* * * Fonte: O CAPACITOR * * *



Ator já trabalhou em clássicos do cinema
Por Arianne Brogini - 17/03/2011 11:39



Ele tinha 94 anos e morreu nesta quinta-feira, 17 de março. Se você assistiu aos filmes do Homem-Morcego feitos por Tim Burton e Joel Schumacher já sabe de quem estamos falando. O ator Michael Gough interpretou o mordomo Alfred e esteve nos longas Batman - O Filme (de 1989) e Batman - O Retorno (de 1992), ambos de Tim Burton. Ele também esteve nos dois seguintes, Batman Eternamente (de 1995) e Batman e Robin (de 1997), os dois comandados pelo diretor Joel Schumacher. Além destes produções, Gough já esteve em mais de 150 produções no cinema e TV, alguns clássicos como O Vampiro da Noite (de 1958), ao lado de Christopher Lee como Drácula. Recentemente ele vinha fazendo dublagens em filmes e desenhos animados como Alice no País das Maravilhas, A Noiva Cadáver, entre outros.



Tags: Cinema, Curiosidades, Notícias


segunda-feira, 14 de março de 2011

Belas Artes vai fechar na quinta-feira, diz proprietário


ANA PAULA SOUSA
DE SÃO PAULO



* * * Extraído do Portal UOL * * *


A última proposta feita pelo proprietário do Cine Belas Artes ao dono do imóvel localizado na esquida da avenida Paulista com a rua da Consolação foi recusada.


De acordo com André Sturm, dono do cinema, o advogado do proprietário, Fábio Luchesi Filho, acabou de dizer que o contrato de aluguel será mesmo desfeito.


O anúncio do fechamento do cinema, antecipado pela Folha, em janeiro, deu origem a uma série de manifestações públicas pela manutenção do espaço e à abertura de um processo de tombamento do edifício.


Isso tudo fez com que o proprietário do edifício, Flavio Maluf, cogitasse voltar atrás na decisão de pegar o imóvel de volta. Foram dois meses de fecha-não-fecha.


"Mas agora parece ter chegado ao fim", disse Sturm, há pouco.


Procurado pela Folha, Luchesi não foi encontrado.


Sturm disse apenas que aguardará o resultado do pedido de tombamento para procurar outro endereço para o cinema: "Vamos esperar a decisão. Caso seja o edifícil seja tombado, pode ser que o proprietário volte atrás".


ÚLTIMA NOITE


Na quinta, nas últimas sessões de cada sala, o Belas Artes vai exibir apenas filmes especiais. Entre eles, estarão, "O Leopardo", de Luchino Vistoni, "A Doce Vida", de Fellini, e "Queimada", de Gillo Pontecorvo.



Tags: cine belas artes, andré sturm


quarta-feira, 9 de março de 2011

"Virei ator porque não era bom em nada mais", diz Anthony Hopkins


* * * Fonte: EFE * * *


ROMA, Itália - O ator galês Anthony Hopkins assegurou nesta terça-feira em Roma, onde participou da apresentação europeia de seu último filme "O Ritual", dirigido por Mikael Hafström, que se tornou ator porque "não era bom em nenhuma outra coisa".


Em um encontro com diferentes meios de comunicações, entre eles a Agência Efe, precisou que esta situação resultou em "raiva e isolamento", até que reagiu e disse para si mesmo que tinha que fazer algo com sua vida, por isso que decidiu se transformar em músico.


"Queria compor música", afirmou o vencedor de um Oscar por sua interpretação em "O Silêncio dos Inocentes" (1991), que assinalou que no fim seu caminho o levou a ser ator, embora agora também componha e se apresente em shows na Europa.




TRAILER DO FILME "O RITUAL"





Hopkins manifestou que, além do dinheiro, o melhor da sua profissão é conhecer lugares que jamais teria imaginado, como por exemplo Budapeste, cidade na qual filmou parte do "O Ritual", filme em cartaz com a brasileira Alice Braga e o estreante Colin O' Donoghue.


O longa-metragem narra a história de Michael Kovack (O' Donoghue), um jovem seminarista carente de fé que viaja para Roma, onde conhece o padre Lucas Trevant (Hopkins), especialista em exorcismos cujos métodos se afastam dos tradicionais.


Para enfrentar este papel, Hopkins assegurou que não seguiu nenhuma preparação especial, exceto para as partes do roteiro que requerem que fale italiano e latim, e que foi fiel a seu habitual método de trabalho, que consiste em "repetir e repetir" o texto, "inclusive até 400 vezes" até que quase se transforma em um ato reflexo.


"É minha superstição. Se conheço o texto o suficientemente bem, então posso ir até o cenário e me sentir relaxado", declarou Hopkins.


Quanto à passagem dos anos, Hopkins, que já completou 73, comentou que não pensa muito sobre isso e que a morte é uma certeza que põe todos "em um mesmo barco, o que em certo modo é reconfortante porque faz com que tuas expectativas sejam menores".


"Olhar-se ao espelho pelas manhãs, envelhecer. É besteira lutar contra isso", manifestou o ator que, por isso, considera que é preciso viver com graça e sabendo desfrutar da vida.


Hopkins explicou que, entre seus futuros projetos no cinema, estão a estreia de "Thor", dirigido por Kenneth Branagh, e a realização de "360", dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles e no qual compartilhará cena com Rachel Weisz e Jude Law.


O intérprete galês aludiu também à possibilidade de interpretar Alfred Hitchock em um filme sobre a filmagem de "Psicose" (1960), um dos mais emblemáticos trabalhos do cineasta inglês.


Tags: ator galês Anthony Hopkins, filme o ritual, budapeste.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Leslie Nielsen morre ao 84 anos nos Estados Unidos


* * * Fonte – Portal UOL * * *



Conhecido por seus papéis cômicos no cinema, o ator canadense Leslie Nielsen morreu aos 84 anos, na tarde deste domingo (28), nos Estados Unidos.


Segundo informações de seus familiares e de seu agente, John S. Kelly, o ator estava internado há cerca de 12 dias em um hospital de Fort Launderdale, na Flórida, com pneumonia. No momento de sua morte, estava acompanhado pela esposa, Barbaree Earl Nielsen, e por amigos.


Nascido em 11 de fevereiro de 1926 em Regina, no Canadá, Nielsen apareceu em centenas de filmes e programas de televisão ao longo da carreira.


Na década de 80, ficou conhecido por sua atuação no filme "Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu", mais tarde eleito pelo American Film Institute como um dos dez filmes mais engraçados já produzidos. Na pele do tenente trapalhão Frank Debrin, protagonizou os diversos filmes da franquia "Corra que a Polícia Vem Aí".

Nos anos 2000, participou de comédias como
"2001, Um Maluco Perdido no Espaço", "Todo Mundo em Pânico 3" e "Todo Mundo em Pânico 4". Neste último, o ator aparece como presidente dos Estados Unidos.


*com agências internacionais


quarta-feira, 16 de junho de 2010

Os "trouxas" voam no Mundo Mágico de Harry Potter, em Orlando

NEIL GENZLINGER
New York Times Syndicate / Em Orlando, Flórida (EUA)
  • A fila para a atração 'Harry Potter e a Jornada Proibida' passa pelos portões de Hogwarts, no Universal Orlando Resort, na Flórida

    A fila para a atração 'Harry Potter e a Jornada Proibida' passa pelos portões de Hogwarts, no Universal Orlando Resort, na Flórida

Fiz minha lição de casa antes de ser enviado para checar a nova atração Mundo Mágico de Harry Potter no Universal Orlando Resort. Sabia que beberia um pouco de cerveja amanteigada. Sabia que pinturas falariam comigo e ficaria impressionado com o passeio de alta tecnologia. Mas não sabia que quase seria pisoteado até a morte por uma multidão de depressivos pós-Potter.

Na manhã de sábado do fim de semana do Memorial Day (feriado em homenagem aos mortos em combate), eu estava esperando com minha família dentro da entrada do Mundo Mágico, apreciando a maravilhosamente detalhada Hogsmeade, uma aldeia de lojas peculiares que tem um papel proeminente nos livros da série Harry Potter de J.K. Rowling. Nós éramos os beneficiários de uma visita à imprensa e tínhamos o lugar mais ou menos apenas para nós. Lá estávamos nós ao lado de um carro de bebida em forma de barril, conversando com nossos dois guias.

Foi um momento pacato e adorável – até surgir um grito e um grande número de pessoas virem correndo à toda pela entrada, basicamente passando por cima de nós. Apesar da abertura oficial do Mundo Mágico ser apenas na sexta-feira, dia 18 de junho, o acesso foi concedido por algumas poucas horas, naquele fim de semana em particular, para pessoas que tinham comprado um certo pacote de viagem. Elas eram muitas e tinham mentalidade de boiada.

Elas não pareciam se importar com o violoncelo que estava tocando sozinho na janela da loja de música de Hogsmeade ou com o fato da locomotiva do Expresso Hogwarts estar estacionada bem ali, aguardando para ser fotografada. Elas também não pareciam se importar com o fato de nossos guias serem Mark Woodbury, presidente da Universal Creative, e Alan Gilmore, diretor de arte do parque, o que os torna pessoas muito importantes.

Não, aqueles rufiões estavam apenas interessados em chegar ao outro lado do Mundo Mágico, ao Castelo de Hogwarts, dentro do qual há uma atração chamada Harry Potter e a Jornada Proibida.

Para fãs sérios de Potter, essa atração se transformou em algo parecido ao bruxo maligno Lorde Voldemort: algo cujos rumores dizem ter poderes incríveis. E, ao menos nesses dias pré-abertura, o passeio era tão elusivo quanto o próprio Voldemort: ele ainda está passando por ajustes, de forma que não havia garantia de que estaria funcionando. Daí a correria: aquelas pessoas rudes queriam ser as primeiras na fila, para aumentar suas chances de experimentar o passeio caso os técnicos dessem o sinal verde.

Enquanto me levantava do chão e checava se minha câmera tinha sido danificada, eu percebi que para aquelas pessoas, aparentemente foram três anos muito, muito longos.

Esse foi o tempo que se passou desde que Rowling encerrou a saga de Potter e seus amigos ao publicar o sétimo e último livro da série multizilionária. Desde então, nos sites de fãs, blogs e afins, os seguidores mais ardorosos de Potter têm trocado anotações online sobre o que chamam de depressão pós-Potter: seu crescente desespero diante da conscientização de que não haverá mais histórias sobre Harry ou Hogwarts, sobre bruxaria e a escola de bruxos. Quando você mergulha em um mundo de ficção tão profundamente quanto esses fãs, é apavorante saber que independente de quantas vezes você monte nela, a vassoura de casa não vai voar.

Eu conheço o tipo. Eu sou um mero admirador de Harry e Rowling, não um Pottermaníaco. Mas todo mundo na minha casa mergulhou de cabeça logo no primeiro livro. Nosso quarto de hóspedes tem pôsteres de Harry Potter em todas as paredes disponíveis. Todos de bom gosto. Pôsteres de 2,40 metros; daqueles que você vê na entrada das salas de cinema. Dois metros e meio de um Daniel Radcliffe gigante (o ator que interpreta Harry nos filmes) e Emma Watson (Hermione) olhando para a cama. Nenhum hóspede aceitou nossa oferta de ficar no quarto desde meados de 2002.

Aquele corre-corre matinal poderá se transformar em um ritual diário mesmo após a abertura do Mundo Mágico, porque os fãs ardorosos, que são centenas de milhares, estão desesperados por uma nova experiência Harry Potter e esperam que a atração Jornada Proibida a forneça. O que é um pouco incongruente, já que o Mundo Mágico não é realmente uma atração para você participar, mas sim para ser absorvida.

"Harry desejou ter oito olhos. Virava a cabeça para todo o lado enquanto
caminhavam pela rua, tentando ver tudo ao mesmo tempo: as lojas, as coisas as portas, as pessoas fazendo compras."
"Harry Potter e a Pedra Filosofal".

  • Chip Litherland/The New York Times

    Turistas enchem as ruas de Hogsmeade, no Universal Orlando Resort, na Flórida


O Mundo Mágico faz parte das Islands of Adventure (Ilhas da Aventura), um dos dois parques temáticos do Universal resort (diferente de alguns relatos na Internet, ele não exigirá um ingresso separado; os mesmos US$ 79 que permitem a entrada no Jurassic Park River Adventure e no Caro-Seuss-el também dará acesso ao Mundo Mágico). Mas a nova área é decididamente diferente daquelas ao seu redor.

Ele é a antítese da maioria das atrações de parques temáticos, onde a ideia é correr de uma atração para a próxima o mais rápido possível. Há de fato apenas três passeios nos oito hectares do Mundo Mágico, e dois deles – tomando emprestado uma imagem de outra fantasia – são as meio-irmãs feias da Jornada Proibida. Funcionários fantasiados estavam mais ou menos implorando para as pessoas embarcarem em seus passeios no fim de semana que eu estava lá.

Mas é igualmente verdadeiro que só há uma única verdadeira atração no Mundo Mágico, porque os passeios não são realmente o que interessa; é o trabalho de arte. Esta atração foi criada tendo os obsessivos em mente, o tipo de pessoa que mais ou menos decorou os livros de Rowling, e isso transparece em todo tipo de detalhes. O desgaste da pedra para fazê-la parecer indefinivelmente antiga. A forma como a neve se encontra nos telhados, como se estivesse prestes a derreter.

Até mesmo coisas um tanto escatológicas não foram desprezadas. Não apenas há corujas que parecem vivas nas vigas, como também há caca de coruja que parece real na madeira abaixo delas. Murta que Geme, uma fantasma dos livros, pode ser ouvida no banheiro feminino. Pelo menos foi o que me disseram. Ela certamente pode ser ouvida no banheiro masculino. E sim, é assustador.

São tantos os detalhes que rapidamente fica aparente o que está ausente no Mundo Mágico: um posto de primeiros socorros munido de um ortopedista especializado em danos causados por crianças impacientes de cinco anos, puxando os braços dos pais. Com a exceção da loja de doces Dedosdemel e de um quadro interpretado por um ator na Olivaras (uma criança sortuda é escolhida por uma vara, assim como Harry em "A Pedra Filosofal"), este não é o tipo de lugar para uma criança com déficit de atenção.

"Espere um minuto, Joey; mamãe está admirando a forma como as pedras neste castelo lembram os castelos de verdade na Europa."

"Buááá!"

"Fique quieto e vá encontrar o Caro-Seuss-el. Eu vou buscar você daqui cinco horas."

"De uma vez por todas, Harry, você me dá sua palavra de que fará tudo que puder para não me deixar parar de beber?"
"Harry Potter e o Enigma do Príncipe"

O Mundo Mágico carrega o peso da responsabilidade sobre seus ombros. Assim como os filmes de Potter deram aos leitores a interpretação oficial de como de fato pareciam as cenas que estavam imaginando, o Mundo Mágico é a interpretação oficial, abençoada por Rowling, de como seria a sensação de estar em uma daquelas cenas. Assim, não há vendedores ambulantes nas ruas que não estariam nas ruas de Hogsmeade; algodão-doce e mãos gigantes de espuma não estão à vista. Mas não se engane: este lugar foi construído para o comércio.

Os cínicos que mergulharam nos livros de Potter podem se perguntar por que os bruxos tão espertos de Hogwarts não possuem eletricidade, mas há uma conveniência moderna que eles possuem, pelo menos aqui: Hogsmeade possui um estande de caixa eletrônico pronto para servir aqueles que ficarem sem dinheiro. O que muitos ficarão, porque a loja de varinhas, a loja de doces e outros estabelecimentos têm muitos produtos para vender. Na Dedosdemel naquele sábado do Memorial Day, a prateleira de sapos de chocolate –US$ 9,95 cada– ficou vazia em uma hora (os sapos de menta eram US$ 3 mais baratos, mas menos populares).

Os fãs, é claro, não partirão sem experimentar duas bebidas antes de ficção, agora reais, inventadas nos livros e que ganharam vida aqui. Alerta de heresia: a cerveja amanteigada (US$ 8,50 em uma caneca souvenir; US$ 9,50 para a variedade congelada), apesar de melhor do que seria se você despejasse manteiga derretida em uma Budweiser, é indistinguível de um refrigerante de baunilha de qualidade. O suco de abóbora (em uma garrafa bonitinha, com uma abóbora no topo) é bem mais interessante, talvez porque o conteúdo de abóbora de fato pareça mínimo – parece mais uma sidra de maçã misturada com um pouquinho de abóbora. Para os adultos, há uma ótima cerveja de verdade no bar Cabeça de Javali.

Os visitantes alucinados daquela manhã de sábado pelo menos acertaram em uma coisa: é melhor não ter uma mistura volátil de cerveja amanteigada, suco de abóbora e sapos de chocolate em seu estômago ao embarcar nos quatro minutos frenéticos, desorientadores, que culminam a Jornada Proibida.

"É claro que está acontecendo dentro de sua cabeça, Harry, mas por que isso significaria que não é real?""Harry Potter e as Relíquias da Morte"

  • Chip Litherland/The New York Times

    Alguns dos primeiros passageiros do 'Voo do Hipogrifo', no Mundo Mágico de Harry Potter, no Universal Orlando Resort, na Flórida


Os representantes de parques de diversão arrancariam suas línguas antes de reconhecerem que suas melhores atrações têm filas absurdamente longas, mas as pessoas por trás do Mundo Mágico realizaram um esforço orquestrado para transformar o tempo de espera em uma parte integral da experiência. Pergunte quanto tempo dura a atração e eles dirão que uma hora, porque é quanto tempo eles querem que você espere para chegar ao clímax de quatro minutos.

A fila da Jornada Proibida serpenteia por salas e corredores do Castelo de Hogwarts, e para aqueles bem atentos – que podem não ser todos – há uma história transcorrendo. Os visitantes se transformam em parte dela, auxiliados por retratos que falam e personagens dos filmes – projeções, hologramas ou algo assim.

O momento principal: Harry e seus amigos Hermione e Ron – saindo de sob o manto de invisibilidade de Harry – pedem que você mate a aula para voar. Os personagens dos filmes que aparecem – Dumbledore, o diretor, é outro – estão tão "presentes" que os fãs mais ardorosos podem relutar em deixar essas cenas preparatórias para trás, mas o passeio chama. Seus assentos chegam em fileiras de quatro por vez, mas cada assento na fileira é independente, permitindo que fileira incline 360 graus e criando a sensação de que você está no passeio sozinho (já que você não consegue ver a pessoa à direita ou esquerda). Crianças menores não podem ir, há uma restrição de altura de 1m20.

A combinação de imagens projetadas e objetos reais que vêm na sua direção enquanto você sobrevoa Hogwarts é impressionante. Talvez você tenha até mesmo que fechar os olhos em certos momentos, o que, se você for jornalista, impedirá convenientemente que você conte demais o que acontece, porque você de fato não viu. Basta dizer que ao final do passeio, você terá tido encontros com o Quadribol (o esporte favorito em Hogwarts), dementadores (as terríveis criaturas fantasmagóricas), um dragão e uma árvore particularmente rabugenta. Os estímulos físicos e visuais são tão rápidos que é difícil absorver tudo; uma única ida não será suficiente para os Pottermaníacos.

Então, o Mundo Mágico curará toda aquela depressão pós-Potter? É a resposta às orações, encantos ou qualquer outra coisa deles?

Sim, esta atração certamente será um bálsamo para suas almas em privação. Ela os convencerá que, apesar da produção da caneta de Rowling ter parado, Hogwarts continua viva. O problema é que em algum momento você terá que partir. E assim que sair pelos portões, o ordinário poderá parecer mais tedioso do que nunca. Até mesmo para um fã casual como eu.

Nós ficamos hospedados no Hard Rock Hotel do resort. De volta ao quarto, eu me vi aborrecido pelo fato das fotos antigas de Elton John e dos Kinks nas paredes se recusarem a ganhar vida e cantarem. Bater nelas com a varinha de US$ 30 que compramos na Olivaras não ajudou.

O hotel tinha um bar agradável, um bom lugar para ir ao se ver confrontado com a verdade que de que a vida real geralmente não tem nada de mágica. Barman, uma cerveja por favor. Mas sem manteiga.

Tradutor:
George El Khouri Andolfato

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Morre, aos 42 anos, o ator Gary Coleman, da série 'Arnold'



  Foto: Larry Busacca /Getty Images

Gary Colema, astro da série 'Arnold', morre aos 42 anos
Foto: Larry Busacca /Getty Images






Morreu, na tarde desta sexta-feira, aos 42 anos, o ator americano Gary Coleman, famoso por seu papel na série de TV da NBC The Diff´rent Strokes, conhecida no Brasil como Arnold e Minha Família é uma Bagunça, tradução que variou de acordo com as emissoras que a exibiam.

A causa da morte, segundo a CNN, foi causada por uma uma hemorragia cerebral após Coleman cair em sua casa na última quarta-feira (26). Segundo a família e amigos próximos, que estavam ao seu lado no momento da morte em um hospital de Utah, nos EUA, o ator estava lúcido um dia após a queda, mas seu quadro de saúde se complicou e o ator entrou em coma.

Coleman, que já havia sido internado em janeiro e em fevereiro deste ano por problemas do coração, sofreu forte ostracismo durante a vida adulta. Com diversos problemas congênitos, a baixa estatura do ator deixava claro suas complicações cardiológicas. Submetido a dois transplantes de rim antes de completar 14 anos, Coleman também sofria de nefrite, uma infecção renal que lhe rendeu até quatro sessões de hemodiálise por dia.

No auge da fama, o ator chegou a ganhar US$ 100 mil por episódio na série que o consagrou, exibida de 1978 a 1986. Mas, em 1999, as dificuldades financeiras surgiram, especialmente, após o próprio pai, Willie, tentar atropelá-lo em 1986, o que lhe deu altos gastos com advogados. Estima-se que Coleman, por problemas diversos, tenha perdido uma fortuna de cerca de US$ 18 milhões.

Sua mãe, Sue, chegou a declarar que o talento de Coleman foi uma forma divina de o ator ser recompensado pelo sofrimento que sofria em relação à sua saúde debilitada.

Em 1998, acusado de atropelar um pedestre com seu caminhão após uma discusssão e, no ano seguinte, alegar auto-defesa ao agredir uma mulher que lhe pedia um autógrafo. Em 2008, com 40 anos, Coleman viu sua vida mudar ao se casar com Shannon Price, de 22 anos, que ele admitiu ser a primeira mulher de sua vida.

Confira a filmografia do ator:
1980 Scout´s Honor
1981 On The Right Track
1982 Jimmy The Kid
1983 The Kid with the 200 I.Q.
1985 Playing with Fire
1996 Fox Hunt
1997 Off the Menu: The Last Days of Chasen's
1998 Dirty Work
1998 Like Father, Like Santa
2000 The Flunky
2004 Chasing the Edge
2005 A Christmas too Many
2006 Church Ball
2008 An American Carol
2009 Midgets vs. Mascots


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Morre a atriz Mara Manzan aos 57 anos


* * * Fonte: Portal Terra * * *

Morreu nesta sexta-feira (13) a atriz Mara Manzan. Ela tinha 57 anos e estava internada desde o último sábado (7) no Hospital Rio's D'Or, no Rio de Janeiro, por conta de complicações no tratamento de um câncer no pulmão. Segundo o hospital, a atriz morreu às 8h15m.

Mara já havia sido internada no início de outubro no Hospital São Vicente, na Gávea, também no Rio de Janeiro, com pneumonia. A atriz lutava desde 2008 contra um câncer de pulmão que chegou a obrigá-la a se manter afastada das gravações da novela Caminho das Índias no início de 2009.

Nascida em São Paulo no dia 28 de maio de 1952, Mara Virgínia Manzan iniciou sua carreira artística aos 17 anos, ao assistir a uma peça no Teatro Oficina. Apaixonada pelo teatro, tornou-se uma espécie de faz-tudo nos bastidores até ter a oportunidade de substituir uma das atrizes.

Durante a carreira, Mara protagonizou cenas inusitadas. Trabalhou como animadora de Carnaval em Juazeiro do Norte, no Ceará, invadiu uma edição da corrida de São Silvestre para mostrar suas habilidades na pirofagia e chegou a cuspir fogo para a cantora Madonna durante uma das passagens da popstar pelo Brasil.

Apesar de ter começado a carreira ainda adolescente, tornou-se conhecida do grande público ao interpretar a personagem Odete na novela O Clone, na qual fez sucesso com o bordão "Cada mergulho é um flash!".

Mara dava vida à personagem Amara na novela global Duas Caras, em 2008, quando descobriu um nódulo em seu pulmão e foi diagnostica com câncer. Ela fumou durante 40 anos. Em 1998, Mara lutou contra um outro câncer, o de útero. Seu último papel na TV foi como Ashima, uma indiana que vivia no Brasil na novela Caminho das Índias.

No dia 5 de outubro, Mara escreveu em seu blog pela última vez. No post, a atriz escreveu: "Estou novamente num momento muito feliz da minha vida, graças a Deus estou me sentindo cada dia melhor, cheia de vontade de trabalhar, hoje eu li uma frase do querido Neguinho da Beija-Flor que vale pra todos nós: 'Só da gente ter direito à vida é o suficiente pra viver sorrindo'. Hoje eu posso dizer que valorizo muito mais a vida, quero morrer bem velhinha, se possível ver meus netos grandes, quem sabe ser uma biza (sic) bem animada, sempre trabalhando e trazendo alegria no coração pros meus queridos fãs que estiveram todo o tempo do meu lado me dando força, me ajudando sempre a confiar." Trajetória na televisão:

2008 - Caminho das Índias
2007 - Duas Caras
2006 - Cobras & Lagartos
2005 - América
2004 - Senhora do Destino
2004 - Da Cor do Pecado
2003 - Kubanacan
2001 - O Clone
1999 - Terra Nostra
1998 - Você Decide
1999 - Ô Coitado
1998 - Pecado Capital
1998 - Hilda Furacão
1996 - Salsa e Merengue
1994 - A Viagem

Trajetória no Cinema

2003 - Herman
2000 - De Cara Limpa
1997 - Mundo VIP
1982 - Bonecas da Noite

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Morte de Swayze volta a pôr Hollywood de luto


EFE.





Fernando Mexía.

Los Angeles (EUA), 15 set (EFE).- O câncer privou o cinema americano do rosto de Patrick Swazye, um dos mais populares do final do século XX, e voltou a pôr Hollywood de luto.

O ator morreu nesta segunda-feira em Los Angeles aos 57 anos, vítima de um tumor no pâncreas e após 20 meses de luta contra a doença. A notícia entristeceu seus colegas de profissão, especialmente os que trabalharam diretamente com ele.

"Não tinha medo e insistia sempre em fazer suas próprias cenas de risco, portanto não me surpreendeu que a guerra que manteve contra o câncer fosse tão valente e digna", comentou à "US Magazine" Jennifer Grey, que protagonizou com Swayze "Dirty Dancing - Ritmo Quente" (1987).

"Quando penso nele, estou em seus braços, dançando, como quando éramos jovens, causando sensação com esse pequeno filme que pensávamos que ninguém veria", disse a atriz, hoje com 49 anos.

O grande amor de Swayze em "Ghost - Do outro lado da vida" (1990), Demi Moore, mostrou seu carinho pelo ator, sobre quem disse que "sua luz sempre brilhará".

"Nas palavras de Sam (Swayze) para Molly (Demi): 'Isso é incrível Molly. O amor que você sente, você leva consigo'", disse a atriz no Twitter.

A atriz Whoopi Goldberg, outra de suas companheiras de cena em "Ghost", assegurou que acredita na mensagem do filme, no qual o amor era mais forte que a morte.

"Ele sempre estará perto", afirmou Whoopi.

Swayze tornou pública sua doença em março de 2008, dois meses após conhecer o diagnóstico, com a promessa de brigar pela vida.

Em entrevista em janeiro passado, o ator reconheceu, no entanto, que tinha poucas probabilidades de passar dos dois anos mais de vida.

Apesar das previsões pessimistas - a taxa de sobrevivência para o câncer de pâncreas ronda 5% -, Swayze continuou em atividade.

O ator protagonizou a série "The Beast", em que encarnou um agente do FBI; teve seu último papel cinematográfico em "Powder Blue", que estreou em maio diretamente em DVD, e participou da trilha sonora de "500 dias com ela", que chegou aos cinemas em julho.

O adeus de Swayze, que a imprensa sensacionalista tentou a antecipar nos últimos meses, foi o último a abalar Hollywood este ano, no qual o câncer tirou a vida também da ex-pantera Farrah Fawcett, da "menina de ouro" Bea Arthur e do produtor de "Arquivo X" Kim Manners.

Um tumor foi também a causa da morte em março do compositor vencedor de um Oscar por "Doutor Jivago" (1965), Maurice Jarre; do ator James Whitmore ("Give'em Hell, Harry!", 1975), candidato a duas estatuetas, e do intérprete Harve Presnell, de "Fargo" (1996).

Fawcett, ícone de beleza na década de 70, morreu em junho vítima de um câncer no reto que tinha se estendido ao fígado e que deixou abatida a atriz e seu companheiro de anos, Ryan O'Neal.

A atriz chegou a gravar um documentário sobre sua luta contra o câncer, uma batalha que resistia a perder.

"Não quero morrer dessa doença. Portanto digo a Deus que realmente é hora para um milagre", afirmou Fawcett.

Em 2008, o câncer matou Paul Newman, da mesma forma que anos antes tinha feito com outras grandes figuras da história do cinema.

Bette Davis, Humphrey Bogart, John Wayne, Gary Cooper e Robert Mitchum foram vítimas de diferentes tipos de câncer.

Em 2009, também morreram por diversas causas David Carradine, Natasha Richardson e Ricardo Montalbán, entre outros.