Glória Menezes deixou
uma grande história e um legado imensurável para teledramaturgia.
Verdadeiramente uma pessoa que viveu e inspirou outros (as) nesta bela
carreira.
Descanse em paz
Tags: Glória Menezes, Internet, , Luto, Notícias
Glória Menezes deixou
uma grande história e um legado imensurável para teledramaturgia.
Verdadeiramente uma pessoa que viveu e inspirou outros (as) nesta bela
carreira.
Descanse em paz
Tags: Glória Menezes, Internet, , Luto, Notícias
Laura Cardoso deixou uma
grande história e um legado imensurável para teledramaturgia. Verdadeiramente
uma pessoa que viveu e inspirou outros (as) nesta bela carreira.
Descanse em paz 🕊️
Tags: Internet, Laura Cardoso, Luto, Notícias
O técnico Carlo Ancelotti já divulgou a
convocação oficial com os 26 jogadores que representam a Seleção Brasileira na
Copa do Mundo. A lista principal conta com grandes estrelas, como Neymar,
Vini Jr., Rodrygo, e Alisson.
Como a escalação varia de acordo com o
adversário, as principais formações utilizadas por Ancelotti costumam seguir a
base descrita abaixo.
Provável
Formação Titular
·
Goleiro: Alisson (Liverpool)
·
Defensores: Danilo (Flamengo /
Juventus), Marquinhos (PSG), Gabriel Magalhães (Arsenal), e Douglas Santos
(Zenit).
·
Meio-campistas: Casemiro (Manchester
United), Bruno Guimarães (Newcastle), e Lucas Paquetá (Flamengo).
·
Atacantes: Raphinha (Barcelona),
Neymar (Santos), e Vini Jr. (Real Madrid).
Lista
Completa de Convocados (26 Jogadores)
Goleiros:
·
Alisson (Liverpool)
·
Ederson (Fenerbahçe)
·
Bento (Al-Nassr)
Laterais
e Zagueiros:
·
Danilo (Flamengo)
·
Wesley (Roma)
·
Douglas Santos (Zenit)
·
Alexandre
·
Marquinhos (PSG)
·
Gabriel Magalhães (Arsenal)
·
Bremer (Juventus)
·
Léo Pereira (Flamengo)
·
Ibañez (Al-Ahli)
Meio-campistas:
·
Casemiro (Manchester United)
·
Bruno Guimarães (Newcastle)
·
Lucas Paquetá (Flamengo)
·
Fabinho
·
Danilo
Atacantes:
·
Vini Jr. (Real Madrid)
·
Neymar (Santos)
·
Raphinha (Barcelona)
·
Endrick (Lyon)
·
Gabriel Martinelli (Arsenal)
·
Mateus Cunha (Manchester United)
·
Luiz Henrique (Zenit)
·
Igor Thiago (Brentford)
·
Rayan (Bournemouth)
Tags: Atualidades, Brasil, Copa do Mundo 2026, Fifa, Futebol, Notícias, Seleção
Brasileira
Lazere
viveu por 30 anos, segundo documentos franceses — Foto: Reprodução/Instagram
* * * Extraído do Portal G1 *
* *
Lazere nasceu em
4 de dezembro de 1995, segundo registros de documentos franceses. Guinness não
se manifestou sobre possível recorde.
Por France
Presse
15/05/2026 15h42 Atualizado há 4
horas
Um spaniel francês chamado Lazere,
considerado "o cachorro mais velho do mundo", morreu aos 30 anos,
informou sua responsável nesta sexta-feira (15).
A
AFP entrou em contato com os organizadores do Guinness World Records para
apurar se Lazare havia alcançado o recorde antes de morrer na quinta-feira
(14), mas não obteve uma resposta imediata.
Lazare,
um "spaniel toy" com orelhas erguidas em forma de borboleta, nasceu
em 4 de dezembro de 1995, segundo a funcionária de um abrigo de cães
Anne-Sophie Moyon.
O
cachorro passou grande parte da vida com a mesma tutora, até que ela morreu.
Então, ele foi levado para um abrigo de animais. Ophelie Boudol, de 29 anos,
encantou-se pelo cachorro um ano mais velho que ela e o adotou.
Boudol
havia planejado, inicialmente, encontrar um animal de estimação para sua mãe,
disse à AFP. No entanto, em vez disso, decidiu inserir Lazare à família. O
animal morreu apenas algumas semanas depois.
"Era
nosso pequeno bebê”
Com
30 anos e cinco meses, Lazare usava fraldas, já não podia ouvir, enxergar e
dormia quase todo o dia. No entanto, Boudol disse que ele tinha uma presença
encantadoramente vívida.
"Ele
realmente tem uma personalidade muito cativante", disse à AFP enquanto o
embalava em sua casa na localidade de Villy-le-Pelloux, sudoeste da França, no início
desta semana.
Quando
Moyon descobriu a idade de Lazare, ela e seus colegas de abrigo acreditaram que
"poderia ser o cachorro mais velho do mundo".
Depois
de verificar sua data de nascimento em dois registros, preencheram a
documentação para inscrevê-lo para um possível recorde, como uma espécie de
brincadeira, acrescentou ela.
Um
mastim português chamado Bobi foi considerado o cão mais velho quando morreu em
2023, supostamente aos 31 anos, segundo o site do Guinness World Records.
Porém, uma revisão em 2024 determinou que não havia provas
suficientes sobre a idade dele.
Tags: Atualidades, Cachorro, Dog, G1, Mundo,
Notícias, Pet
Carteira Nacional de Habilitação (CNH) — Foto: Divulgação/Detran-AM
Limites de pontos são diferentes a depender da quantidade de infrações
gravíssimas cometidas pelo condutor nos últimos 12 meses. Motorista
profissionais têm regime especial.
Por Carlos Cereijo, g1 — São Paulo
21/02/2026
05h00 Atualizado há 7 horas
* * * Extraído do Portal G1 * * *
Este ano passou a vigorar uma nova
regra para o acúmulo de pontos na CNH. Agora, o limite para
suspensão da carteira depende de quantas infrações gravíssimas o condutor
cometeu nos últimos 12 meses.
O
teto é de 40 pontos, mas apenas para quem não cometeu nenhuma
infração gravíssima nos últimos 365 dias. Dependendo das infrações registradas, o
limite para suspensão da CNH pode cair para 20 pontos.
A exceção são os
condutores que exercem atividade remunerada, o que inclui motoristas de
aplicativo. Nesse caso, o limite de pontos acumulados em 365 dias é sempre de
40.
Ao alcançar 30 pontos, o motorista profissional pode
fazer um curso de reciclagem para reduzir a chance de ter a CNH suspensa. Essa
regra vale apenas para o acúmulo de pontos e não se aplica a infrações que,
sozinhas, já geram suspensão imediata da carteira.
Já os outros motoristas precisam ficar
atentos para não ultrapassar os novos limites. Na dúvida, a
orientação é consultar o aplicativo da CNH no celular ou o Detran do seu estado.
·
Limite de 40 pontos : vale para
o motorista que não cometeu nenhuma infração gravíssima nos últimos 12
meses. Portanto, ele pode acumular pontos por infrações graves, médias e leves
até esse teto.
·
Limite de 30 pontos: se o motorista tiver uma infração gravíssima nos últimos 12 meses,
o teto cai para 30 pontos. Nesse caso, a regra fica mais rígida e o motorista
precisa redobrar a atenção.
·
Limite de 20 pontos: com duas ou mais infrações gravíssimas no
período, o total permitido cai para 20 pontos.
É preciso ficar atento ao prazo de validade desses pontos, pois eles só
deixam de contar após 12 meses da data da infração.
·
🔎 Por exemplo: um motorista cometeu infrações leves
e médias e tem 27 pontos acumulados na CNH nos últimos 12 meses. Se ele cometer uma infração gravíssima, o limite
cai para 30 pontos e o teto pode ser ultrapassado. Nesse caso, há risco de
suspensão da carteira.
Tipos de infrações
Além de acumular pontos, as infrações também geram multas. Os valores
podem ser multiplicados por agravantes e reajustados pelos órgãos competentes.
Veja
alguns exemplos:
·
Infrações leves: exemplos incluem parar o
carro na calçada, estacionar no acostamento e buzinar em local proibido. Essas
infrações somam 3 pontos à CNH e geram multa
de R$ 88,38.
·
Infrações médias: incluem circular com velocidade até 20% acima da
permitida, transitar com velocidade inferior a 50% da máxima da via e parar
sobre a faixa de pedestres. São 4 pontos na CNH
e multa de R$ 130,16.
·
Infrações graves: exemplos incluem estacionar em ciclofaixa, não
usar cinto de segurança e ultrapassar em mais de 20% o limite de velocidade.
Nesses casos, são 5 pontos na CNH e multa
de R$ 195,23.
·
Infrações gravíssimas: incluem dirigir sob efeito
de álcool ou de substância psicoativa, deixar de prestar socorro à vítima de
acidente em que o condutor esteja envolvido e estacionar em vaga para idosos ou
pessoas com deficiência. A multa é de R$ 293,47 e
são 7 pontos na CNH.
No caso de dirigir embriagado, a multa pode chegar a quase R$ 3 mil se o
teor alcoólico aferido for superior a 0,04 mg/L. Esse tipo de conduta também
leva à suspensão imediata da CNH, mas não é a única infração com essa
consequência.
Infrações autossuspensiva
Se o motorista cometer uma infração gravíssima autossuspensiva, a CNH
fica suspensa imediatamente, independentemente da quantidade de pontos
acumulados.
Alguns exemplos são transitar em velocidade 50% acima do limite da via,
dirigir ameaçando pedestres, conduzir de forma a intimidar outros veículos, participar
de rachas e fazer manobras perigosas.
Como recorrer
O motorista sempre tem a oportunidade de recorrer das infrações, e o
processo depende do órgão que aplicou a multa, como Detran, Polícia Rodoviária
Federal, DER, entre outros.
Veja
abaixo um passo a passo.
·
Em geral, o processo começa com a apresentação da defesa de autuação. O motorista tem prazo de 30 dias
para apontar eventuais erros antes mesmo de a multa ser aplicada.
·
É nesse momento que o motorista pode indicar que havia outro condutor ao volante e, assim, evitar o
acúmulo de pontos.
·
Essa primeira defesa deve ser analisada pelas autoridades em até 30 dias.
·
Se o recurso for indeferido, há prazo de 30 dias
para recorrer em primeira instância à Junta Administrativa de
Recursos de Infrações (Jari). O órgão tem mais um mês para emitir o parecer.
·
Se essa etapa for rejeitada, é possível recorrer ao
Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) em segunda instância. Multas aplicadas
pela Polícia Rodoviária Federal têm um processo próprio de recurso, com formulários
específicos.
·
Dependendo do tipo de infração ou de reincidência, a
suspensão da CNH pode chegar a dois anos.
·
A recomendação é acompanhar quantos pontos constam na CNH
para não ultrapassar o limite, considerando o novo critério. Os sites dos
Detrans oferecem consulta a essa informação.
·
Em caso de suspensão, o processo de recurso é semelhante
ao das infrações, começando pela Jari e, depois, seguindo para o Cetran de cada
estado.
Tags: CNH, Detran, G1, Lei de Trânsito, Notícias
Foto: WILTON JUNIOR ESTADÃO
* * * Extraído do
Portal CNN Brasil * * *
Gabriela Boechat e Davi Vittorazzi, da CNN, Brasília | Atualizado 11/09/25
às 21:47
A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) condenou nesta quinta-feira (11) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e 3 meses de prisão, com
início em regime fechado, por participação em uma tentativa de golpe de Estado após as
eleições de 2022.
Além da prisão, Bolsonaro também foi condenado a 124 dias
multa, no valor de dois salários mínimos o dia.
Para
a definição da pena, o ministro relator, Alexandre de
Moraes, considerou o agravante de liderança de
organização criminosa e a atenuante da idade avançada do ex-presidente. Ele foi
acompanhado por Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano
Zanin. O ministro Luiz
Fux, por ter votado pela absolvição de Bolsonaro, decidiu não participar
da definição de pena.
Por
maioria de votos, Bolsonaro se tornou o primeiro presidente do
Brasil a ser condenado por golpe de Estado.
O
relator, Alexandre de Moraes, foi acompanhando por Flávio Dino, Cármen Lúcia e
Cristiano Zanin. Luiz Fux votou pela absolvição. O placar final foi de 4 a 1.
Ele
foi condenado pelos seguintes crimes:
·
organização
criminosa armada;
·
tentativa
de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
·
golpe
de Estado;
·
dano
qualificado pela violência e ameaça grave (com exceção de Ramagem); e
·
deterioração
de patrimônio tombado (também com exceção de Ramagem).
Mesmo com a definição da pena, ainda cabe recurso da decisão, o que
significa que Bolsonaro e os outros réus não serão presos de imediato.
No Brasil, as penas só podem ser executadas depois que o caso transita
em julgado, ou seja, depois que acabam todas as possibilidades de recurso.
Alexandre de
Moraes: Dedicou cinco horas ao voto e apontou Jair Bolsonaro como
líder da organização criminosa que planejou um golpe de Estado. Segundo ele, o
grupo usou a máquina pública e apoio de militares para atacar o Judiciário,
desacreditar o sistema eleitoral e impedir a posse do governo eleito em 2022.
Moraes citou a minuta do golpe discutida com militares, a reunião de ministros
em 2022, o financiamento de acampamentos em quartéis, o Plano Punhal Verde e
Amarelo e a coordenação dos atos de 8 de janeiro. Para o ministro, as ações
mostraram a recusa de Bolsonaro e aliados em aceitar a alternância democrática
de poder e quase levaram o Brasil de volta a uma ditadura.
Flávio
Dino: Acompanhou Alexandre de Moraes
e votou pela condenação de Jair Bolsonaro e outros sete réus. Para ele,
Bolsonaro e Walter Braga Netto exerceram liderança sobre a organização
criminosa e devem receber penas mais altas, enquanto Paulo Sérgio Nogueira,
Augusto Heleno e Alexandre Ramagem tiveram participação menor e devem pegar
penas reduzidas. O ministro ressaltou que a tentativa de golpe não se tratou
apenas de preparativos, mas de atos executórios que colocaram em risco o Estado
Democrático de Direito, incluindo com a invasão violenta das sedes dos Três
Poderes.
Luiz
Fux: Foi o único a divergir no
julgamento. Em um voto de 14 horas, defendeu a absolvição completa de Jair
Bolsonaro e de outros cinco réus. Em relação a Mauro Cid e Walter Braga Netto,
votou pela condenação apenas pelo crime de tentativa de abolição do Estado Democrático
de Direito, rejeitando todas as demais acusações. Ao contrário dos outros
ministros, Fux analisou separadamente cada crime e cada réu. Também acolheu
quase todas as preliminares apresentadas pelas defesas, argumentando que houve
cerceamento do direito de defesa e que o STF, assim como sua Primeira Turma,
não teriam competência para julgar o caso. Logo no início de sua manifestação,
ainda enviou um recado indireto a Alexandre de Moraes, afirmando que juízes não
têm função investigativa e devem agir com distanciamento.
Cármen
Lúcia: Concluiu que a PGR apresentou
provas sólidas de uma empreitada criminosa organizada por uma “milícia digital”
para atacar o Judiciário e as urnas eletrônicas, liderada por Jair Bolsonaro,
apontado como responsável por planejar a ruptura institucional e a permanência
forçada no poder. Para ela, as ações foram coordenadas, contaram com
participação efetiva de Mauro Cid e envolveram violência, grave ameaça e até
cogitação de assassinatos de autoridades. Rejeitando a tese de Luiz Fux,
defendeu que os réus devem ser condenados separadamente pelos crimes de golpe
de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Cristiano
Zanin: Surpreendeu ao acompanhar
integralmente o voto de Alexandre de Moraes e votar para condenar todos os réus
pelos cinco crimes imputados pela PGR. Para ele, ficou comprovada a existência
de uma organização criminosa armada e estruturada para manter Bolsonaro no
poder. Segundo o ministro, as ações envolveram uso de estruturas do Estado,
ameaças a autoridades e violência, evidenciada nos atos de 8 de janeiro de
2023. Zanin afirmou que não foram apenas opiniões políticas ou atos
preparatórios, mas um conjunto de estratégias coordenadas que atacaram a
democracia, e que a responsabilização é fundamental para consolidar o Estado
Democrático de Direito.
Em
8 de janeiro de 2023, manifestantes vindos de várias cidades e do acampamento
em frente ao quartel general do Exército invadiram o Congresso Nacional, o
Palácio do Planalto e o STF. Obras, estruturas e peças históricas foram
destruídas.
O
ex-presidente Jair Bolsonaro estava nos Estados Unidos quando os ataques
ocorreram, mas já estava na mira da Polícia Federal como possível mentor de um
plano golpista.
As
apurações avançaram com a delação do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de
ordens de Bolsonaro. Ele relatou reuniões do presidente com ministros,
embaixadores e chefes militares antes das eleições de 2022, nas quais o então
mandatário colocava em xeque a credibilidade das urnas.
No
segundo turno, a PRF teria sido mobilizada para dificultar o acesso de
eleitores em cidades mais favoráveis a Lula. Após a diplomação do petista, em
dezembro, vândalos incendiaram carros e ônibus e tentaram invadir a sede da PF
em Brasília, e dias depois foi encontrada uma bomba perto do Aeroporto da
capital.
Ainda em dezembro, investigações apontaram a elaboração de uma minuta
golpista e do plano "punhal verde-amarelo", que previa os
assassinatos de Lula, Alckmin e Moraes. O inquérito da PF foi concluído em
novembro de 2024.
Bolsonaro e outros 36 aliados foram indiciados e denunciados pela PGR,
que os dividiu em cinco núcleos de atuação. O núcleo central, liderado por
Bolsonaro, teria planejado impedir a posse de Lula. A denúncia foi aceita pelo
STF, e os réus passaram a responder a uma ação penal.
Segundo a acusação, Bolsonaro liderou a organização criminosa, articulou
ataques às urnas, difundiu desinformação e incitou a intervenção militar. Em
junho, os réus foram interrogados e negaram a tentativa de golpe.
As defesas questionaram a imparcialidade de Alexandre de Moraes e a
validade da delação de Cid, marcada por contradições e descumprimentos do
acordo. Anular a delação, porém, significaria invalidar parte das provas nas
quais se baseia a denúncia.
O caso repercutiu internacionalmente. Em julho, o presidente dos Estados
Unidos Donald Trump defendeu Bolsonaro, chamou o processo de "caça às
bruxas" e impôs sanções a Moraes, que reagiu afirmando que não recuaria
"nem um milímetro".
Com a entrega das alegações finais, o ministro Cristiano Zanin marcou o
julgamento. Após cinco sessões, a Primeira Turma do STF decidiu condenar
Bolsonaro e outros sete réus.
Tags: Bolsonaro, CNN Brasil, Condenação, Congresso, Justiça, Notícias, Plenário, Política, STF