segunda-feira, 24 de julho de 2017

Morre Waldir Peres, ex-goleiro de São Paulo, Corinthians e seleção brasileira


* * * Extraído do Portal Globo Esporte * * *

Aos 66 anos, ex-jogador sofre infarto fulminante durante almoço na cidade de Mogi Mirim. Velório será na terça-feira, na capital, enquanto enterro acontece no Cemitério Gethsêmani, no Morumbi


Por GloboEsporte.com, Mogi Mirim, SP

Morreu neste domingo um dos maiores goleiros da história do futebol brasileiro: Waldir Peres, ídolo do São Paulo, com passagem pelo Corinthians e titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1982. Ele tinha 66 anos e sofreu um infarto fulminante durante um almoço com a família, na cidade de Mogi Mirim, no interior paulista.

– Nós viemos passear na casa de uns amigos numa festa de aniversário em Mogi Mirim. Ele passou mal depois do almoço, nós o levamos a uma farmácia e lá ele desmaiou. Depois levamos para o hospital, mas infelizmente ele não resistiu. Foi fulminante – afirmou a irmã Isabel por telefone ao GloboEsporte.com.

Waldir Peres se sentiu mal e teve um infarto por volta das 14h. Foi levado por familiares ao hospital 22 de Outubro, em Mogi Mirim, mas não resistiu e teve a morte decretada por volta de 15h30. O ex-goleiro deixa dois filhos, que moravam em São Paulo, e uma filha, que está na Malásia. Ele não era casado, mas estava acompanhado da noiva.
O corpo do Waldir sairá de Mogi Mirim nesta segunda-feira, às 17h, e virá pra São Paulo. O velório será a partir de terça e o enterro, só na quarta (às 9h) – para aguardar a filha que vem do exterior –, no Cemitério Gethsêmani, no Morumbi.





A carreira
Nascido em Garça, interior de São Paulo, no dia 2 de janeiro de 1951, Waldir Peres começou a carreira na Ponte Preta, que o revelou em 1970. Três anos depois, se transferiu para o São Paulo, onde se tornou um dos maiores goleiros da história. Entre 1973 e 1984, fez 617 partidas (só perde para Rogério Ceni em presenças) e ganhou o Brasileiro de 1977 (onde teve papel decisivo nas cobranças de pênalti) e os Paulistas de 75, 80 e 81.

No Morumbi, ganhou destaque a ponto de ser presença constante nas convocações da Seleção. Como reserva, foi às Copas do Mundo de 1974 e 78, mas teve a chance de ser titular em 1982, na equipe que marcou época apesar de não ter sido campeã. O goleiro fez 39 partidas com a camisa amarelinha, a última na derrota por 3 a 2 para a Itália.

Waldir deixou o Tricolor em 1984, quando se transferiu para o América-RJ. Defendeu mais quatro clubes – Guarani em 85-86, Corinthians em 86-88, Portuguesa em 88 e Santa Cruz em 88 – até voltar a Campinas e encerrar a carreira pela Ponte Preta, em 1989. Dois anos depois, iniciou a carreira de treinador.

Waldir Peres foi treinador por 22 anos, de 1991 até 2013, com passagens por muitos times do interior paulista (São Bento, Inter de Limeira, Nacional, Ferroviária e Oeste, entre outros), além de clubes de outros estados, como Itabaiana-SE, Rio Branco-PR, Uberlândia-MG, Vitória-ES e Grêmio Maringá-PR. O último trabalho foi justamente em Maringá.




Tags: Futebol, Globo Esporte, Luto, Mogi Mirim, Notícias, Valdir Peres

terça-feira, 11 de julho de 2017

Dia Internacional da PIZZA "História da PIZZA"


* * * Extraído do Portal Infoescola * * *

A pizza ou piza, como se escreve em Portugal, hoje tão disseminada no território brasileiro, é atualmente um elemento fundamental da gastronomia italiana, mas este saboroso prato não nasceu na Itália, como muitos imaginam. Esta iguaria é elaborada com massa fermentada de farinha de trigo, banhada com molho de tomates e revestida de produtos diversos, geralmente alguma espécie de queijo, carnes defumadas ou não, ervas e até legumes e doces, inclusive o próprio sorvete. Por último, um toque de orégano ou de manjericão, e finalmente tudo é conduzido ao forno. Mas nem sempre ela foi assim.

A história da pizza tem início há pelo menos seis mil anos atrás, provavelmente entre os egípcios e os hebreus. Ela não era, é claro, como é conhecida hoje, mas apenas um delgado estrato de massa – farinha mesclada com água -, chamado na época de ‘pão de Abrahão’, semelhante ao moderno pão sírio; era também conhecido como ‘piscea’, termo que futuramente derivaria para pizza. Outros estudiosos afirmam que ela era consumida pelos gregos, os quais produziam suas massas com farinha de trigo, arroz ou grão de bico, assando-as depois em tijolos ardentes.

Três séculos antes do nascimento de Cristo, os fenícios tinham o hábito de recamar seus pães com carne e cebola; os turcos muçulmanos mantinham a mesma tradição ao longo da Era Medieval; assim, no intercâmbio de valores e elementos culturais entre povos distintos, durante as Cruzadas, esse costume desembarcou na Itália através do porto de Nápoles.

No começo da sua trajetória cultural, a pizza contava somente com o acréscimo de ervas da região e do tradicional azeite de oliva, comuns neste prato em seu formato convencional. Os italianos levaram a fama por adicionar o uso do tomate – recém-chegado da América pelas mãos dos espanhóis -, que se tornaria essencial na confecção desta iguaria. Restava à pizza conquistar seu formato definitivo, pois ainda era produzida como o atual calzone e o sanduíche, ou seja, dobrada ao meio.

Antes de se tornar famosa, a pizza era um prato elaborado para matar a fome dos pobres que habitavam o Sul da Itália. Chega então a Nápoles, já considerada a terra da pizza, o conhecimento da expressão ‘picea’, que tinha a conotação de um disco de massa assada, coberto com substâncias variadas. Os vendedores ambulantes adotaram esta receita para, com o uso de alimentos baratos, nutrir os mais pobres. Geralmente esta massa vinha acompanhada de toucinho, peixes fritos e queijo.

Esta iguaria da gastronomia italiana foi amplamente difundida em meados do século XIX, em 1889, graças à habilidade do primeiro pizzaiolo da história, dom Raffaele Espósito, um padeiro de Nápoles a serviço do rei Umberto I e da rainha Margherita, a quem ele homenageia ao confeccionar uma pizza imitando as cores da bandeira italiana, branco, vermelho e verde, utilizando para isso mussarela, tomate e manjericão, produtos que lhe permitiam obter as colorações desejadas. A rainha apreciou tanto este prato que dom Raffaele decidiu batizá-la de Margherita.

A nova receita da pizza, em seu formato redondo, alcançou tamanha fama mundial que propiciou o nascimento da primeira pizzaria conhecida, a Port'Alba, ‘point’ onde artistas célebres, como o escritor Alexandre Dumas, se encontravam neste período.
A pizza desembarcou no Brasil através dos imigrantes italianos, celebrizando o bairro paulista do Brás, onde se concentrou grande parte deles na cidade de São Paulo. Até 1950 este prato se restringia mais aos círculos italianos, mas a partir deste momento ela se disseminou por todo o país, tornando-se logo um elemento cultural brasileiro. O dia da pizza começou a ser comemorado em 1985, sendo reservado para este fim o dia 10 de julho.

Fontes
http://www.aprendebrasil.com.br/falecom/nutricionista_bd.asp?codtexto=543
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pizza

Tags: Infoescola, Itália, Massas, Pizza

sábado, 10 de junho de 2017

Morre Adam West, o eterno Batman da série de TV dos anos 60


        * * * Extraído do Portal MSN * * *
        Hoje é um dia triste para os fãs do Homem-Morcego. Adam West, intérprete de Batman/Bruce Wayne na         histórica série de TV exibida entre 1966 e 1968, faleceu aos 88 anos, vítima de leucemia.
"Nosso pai sempre se viu como o Cavaleiro Brilhante e buscava trazer um impacto positivo aos fãs. Ele era e sempre será nosso herói", diz o comunicado oficial da família sobre seu falecimento.
Por mais que tenha despontado no indicado ao Oscar O Moço da Filadélfia, foi na TV que West encontrou a fama. Seu Batman exibido nos anos 60 ficou marcado pelo tom bem-humorado e kitsch, com vilões exagerados e onomatopeias visuais ressaltando as batalhas enfrentadas pelo super-herói - isso sem falar de uma certa barriguinha no Homem-Morcego. Além das três temporadas, West ainda estrelou um longa-metragem sob o manto do herói: Batman, o Homem-Morcego.
Se por um lado o sucesso da série fez com que fosse sempre lembrado pelos fãs, por outro o prejudicou para que conseguisse papéis mais diversificados. A marca do Morcego estava associada demais à imagem de West, o que afastava convites para outras produções de renome.
Décadas mais tarde, West retornaria ao seu personagem mais famoso como dublador, em animações nostálgicas como Batman - O Retorno da Dupla Dinâmica e o ainda inédito Batman vs. Duas Caras. Além disto, teve participações especiais em séries de forte apelo com os quadrinhos, como The Big Bang Theory e Powerless.
Descanse em paz, Adam West. Os fãs agradecem todo o trabalho e dedicação na criação de um dos heróis mais memoráveis da cultura pop mundial.
Tags: Adan West, Batman, Cinema, Filmes, Luto, MSN

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Estado de SP decide não liberar vacina contra gripe a toda população nesta 2ª


* * *Extraído do Portal UOL * * *


Veja matéria completa neste link:   http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/06/1890228-estado-de-sp-decide-nao-liberar-vacina-contra-gripe-a-toda-populacao-nesta-2.shtml

Tags: Saúde, UOL, Vacinação

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Ministro da Saúde libera vacina da gripe para toda a população a partir de segunda-feira


* * * Extraído do Portal G1 * * *

Ricardo Barros fez o anúncio em Maringá, no norte do Paraná, nesta sexta-feira (2). Cada secretaria de saúde terá autonomia para definir se libera ou não a vacinação para todas as faixas etárias.


Por RPC Maringá

O ministro da Saúde Ricardo Barros informou que a vacina contra a gripe será liberada para toda a população, e não só para grupos prioritários, a partir de segunda-feira (5). O anúncio foi feito nesta sexta-feira (2), em Maringá, no norte do Paraná.

De acordo com Barros, cada secretaria de saúde terá autonomia para definir se libera ou não a vacinação para todas as faixas etárias. No Paraná, por exemplo, a Secretaria de Estado da Saúde anunciou no fim da tarde desta sexta que mantém o público-alvo e que ainda vai avaliar se amplia a oferta da vacina. Veja a reportagem completa neste link.

A campanha nacional de vacinação contra a gripe segue até a próxima sexta-feira (9), e não será mais prorrogada, segundo o ministro.
Barros explicou que o inverno está muito próximo e que a população precisa tomar a vacina o quanto antes para que ela tenha efeito.

“É importante que as vacinas sejam aproveitadas. Quem deseja pode buscar as unidades de saúde até que termine o estoque”, disse.

Segundo o ministro, das 60 milhões de dose adquiridas ainda restam 10 milhões em todo o país. O objetivo da liberação da imunização para toda a população é que não ocorra desperdício das doses já adquiridas. “O que nós desejamos é que vacina não se perca por decurso do prazo”, declarou.

Campanha prorrogada

A campanha de vacinação contra a gripe, programada para acabar em 26 de maio, foi prorrogada até o dia 9 de junho pelo Ministério da Saúde.
Conforme a pasta, até esta sexta-feira (2), 41,3 milhões de pessoas do público-alvo se vacinaram contra a gripe no país. O Amapá é o único estado que atingiu a meta até este momento, com 95,6% do público-alvo vacinado.

Os estados com maior cobertura vacinal, além do Amapá, foram Paraná, com 84,9%, e Santa Catarina, com 84,8%.
As doses da vacina estão disponíveis nos postos de saúde em todo o país. A imunização protege contra os três sorotipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para este ano: H1N1, H3N2 e Influenza B.

Grupos prioritários

Com a prorrogação, a meta é alcançar 90% das 54,2 milhões de pessoas incluídas no público-alvo.
Dos grupos que podem tomar a vacina pelo Sistema Único de Saúde (SUS), os trabalhadores de saúde, até o momento, a maior cobertura: 84,5% desse público já se vacinou. Entre idosos, o alcance foi de 83,8% e, entre os indígenas, de 83,6%.

Os grupos que menos se vacinaram foram as crianças, com 62,3% de cobertura, gestantes, com 62,4%. Este ano, a novidade da campanha foi a inclusão dos professores da rede pública e privada no público alvo. Até o momento, 76,7% deles se vacinaram.

Número de casos foi alto em 2016

Em 2016, houve 12.174 casos confirmados de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza no país. A SRAG é uma complicação da gripe. Houve ainda 2.220 mortes, número alto em comparação a anos anteriores. Do total de óbitos, a maioria (1.982) foi por influenza A/H1N1. Este foi o maior número de mortes por H1N1 desde a pandemia de 2009, quando 2.060 pessoas morreram em decorrência do vírus no Brasil.

Veja a íntegra da nota da Secretaria de Saúde do Paraná:

A Secretaria de Estado da Saúde esclarece que o Paraná mantém a Campanha de Vacinação contra a Gripe para o púbico alvo já definido – crianças entre seis meses a quatro anos, gestantes, mulheres que tenham realizado parto há menos de 45 dias, idosos maiores de 60 anos, doentes crônicos (mediante prescrição médica), profissionais de saúde , indígenas e professores em atividade. A meta é vacinar 90% do público-alvo.
Até esta sexta-feira (2), o Paraná já atingiu 85,5% de cobertura vacinal, com 2,5 milhões de doses aplicadas. O Estado é o terceiro do país em cobertura vacinal nesta campanha, que se encerra no dia 9 de junho.

A ampliação da oferta da vacina da gripe para outros grupos dependerá de análise técnica da COMISSÃO DE INFECTOLOGIA e da Secretaria de Estado da Saúde em consenso com os municípios, de forma a garantir o atendimento pleno para eventuais novos grupos populacionais.

Com o número de doses disponíveis, não é possível atender toda a população paranaense. A Secretaria de Estado da Saúde pede que somente as pessoas incluídas no público alvo da campanha compareçam às Unidades de Saúde para tomar a vacina contra a gripe.

Tags: Brasil, Campanha de vacinação, Gripe, G1, Inverno, Saúde, Vacinação